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Massacre do Carandiru Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Massacre do Carandiru Ato de lembrança aos 111 detentos mortos no massacre. Local Carandiru, São Paulo, Brasil Data 2 de outubro de 1992 Tipo de ataque Assassinato em massa Mortes 111 (todos eram detentos) Feridos número de feridos indefinido Responsável(is) Tropa de Choque (PMESP) O Massacre do Carandiru foi uma chacina que ocorreu no Brasil, em 2 de outubro de 1992, quando uma intervenção da Polícia Militar do Estado de São Paulo, para conter uma rebelião na Casa de Detenção de São Paulo, causou a morte de 111 detentos. Índice 1 Motivos da rebelião e intervenção da Polícia Militar 2 Julgamento 3 Absolvição e morte do coronel Ubiratan 4 Consequências 4.1 Sequestro da filha de José Ismael Pedrosa 4.2 Fundação do Primeiro Comando da Capital 5 Na cultura popular 5.1 Canções 5.2 Filmes 5.3 Livros 5.4 Televisão 6 Ver também 7 Referências 8 Ligações externas Motivos da rebelião e intervenção da Polícia Militar A rebelião teve início com uma briga de presos no Pavilhão 9 durante uma partida de futebol dos detentos da Casa de Detenção. A intervenção da Polícia Militar, liderada pelo coronel Ubiratan Guimarães, tinha como justificativa acalmar a rebelião no local. A promotoria do julgamento do coronel Ubiratan classificou a intervenção como sendo “desastrosa e mal-preparada”.[1] A intervenção da polícia foi autorizada pelo então secretário de Segurança Pública de São Paulo, Pedro Franco de Campos, que deixaria o governo menos de um mês depois.[2] No entanto, ele negou ter consultado o governador Luiz Antônio Fleury Filho sobre a ação. Fleury, anos depois, afirmou que não deu a ordem, mas se estivesse em seu gabinete teria autorizado a invasão.[3] Michel Temer assumiu a Secretaria de Segurança no lugar de Pedro Franco de Campos. Ao tomar posse, ele anunciou como reação ao massacre que recomendaria repouso e meditação para os policiais envolvidos.[4] Julgamento Um tribunal brasileiro condenou, em abril de 2013, 23 dos policiais militares a 156 anos de prisão cada um pelo seu envolvimento na morte de 12 presos durante o massacre. A sentença foi anunciada pelo juiz José Augusto Nardy Marzagão e corresponde apenas à primeira parte do julgamento que está dividido em quatro etapas. Outros três policiais julgados nesta primeira fase foram absolvidos a pedido do próprio Ministério Público. Em 3 de agosto de 2013, por volta das 4 horas da manhã, o juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo leu a sentença de 625 anos de prisão a 25 réus policiais militares que foram acusados de participação no massacre, especificamente na participação direta na morte de 52 detentos instalados no terceiro pavimento do pavilhão 9.[5][6] Cinco júris condenaram 74 policiais militares envolvidos no massacre, porém, acabaram anulados por decisão da Quarta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, em recurso relatado pelo desembargador Ivan Ricardo Garisio Sartori, em 2016.[7][8] Além do processo criminal, o advogado Carlos Alexandre Klomfahs, em nome dos familiares das vítimas do Massacre, ingressou com uma ação pedindo ao Governo do Estado de São Paulo que reconhecesse a sua culpa pelas mortes e se desculpasse diante dos familiares via pronunciamento em rede nacional de rádio e TV. Absolvição e morte do coronel Ubiratan Em junho de 2001, o coronel Ubiratan Guimarães foi inicialmente condenado a 632 anos de prisão por 102 das