DESENTUPIDORA

Desentupidora EM FRANCO DA ROCHA 99739-5404 / 99739-5404

Franco da Rocha é um município do estado de São Paulo, localizado na Região Metropolitana de São Paulo na microrregião de Franco da Rocha. Pertence a sub-região norte da grande São Paulo, em conformidade com a lei estadual nº 1.139, de 16 de junho de 2011[7] e, consequentemente, com o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de São Paulo (PDUI).[8] A população estimada em 2019 era de 154 489 habitantes[4] e a área é de 133,9 km², o que resulta numa densidade demográfica de 931,9 hab/km². Índice 1 História 2 Origem do Nome 3 Enchentes 4 Subdivisão 5 Política Municipal 6 Geografia 7 Infraestrutura 7.1 Comunicações 7.2 Transportes 7.3 Ferrovias 7.4 Rodovias 8 Cultura 8.1 Pontos turísticos 8.2 Esporte 9 Municípios limítrofes 10 Referências 11 Ligações externas História Ver também: Lista de prefeitos de Franco da Rocha A cidade de Franco da Rocha tem sua primeira documentação histórica datada em 1627, época em que o rei de Portugal oferecia sesmarias (que eram doações de terras com a obrigação de cultivo dentro de três anos, sob a pena de revogação) aos interessados em cultivar a área. Na época, o benefício foi concedido ao senhor Amador Bueno da Ribeira, para que cuidasse dos Campos do Juquery. Franco até o século XIX, era uma região que servia de caminho para os bandeirantes ou todos aqueles que se dirigiam ao Estado de Minas Gerais. Nessa época, tratava-se de um lugarejo, que era conhecido pelos tropeiros, como Parada do Feijão, onde a topa que transportavam gados e mercadorias faziam suas refeições. Onde hoje se encontra o município, nada mais eram que grandes fazendas. No ano de 1807, surgem as primeiras escrituras, como do sítio Borda da Mata, que em 1866 foi vendido para a Estrada de Ferro São Paulo Railway, juntamente a fazenda Belém e Cachoeira, onde anos depois a cidade começaria a mudar de ares, com a inauguração da estação de trens. A estação do Juquery foi fundada em 1 de fevereiro de 1888. E nesse mesmo ano, chegou na cidade o italiano Filoteo Beneducci que tinha a intenção de descobrir ouro em grande escala no lugar, conhecido na época como Pedreira, atualmente a Quarta Colônia. Como no local não existia a quantidade esperada pelo imigrante que resolveu se dedicar à extração de pedras enviadas para a cidade de São Paulo pela Estrada de Ferro recém-inaugurada. Essa extração é tida como a primeira atividade industrial de Franco da Rocha. Museu Osório César, parte integrante do patrimônio tombado do Juquery. O desenvolvimento da cidade prosseguiu com um fato marcante, que mudaria para sempre a vida no município com a instalação do Hospital Psiquiátrico no Juquery. Sua construção, em uma área de 150 hectares começa em 1885, com o projeto do arquiteto Ramos de Azevedo, denominada Colônia Agrícola do Juquery, para suprir a demanda de pacientes mentais, já que os locais que atendiam os doentes mentais de todo Estado de São Paulo – Hospital de Alienados, na capital e em Sorocaba e a Chácara Ladeira do Tabatinguera não tinham mais condições de receber pacientes e o número aumentava a cada dia. Inaugurado com capacidade inicial de 800 leitos, o Hospital ocupava um terreno à margem da linha férrea, próximo à estação Juquery. Com o passar dos anos as terras da Quarta Colônia, as fazendas Cresciúma e Velha foram incorporadas ao patrimônio do Hospital. Na Quarta Colônia, aliás, foi instalada a usina elétrica do hospital – hoje Cachoeira Quarta Colônia – que durante anos forneceu energia também para a estação Juquery e todo o povoado. Com o falecimento do sr. Frederico Alvarenga, em 1896, o Doutor Francisco Franco da Rocha, a serviço do Governo do Estado, foi designado para administrar o maior Hospital Psiquiátrico da Brasil e da América Latina. A religiosidade também esteve sempre presente na cidade. No ano de 1908, foi iniciada a construção da Igreja Matriz, em louvor a Nossa Senhora da Conceição, que se tornou a Padroeira do Município. A primeira escola primária de Franco da Rocha ficava em um local muito castigado pelas enchentes e em 1909, a escolinha Rural Masculina passou a funcionar onde hoje é a Rua Azevedo Soares e ficou sob a tutela do professor Ernesto Alves de Oliveira. Entre outras escolas tradicionais em Franco da Rocha estão o Grupo Escolar de Franco da Rocha, atual E.E. Professor Domingos Cambiaghi, homenagem ao diretor de mesmo nome. O Grupo Escolar Azevedo Soares foi inaugurado em 1950 e o Ginásio Estadual Benedito Fagundes, O BEFAMA, foi criado no dia 15 de maio de 1952. Franco da Rocha foi elevado a distrito do município de Mairiporã, em 21 de setembro de 1934, e em 30 de novembro de 1944, Franco da Rocha tornou-se uma cidade autônoma.[9] Origem do Nome Por ocasião da inauguração do Hospital Psiquiátrico, idealizado pelo médico Psiquiatra Francisco Franco da Rocha o município e a estação homônimos, na época chamados de Juquery foram batizados com o nome do médico em homenagem a dedicação que o mesmo teve pelo hospital, e que ajudou a transformar o sanatório numa colônia agrícola, onde os alienados eram na sua maioria curados pelo contato com a natureza, e a fauna local, literalmente soltos. É sabido que o fundador do município não foi o médico psiquiatra, mas sim o italiano Fileteo Beneducci, pois o mesmo já tinha uma pedreira na atual Quarta Colônia, que gerou vários empregos no local e até teve um Tramway para transporte das pedras, e posteriormente convertido em bonde puxado á burro para acessar o Complexo Hospitalar do Juquery (CHJ). Enchentes Por ser um local banhado por vários rios, o município sempre foi conhecido por ser castigado pelas enchentes. JANEIRO DE 2011: Uma enchente que praticamente alagou toda a área central da cidade, em 11 de janeiro de 2011 foi causada pelo aumento da vazão da Represa Paiva Castro. Ela normalmente é de 1 m³/s, e chegou a 80 m³/s. Moradores do município não conseguiam trabalhar desde 11 de janeiro devido aos alagamentos que tomaram as ruas do Centro. Somente no dia 13 de janeiro a água começou a baixar, mas tanto prédios públicos, como a prefeitura, a delegacia, o Fórum e a Câmara Municipal, quanto estabelecimentos comerciais permaneciam fechados e cercados pela água. Não houve informações sobre mortos. Duas de três entradas para a cidade – de Mairiporã e Caieiras – ficaram inacessíveis. Foi determinado às secretarias municipais “providências a minimizar os efeitos decorrentes das chuvas”. O serviço de energia elétrica foi interrompido em trechos de 10 bairros que registram pontos de alagamento. O trecho da Linha 7 – Rubi entre as estações Baltazar Fidélis e Caieiras foi interditado.[10][11][12]. Cachoeira Quarta Colônia, localizada no Parque Pretória – Franco da Rocha SP MARÇO DE 2016: No dia 11 de março de 2016, depois de uma forte chuva que caiu sobre a Região Metropolitana de São Paulo, o centro da cidade ficou alagado. A maior parte da água que alagou a cidade, veio da Represa Paiva Castro, que estava com pouco mais de 30% da capacidade no dia 10 de março, e foi para para 100% as 2:00 da manhã.[13] As 6:00 da manhã, a SABESP abriu as comportas da represa, para não se romper e causar mais danos ou mortes pela região. A circulação dos trens foi interrompida entre Perus e Jundiaí às 23h40 do dia 11 de Março, foi normalizada alguns dias depois, apenas entre Luz e Caieiras, houve restrições de tráfego entre Fco. da Rocha e Francisco Morato, devido á várias quedas de bairreira. O tráfego entre Fco. Morato e Botujuru foi seriamente prejudicado, com operação PAESE entre Morato e Campo Limpo Paulista.[14] Subdivisão Bairros *Alameda das Araucárias Aldeia Ivoturucaia Alto dos Guaianases Alto da Serra Bairro Areias Centro Bairro dos Penhas Bairro dos Ortiz Chácaras Bom Tempo (CDHU) Chácaras das Colinas Chácaras do Rosário Chácaras Maristela (ou Ibratim) Chácaras Rutina Strauss Chácaras São José Chácaras São Luiz Companhia Fazenda Belém I Companhia Fazenda Belém II Complexo Hospitalar Juqueri Cristal Park Distrito Parque Industrial I Distrito Parque Industrial II Estância Green Valley Estância Lago Azul I (Alto) Estância Lago Azul II (Baixo) Estância Paineira Estância Pouso Alegre Estância Santa Cruz dos Valos Estância Vargem Grande Fazendas Reunidas Mato Dentro Fazendas Reunidas São Roque Franco da Rocha Velha Glebas I, II e III (Divisa Campo Limpo Paulista) Jardim Alice Jardim Alpino Jardim Benintendi Jardim Cedro do Líbano Jardim Cruzeiro Jardim das Colinas Jardim das Jabuticabeiras Jardim dos Bandeirantes Jardim dos Lagos I Jardim dos Lagos II Jardim dos Reis (Paradinha) Jardim Elba Jardim Luciana Jardim Luíza Jardim Pinho Jardim Primavera Jardim Santa Filomena Jardim Sinki Jardim Progresso I ou A (Antigo) Jardim Progresso II ou B (Baixo) Jardim Progresso III ou C (Alto/Novo) Jardim União Jardim Vera Cruz Olaria (Residencial interno do Complexo Juqueri) Parque dos Eucaliptos Parque Industrial Parque Lanel Parque Monte Verde Parque Montreal I (Antigo/Alto) Parque Montreal II (Novo/Baixo) Parque Munhoz Parque Paulista Parque Santa Delfa Parque São Luís Parque Vitória I (Alto) Parque Vitória II (Baixo) Parque Pretória Pólo Industrial I Pólo Industrial II (Gleba Jardim dos Lagos/Fazenda São Roque) Portal das Alamedas Portal da Estação Quarta Colônia (Estância Vargem Grande “de baixo” – Divisa SP-23) Recanto da Lapa Residencial Flamboyant Residencial Pedro II Residencial Santo Antônio (Paradinha) Sítio Atibainha ou Sítio Divisa Sítio Borda da Mata Sítio Marilene Sítio Rosemeire Vila Alves Vila Amália Vila Aparecida Vila Artur Sestini Vila Barbosa Vila Bazú Vila Bela Vila Belmiro Vila Cariri Vila Carmela de Túlio Vila dos Comerciários Vila dos Ortiz Vila Elisa Vila Francisco de Túlio Vila Guarani Vila Humbelina Vila Ida (Paradinha Velha) Vila Irma Vila José Palma Vila Josefina Vila João de Tullio Vila Lanfranchi Vila Lemar Vila Leópolis Vila Machado Vila Maggi Vila Margarida Vila Martinho Vila Nita Vila Olinda Vila Palmares Vila Pariz Vila Ramos Vila Rodrigues Vila Rosa Vila Rosalina Vila Santa Rosa Vila Santista Vila São Benedito Vila Sônia Vila Verde I Vila Zanela Fonte: CRECI-SP. Política Municipal Câmara Municipal Nº Nome início do mandato fim do mandato Observações 1 Benedito Fagundes Marques 1 de janeiro de 1945 22 de novembro de 1945 primeiro mandato 2 Cevero Oliveira Morais 23 de novembro de 1945 15 de dezembro de 1945 primeiro mandato — Cevero Oliveira Morais 24 de março de 1947 15 de abril de 1947 segundo mandato 3 João Victor Júnior 1 de janeiro de 1948 31 de dezembro de 1951 primeiro prefeito eleito 4 Bernardino Pereira Mauro 1 de janeiro de 1952 31 de dezembro de 1955 único mandato 5 José Alves Ferreira Filho 1 de janeiro de 1956 31 de dezembro de 1959 primeiro mandato 6 Pedro Lélis de Sousa 1 de janeiro de 1960 31 de dezembro de 1963 único mandato 7 José Alves Ferreira Filho 1 de janeiro de 1964 26 de março de 1965 segundo mandato 8 Emílio Hernandez Aguilar 26 de março de 1965 31 de janeiro de 1969 primeiro mandato 9 Donald Savazoni 1 de fevereiro de 1969 31 de janeiro de 1973 primeiro mandato 10 Ângelo Celeguim 1 de fevereiro de 1973 31 de janeiro de 1977 único mandato 11 Donald Savazoni 1 de fevereiro de 1977 25 de abril de 1980 segundo mandato 12 Oscar de Almeida Nunes 26 de abril de 1980 31 de janeiro de 1983 primeiro mandato 13 Emílio Hernandez Aguilar 1 de fevereiro de 1983 31 de dezembro de 1988 segundo mandato 14 Oscar de Almeida Nunes 1 de janeiro de 1989 31 de dezembro de 1992 segundo mandato 15 Mário Maurici de Lima Morais (PT) 1 de janeiro de 1993 31 de dezembro de 1996 único mandato 16 José Benedito Hernandez (PTB) 1 de janeiro de 1997 29 de fevereiro de 2000 único mandato 17 Roberto Seixas (PTB) 29 de fevereiro de 2000 31 de dezembro de 2000 vice-prefeito nomeado a prefeito — Roberto Seixas (PTB) 1 de janeiro de 2001 31 de dezembro de 2004 reeleito com: 20.295 votos 18 Marcio Cecchettini (PSDB) 1 de janeiro de 2005 31 de dezembro de 2008 eleito com: 22.398 votos — Marcio Cecchettini (PSDB) 1 de janeiro de 2009 31 de dezembro de 2012 reeleito com: 42.448 votos 19 Kiko Celeguim (PT) 1 de janeiro de 2013 31 de dezembro de 2016 eleito com: 33.598 votos — Kiko Celeguim (PT) 1 de janeiro de 2017 31 de dezembro de 2020 reeleito com: 46.652 votos, maior votação da história da cidade 20 Nivaldo da Silva Santos (PTB) 1 de janeiro de 2021 eleito com: 34.604 votos Geografia Vista da área urbana de Franco da Rocha em região bem próxima a área central. Cachoeira Quarta Colônia, localizada no Parque Pretória em Franco da Rocha. Reservatório Paulo de Paiva Castro, entre Mairiporã e Franco da Rocha. O clima é temperado e inverno seco. O solo é ácido, erodido em sua maior parte, exceto região de aluviações no Rio-Abaixo e Mato Dentro. Hidrografia Rio Juquery Reservatório Juquery Ribeirão Euzébio Ribeirão Borda da Mata Ribeirão Itaim Tanque Velho Cristais Santa Inês Córrego da 3º Colônia Infraestrutura Escola Superior de Bombeiros, a maior da América Latina. Biblioteca Municipal Existe pelo menos uma escola técnica em Franco da Rocha: Escola Técnica Estadual Doutor Emílio Hernadez Aguilar. Comunicações A cidade foi atendida pela Companhia Telefônica Brasileira (CTB) até 1973[15], quando passou a ser atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP), que construiu a central telefônica utilizada até os dias atuais. Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica[16], sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo[17] para suas operações de telefonia fixa. Transportes Viaduto Pref. Donald Savazoni (conhecido como pontilhão) que serve de conexão viária entre os dois lados da cidade separados pela linha férrea e liga a SP-023 com a SP-332. Movimentação no centro da cidade. Franco da Rocha é servida por trens da CPTM com as estações Franco da Rocha e Baltazar Fidélis, ambas na Linha 7 – Rubi da CPTM. Ademais, a cidade possui 2 Terminais de Ônibus (Oeste e Leste) nas quais, partem linhas Intermunicipais e parte das 26 linhas municipais operadas pela Viação Cidade de Caieiras com o nome fantasia “Viação Nossa Cidade”. Vale ressaltar que, no transporte intermunicipal gerenciado pela EMTU, operam três empresas, sendo elas: Viação Cidade de Caieiras e Auto-Ônibus Moratense (Consórcio Anhanguera); ETM – Empresa de Transportes Mairiporã (Consórcio Internorte). O município conta ainda com 3 linhas Suburbanas com destino a Jundiaí e Campo Limpo Paulista operadas pela Rápido Luxo Campinas. Ferrovias Linha 7 da CPTM [18] Rodovias SP-332 – Rodovia Tancredo Neves SP-023 – Rodovia Luiz Salomão Chamma SP-354 – Rodovia Edgard Máximo Zamboto SP-348 – Rodovia dos Bandeirantes – Cruza o território de Franco da Rocha, porém sem acesso direto à cidade. BR-381 – Rodovia Fernão Dias – Acesso por Mairiporã. Cultura Pontos turísticos Hospital Psiquiátrico do Juqueri; Parque Estadual do Juqueri; Paróquia de Nossa Senhora Imaculada Conceição. Esporte Centros poliesportivos Paulo Rogerio Seixas CSU (Centro Social Urbano) CIE – Centro de Iniciação ao Esporte Quadra do Cruzeiro Parque Municipal Benedito Bueno de Morais (Pista de Atletismo, Ciclovia, Skate, Quadra Poliesportiva) Futebol Sport Club Corinthians de Franco da Rocha Clube Atlético Expedicionários Esporte Clube Flamengo Campo de futebol do Parque Municipal Grêmio Desportivo Garoa (Futsal) Skate PV Plaza Pista de Skate do Parque Municipal Áreas de Lazer Parque Municipal Benedito Bueno de Morais Cachoeira Quarta Colônia Xadrez e Damas Parque Municipal Benedito Bueno de Morais CIE Parque Montreal Municípios limítrofes Seus limites são Jundiaí, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista (minimamente) a noroeste, Francisco Morato a norte, Atibaia (minimamente) a nordeste, Mairiporã a leste, Caieiras a sul, e Cajamar a oeste. Localização geográfica de Franco da Rocha . Várzea Paulista Jundiaí Campo Limpo Paulista//Francisco Morato Francisco Morato Atibaia . Cajamar Norte. Mairiporã Oeste. Franco da Rocha Este. Sul. Cajamar Caieiras Caieiras Referências Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 10 de fevereiro de 2018 «Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista». Consultado em 28 de janeiro de 2011 IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 «Franco da Rocha». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2019 «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de julho de 2013 «Produto Interno Bruto dos Municípios 2016». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 5 de março de 2019 «Lei Complementar nº 1.139, de 16 de junho de 2011». Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Consultado em 1 de fevereiro de 2017 «Região Metropolitana de São Paulo». Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de São Paulo. Consultado em 1 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 27 de janeiro de 2017 TI, Diretoria de Gestão em. «Prefeitura Municipal de Franco da Rocha». www.francodarocha.sp.gov.br. Consultado em 24 de fevereiro de 2018 Priscila Trindade (12 de janeiro de 2011). «Chuva isola Franco da Rocha, na Grande São Paulo». São Paulo: O Estadão «Trecho da CPTM em Franco da Rocha continua interditado pelas chuvas» «Com Franco da Rocha alagada, moradores não conseguem trabalhar». G1. 13 de janeiro de 2011 Gomes, Rodrigo (15 de março de 2016). «MP apura responsabilidade da Sabesp por danos de enchentes em Franco da Rocha». RBA – Rede Brasil Atual «Após chuvas, trens circulam com velocidade reduzida na Linha 7-Rubi». G1. 14 de março de 2016 «Relação do patrimônio da CTB incorporado pela Telesp» (PDF). Diário Oficial do Estado de São Paulo «Nossa História». Telefônica / VIVO GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1 «Franco da Rocha — Estações Ferroviárias do Estado de São Paulo». www.estacoesferroviarias.com.br. Consultado em 10 de agosto de 2020 Ligações externas Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema: Commons Categoria no Commons Wikivoyage Guia turístico no Wikivoyage «Página da prefeitura» «Página da câmara» «Franco da Rocha no WikiMapia»Denominações Anteriores: Parada do Feijão, Estação de Juqueri. Fundadores: Antônio de Sousa Delmundo. Data da Fundação: Fins do século XVI ou princípios do século XVII. Até o século XIX Franco da Rocha servia apenas de caminho para os bandeirantes que se dirigiam ao Estado de Minas Gerais e as suas terras eram todas constituídas de fazendas. Inicialmente era povoado do então Município de Juqueri. Com a construção da São Paulo Railway, que ligara Santos a Jundiaí, foi o povoado atingido pelos trilhos de ferro o que se deu em 1867 pela inauguração da estação de Belém e posteriormente da construção da estação de Caieiras, seguindo-se a de Franco da Rocha (Juqueri naquela época), em 1º de fevereiro de 1888, servindo daí em diante de acesso à vila de Juqueri. Em 1886, Filoteo Beneducci acalentando a idéia de encontrar ouro em um lugar denominado Pedreira (hoje, 4a Colônia) constrói até aquele local um caminho férreo disposto a fazer, em larga escala, exploração desse mineral. Foi, todavia, infeliz na busca do ouro, pois o minério ali encontrado não compensava o grande dispêndio monetário. Dedicou-se então à extração de pedras, efetuando embarques pela estrada de ferro, destinados a São Paulo, sendo essa a primeira indústria local. Em 1890 instalou-se em Caieiras uma indústria de papel, nas propriedades pertencentes ao Coronel Antonio Proost Rodovalho, cujo estabelecimento ocupava a área de 36.000 km2. Foi um empreendimento de grande vulto não só no município, com em todo o país. Mas, se Franco da Rocha tem a projeção que hoje alcança, é devido a instalação no município do hospital de alienados. Em 1852, em São Paulo, numa casa da Rua São João, foi fundado o primeiro hospício, destinado a abrigar os dementes que até então eram arremessados aos cárceres das cadeias públicas. Devido ao grande número de doentes que dia a dia mais se acentuava, o Governo do Estado adquiriu, em 1864, uma chácara na ladeira do Tabatinguera para onde transferiu os doentes, porém, com o escoar dos anos a chácara já não comportava o elevado número de doentes. O Governo do Estado designou então, para solucionar esse problema, o Dr. Francisco Franco da Rocha que sugeriu que fosse adquirido um terreno à margem da linha inglesa, junto à estação do Juqueri. Feita a aquisição pelo Governo, de uma área de 150 hectares, foram iniciadas as obras para a construção da Colônia Agrícola de Juqueri, em 1895, sob a direção do arquiteto Ramos de Azevedo, com capacidade para 800 leitos. Inauguraram-na doentes vindos do hospital de Sorocaba. Posteriormente, foram adquiridas e incorporadas ao patrimônio do hospital, as Fazendas Cresciúma e Velha, pertencentes, respectivamente, a José Henrique de Carvalho e herdeiros de D. Francisca Pereira. Em 14 de novembro de 1916, o Governo adquire de Ângelo Sestini que comprara de Filoteo Beneducci, as terras da 4a colônia, linhas, máquinas e usina elétrica. A usina do hospital, até 1939, forneceu luz à Estação de Juqueri quando então se verificou, para todo o município, o fornecimento de energia elétrica pela Empresa Elétrica Bragantina. Em 1908 foi lançada a pedra fundamental para construção de Igreja Matriz, em louvor a Nossa Senhora da Conceição, padroeira do município. ___________ Origem do nome Em homenagem ao Dr. Francisco Franco da Rocha. ____________ Personagens Francisco Franco da Rocha Em 1864 nasceu Francisco Franco da Rocha, na cidade Amparo. Filho do médico Joaquim Franco da Rocha e da dona de casa Maria Isabel Galvão Bueno Franco da Rocha, o médico que posteriormente deu origem ao nome da cidade, estudou o primário e o ginásio em São Paulo. A faculdade de Medicina foi cursada no Rio de Janeiro assim como a residência médica na Casa Eiras, considerada até então o melhor centro psiquiátrico do país. Em 1893, já conhecido, foi admitido no Hospital de Alienados da capital paulista. Como o local não comportava adequadamente o número de pacientes e nem oferecia assistência médica de qualidade, Dr. Franco da Rocha começou aspirar por um grande hospital, em uma área que fosse possível um melhor tratamento aos doentes mentais do estado. Foi então a partir das idéias e metas do médico que a cidade passou ser um centro de referência psiquiatria mundial. De acordo com a publicação Resumo da História de Assistência a Psicopatas no Estado de São Paulo, do médico Mário Yahn. Dr. Franco da Rocha lutou contra problemas sérios como falta de água, iluminação, falta de verbas para a contratação de pessoal competente e tantos outros, porém não se entregou. Pelo contrário, preocupou-se ainda mais como o aspecto médico-assistencial dos internos, atendendo pessoalmente a maioria dos doentes. Por isso, até hoje Franco é conhecida como cidade ciência e ternura. Ainda segundo a publicação, a presença do Dr. Franco da Rocha para a construção e direção do hospital não significou apenas uma substituição administrativa, mas sim o alvorecer de um sistema de assistência moderna, uma visão social avançada e a própria psicanálise, cuja a Psicopatologia teve sua devida importância e tornou-se uma lei básica do mais recente modo de compreensão das concepções psiquiátricas. Já idoso e doente e após dirigir o hospital Juqueri por cerca de 30 anos, Dr. Franco da Rocha, que também pertenceu à Academia Brasileira de Letras, aposentou-se da vida pública em 1923. No entanto, devido ao grande bem que fez pela psiquiatria mundial e pelo avanço e progresso da cidade, seu nome ficará parta sempre marcado, de alguma forma, no coração da comunidade local. Coronel Antonio Proost Rodovalho Antonio Proost Rodovalho, coronel Rodovalho, nasceu em São Paulo em 27 de janeiro de 1838. Dedicou-se ao comércio a partir de 1863. Em 1875 foi nomeado tesoureiro da Caixa Filiar do Banco do Brasil, e anos após assumiu a presidência da Diretoria do Banco Comercial de São Paulo. Como um dos fundadores da Associação Comercial e Agrícola, promoveu a primeira exposição provincial. Dentre os cargos que ocupou destacam-se o de presidente da Caixa Econômica, o de administrador das obras da Estrada de Ferro São Paulo-Rio e o de diretor da Companhia Ituana. Foi cooperador da organização de várias outras empresas comerciais e industriais. Foi também vereador de 1866 a 1870, tesoureiro da Santa Casa de Misericórdia e grau 33 na Loja Maçônica Capitular Amizade. Faleceu em 30 de dezembro de 1913, está sepultado no Cemitério do Araça. ____________ Locais históricos Estação de Juquery A estação de Juquery foi aberta em 1888 para atender à localidade desse nome. Mais tarde, renomeada como Franco da Rocha, que hoje tem um dos prédios mais bonitos e antigos da linha. Atende aos trens metropolitanos da CPTM desde 1994. Parque Estadual do Juquery Em 1989, o conjunto arquitetônico, o acervo documental e a área verde da Fazenda Juquery foram tombados pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT). Localizado na região noroeste do Estado de São Paulo, próximo á Serra da Cantareira, seus 1927,7 hectares ocupam áreas dos municípios de Caieiras e Franco da Rocha, formando um mosaico de Ilhas de Cerrado e de trechos da Mata Atlântica. As áreas da Fazenda Juquery foram adquiridas com a implantação pelo Governo Ramos de Azevedo, do Hospital Psiquiátrico do Juquery e da Colônia Agrícola. Com o passar dos anos, e com a incorporação de outras áreas, a Fazenda se expandiu para ampliar o atendimento prestado pelo Hospital. Em cinco de junho de 1993, foi criado o Parque Estadual do Juquery em razão da necessidade de conservação de importantes remanescentes de vegetação nativa existentes no local, agregada com o objetivo do aperfeiçoamento da integração entre atividades voltadas para a saúde mental com o meio ambiente. Represa Paiva Castro Abastece cerca de 60% da população da região metropolitana de São Paulo, com magníficas paisagens por toda sua extensão, ideal para a prática de esportes náuticos e pesca. Hospital JuqueriDesentupidora São Paulo, Desentupidora Caieiras, Desentupidora Cajamar, Desentupidora Francisco Morato , Desentupidora Franco da Rocha , Desentupidora Mairiporã, Desentupidora Arujá , Desentupidora Biritiba-Mirim, Desentupidora Ferraz de Vasconcelos, Desentupidora Guararema, Desentupidora Guarulhos, Desentupidora Itaquaquecetuba, Desentupidora Mogi das Cruzes, Desentupidora Poá, Desentupidora Salesópolis, Desentupidora Santa Isabel, Desentupidora Suzano, Desentupidora Cotia, Desentupidora Embu das Artes, Desentupidora Embu-Guaçu, Desentupidora Itapecerica da Serra, Desentupidora Juquitiba, Desentupidora São Lourenço da Serra, Desentupidora Taboão da Serra, Desentupidora Vargem Grande Paulista, Desentupidora Barueri, Desentupidora Carapicuíba, Desentupidora Itapevi, Desentupidora Jandira, Desentupidora Osasco, Desentupidora Pirapora do Bom Jesus, Desentupidora Santana de Parnaíba, Desentupidora Zona Norte / SP, Desentupidora Zona Oeste / SP, Desentupidora Zona Leste / SP, Desentupidora Zona Sul / SP, Desentupi ,Limpa Fossa em Franco da Rocha com desconto de até 50% é aqui na Desentupidora e Limpa Fossa, líder de mercado na prestação de serviço, a limpa fossa em Franco da Rocha é uma empresa especializada no transporte de resíduos e esgotamentos em geral. A  Limpa Fossa atende aqui em Franco da Rocha e região. A limpa fossa em Franco da Rocha atende com caminhões próprios e profissionais experientes na execução de diversos tipos de serviços, ainda oferecemos descontos promocionais, orçamento prévio sem compromisso, visita grátis e pagamento facilitado. Para realizar o serviço de limpeza de fossa é necessário caminhão de limpa fossa contendo bomba de Auto Vácuo para sucção, tanque montado em chassi com capacidade acima de 7.000 (sete mil) litros, toda documentação exigida pelas autoridades e pessoal treinado e capacitado. Depois de coletado todo resíduo e acondicionado no tanque e será feito o transporte para descarte em local próprio para tratamento, aqui em São Paulo o despejo dos resíduos coletados em vários locais é destinado a Attend Ambiental na cidade de Barueri. Para realizar um esgotamento de fossa não é simplesmente chegar em um local e fazer o serviço de limpa fossa e depois nem saber se a tubulação esta fluindo para a fossa, tem que ser feito testes de vazão, e se a água não chegar até a caixa terá que desentupir os ramais da chegada. Que transtorno! Você deve estar pensando que vai ter que chamar outra equipe agora para realizar o desentupimento? Não aqui na limpa fossa em Franco da Rocha porque o caminhão de limpa fossa que esta fazendo o serviço também tem sistema de desentupimento em alta pressão, isto é, faz o esgotamento e desentope ao mesmo tempo sem ter a necessidade de chamar outra equipe no local. Este equipamento é chamado de conjugado ou combinado, o tanque é dividido internamente e os detritos não contaminam a parte de hidrojateamento, os caminhões da limpa fossa em Franco da Rocha contam com este equipamento para facilitar todo serviço na hora da execução. O serviço de limpa fossa em Franco da Rocha tem quer ser feito por pessoas qualificadas e preparadas neste seguimento, pois além de ser um local de trabalho insalubre a empresa prestadora de serviço deve ter equipamento adequado para realizar vários tipos de limpeza de fossa ou esgotamento. Nenhum serviço é igual ao outro, sabendo disso a limpa fossa em Franco da Rocha mantém em sua frota vários caminhões e equipamentos diversificados para atender a necessidade a qual foi solicitada. O serviço de limpa fossa em Franco da Rocha é um trabalho muito sério empresas despreparadas ou com má intenção não sabem a importância que este trabalho exige, estamos lidando com o meio ambiente e se por acaso estas empresas não tiverem a licença de descarte dos resíduos na Attend aonde será feito o despejo deste material? É de responsabilidade conjunta o destino final de qualquer resíduo retirado hoje nas cidades, muito mais para empresa de limpa fossa mais também para o cliente gerador da fossa, se o descarte deste material for feito em um local impróprio o risco de contaminação do solo ou mananciais estará comprometido. As leis de proteção ao meio ambiente no Brasil são duras e pesadas fica o infrator (empresa de limpa fossa), e o contratante (gerador de resíduo), as sanções impostas por ela, ai fica a pergunta: compensa chamar qualquer um para realizar a limpa fossa em Franco da Rocha? Lógico que não! Antes de contratar uma empresa limpadora de fossa peça o R.E. (remessa de efluente) fornecido pela Attend Ambiental, este documento mostra o destino deste resíduo que obviamente será na E.T.E. (estação de tratamento de esgotos) do local de coleta, é obrigatório a remessa em 03 (três) vias uma do cliente (com endereço do local e telefone) outra da empresa de limpa fossa e uma para Attend Ambiental. Algumas dúvidas de nossos clientes: Como é feito a limpeza de fossa? A limpeza de fossa é realizada por uma unidade móvel equipada com bomba de anel líquido de sucção onde os detritos são armazenados em um tanque com capacidades de 08 m³ a 15 m³. Onde são descartados os detritos da fossa? Após a sucção dos detritos a unidade móvel se desloca para uma E.T.E. estação de tratamento da SABESP, dando os devidos fins aos detritos. A tubulação que leva até a fossa tem que ser limpa? Dependendo do caso sim, pois quando a fossa enche por completa os detritos voltam para tubulação podendo compactar nas paredes dos canos ocasionando possíveis entupimentos. Porque a fossa quando é esgotada após poucos dias está cheia de novo? Quando a fossa encheu ocasionou um encharcamento no solo, onde a fossa foi totalmente esgotada, e toda a água que estava empossada no solo escoou para dentro da fossa novamente, neste caso é necessário fazer um novo esgotamento. Como esgotar uma fossa? É necessário que contrate uma empresa especializada para este serviço, pois além de ter que destinar os detritos para locais adequados junto com o cadastro no órgão competente, é necessário uma unidade móvel (caminhão) equipado com bomba de vácuo e um tanque. Quais os motivos para limpeza de fossa? 1º Mau cheiro; 2º Bactérias e produtos que possam afetar o meio ambiente; 3º Retorno de detritos para dentro da residência, ocasionando possíveis entupimentos. Tenho uma empresa e nela tem uma fossa o que faço para esgotá-la? Primeiramente, por se tratar de pessoa jurídica, deve ter um cadastro junto a Sabesp que chama R.E. (remessa de efluente), que é a sua licença de descarte aonde a empresa que virá fazer o esgotamento de sua fossa será responsável somente pelo transporte, o cliente deve estar com sua documentação em ordem. Qual o limite de distância que o caminhão fica da fossa? O caminhão pode ficar com uma distância de mais ou menos 200 metros, só que com terreno plano, se o local for muito fundo, exemplo: queda direta de 20 metros o caminhão não consegue sugar. Como faço para calcular o tamanho da minha fossa em metros cúbicos? C= Raio x Raio x Pi x Profundidade; C= Cubicagem. Pi=3,1415 Faça limpeza de fossa com a Fossa, para não ter que fazer de novo! Compromisso com a qualidade e preço justo nos serviços de limpeza de fossa é aqui na  limpa Fossa em Franco da Rocha. O que faz uma dedetizadora Dedetizadora em Franco da Rocha? Você não sabe ao certo o que uma empresa Dedetizadora em Franco da Rocha faz? Neste artigo encontrará a resposta para esta pergunta e poderá solicitar um orçamento sem compromisso. Afinal, o que faz uma Dedetizadora em Franco da Rocha? O ato de dedetizar significa aplicar um pesticida para combater insetos que estejam causando incômodos em sua casa ou trabalho, por exemplo. O que faz a Dedetizadora em Franco da Rocha, então, é espantar os in Trabalhamos na região Franco da Rocha com Dedetização, Desratização, Descupinização, Repelência a Pombo. Só uma empresa de porte oferece a seus clientes na região Franco da Rocha visita e orçamento gratuitos. Você pode agendar através da central de atendimento ou unidade mais perto do seu endereço: Como atua esta empresa de Dedfoca seus esforços em dimensionar o tamanho da infestação, para assim, definir quais estratégias de combate irá utilizar. Desta maneira, preserva o bem-estar dos animais e pessoas que frequentam o local, já que não há uso demasiado de pesticidas. Além disso, ainda que utilize a quantidade adequada do veneno, previne o aparecimento dos insetos por um longo período. Dedetizadora em Franco da Rocha Dedetizadora em Franco da Rocha Saiba como trabalhamos: Franco da Rocha nosso atendimento é rápido! Pois mantemos equipes especializadas na região Franco da Rocha e em outras localidades, consulte nosso índice. Com isso chegamos rápido ao local combinado. Demora muito para realizar uma dedetização na região Franco da Rocha? Primeiro localizamos a espécie e diagnosticamos uma solução mais efetiva, na maioria dos casos é rápida a aplicação, em alguns casos o local teve ser evacuado. Quanto custa o serviço? A primeira visita é gratuita para analise e montagem de um pré-orçamento para moradores e empresas na região Franco da Rocha e sem compromisso, dando ao cliente a escolha de como quer pagar pelo serviço: em dinheiro, cartão ou cheque pré, com desconto para pagamento à vista. E se eu quiser realizar o serviço em um final de semana, pode? Sim pode, contamos com equipes para essas eventualidades sem acarretar em custo adicional ao cliente. O preço é justo? Além dos melhores serviços, temos também os melhores preços que os da concorrência. Peça a visita gratuita de uma equipe para orçamento sem compromisso. Dedetização tem garantia? Sim, nosso garantia é fornecida por escrito dando ao cliente garantia do serviço prestado seja de dedetização, descupinização, desratização e ou repelência a pombo. Quais pragas combate a Dedetizado, hoje, tem capacidade para combater: · Pulgas; · Carrapatos; · Escorpiões; · Aranhas; · Percevejos; · Traças; · Formigas; · Baratas; · E muitos outros. Ratos e pombos também estão em seu escopo de especialidades. Oferecemos: Certificado de Garantia Selo Ambiente Protegido Atendimento com Hora Marcada Tecnologia de Ponta Experiência de 40 anos Funcionários Identificados O que usa para Dedetizadora em Franco da Rocha? Como já mencionada, cada caso requer que uma solução diferente, no entanto, atua com: · Gel: eficaz contra baratas pequeninas e formigas doceiras; · Spray: o uso é indicado contra baratas maiores, pulgas, escorpiões, aranhas, carrapatos, traças e outros. · Pó: Caixas de gordura e esgoto. Nossos Serviços Dedetização Sanitização de Ambientes Descupinização Desratização Controle de Pombos Limpeza de Caixa d’Água Dedetização de Residências Dedetização de Condomínios Dedetização de Empresas OUTROS SERVIÇOS Dedetização de Pulgas Dedetização de Cupins Desratização Controle de pombos Limpeza de Caixa d’Água Desentupimento Hidrojateamento Quanto custa Dedetizadora em Franco da Rocha? Está sofrendo com baratas, formigas, vespas ou até mesmo ratos e quer saber quanto custa dedetizar uma casa? Pois saiba que vários fatores podem interferir no orçamento desse tipo de serviço. Se proteger dessas pragas é fundamental para garantir a saúde do seu lar. Afinal de contas, elas podem trazer uma série de doenças perigosas que podem levar até mesmo a morte. E apesar de muita gente achar que apenas repelentes e venenos comprados em supermercados podem acabar com esse tipo de problema, em muitos casos apenas a realização de uma dedetização profissional é que de fato resolve esse problema. Tipo de praga Sem sombra de dúvidas um dos fatores que vai pesar mais no orçamento é o tipo de praga. Isso porque cada uma exige métodos e produtos químicos específicos. Entre as pragas mais comuns que podem ser combatidas através da dedetização estão: Baratas São comuns em todos os tipos de imóveis. Por ter várias espécies, a dedetização pode variar muito em questão de tempo e valores. Ratos Os ratos são uma das pragas mais perigosas. Isso porque eles podem transmitir a doença leptospirose. Por conta disso esse tipo de dedetização tende a ser mais cara e complexa. Principalmente considerando que esses roedores podem se reproduzir em grandes quantidades e em um curto espaço de tempo. Formigas O combate as formigas, tende a ser mais simples. Tanto que na maioria das vezes não é necessário nem mesmo que o morador deixe o automóvel. Nesse caso, a dedetização precisa ocorrer dentro e fora da residência. Cupins Esse tipo de dedetização também pode ser bastante trabalhosa e cara. Isso porque esses insetos se alimentam de madeira. Logo, não só o imóvel precisa ser tratado, mas os móveis fabricados com esse material também devem receber uma atenção especial. E esse serviço precisa ser o mais ágil possível, tendo em vista que quanto mais ele demorar, maior será o impacto causado pelos cupins. Pombos Assim como os ratos os pombos também podem trazer uma série de doenças. Geralmente o trabalho de dedetização envolve não só a parte interna do imóvel, mas externa. Pulgas, percevejos e carrapatos Esse tipo de infestação geralmente ocorre em imóveis com animais, ou que ficam no campo. Contudo, cada vez tem se tornado mais comum encontrar infestações em cidades. Esse tipo de dedetização demora bem mais do que as anteriores. Não só pelo fato dos bichinhos serem mais resistentes, mas envolver um trabalho mais complexo, uma vez que além da estrutura, móveis, itens de decoração e até mesmo roupas precisam ser tratados. Tamanho Para saber quanto custa dedetizar uma casa você também terá que levar em conta também o tamanho do imóvel. Quanto maior ele for, mais caro o serviço será. A quantidade de pavimentos também deve ser informada. Isso porque, mesmo que a praga se concentre apenas no teto, por exemplo, toda a estrutura precisará ser tratada para garantir que os ambientes ficarão 100% livres dela. Gravidade da infestação Geralmente esse é um fator que apenas um especialista pode determinar. O grau de gravidade da infestação também irá interferir diretamente no orçamento desse tipo de serviço. Caso ela ainda esteja no começo, a remoção da praga se torna mais fácil. Agora, se todo o imóvel já estiver completamente tomado por ela, o valor será mais alto porque será mais difícil eliminar tudo. Experiência Sim, a experiência da empresa ou profissional também interfere no orçamento. Geralmente quem está começando no mercado tende a oferecer valores mais baixos. Contudo, você corre o risco de acabar contratando um serviço ineficaz ou até mesmo perigosos. Afinal de contas, o processo de dedetização envolve uma série de produtos químicos tóxicos.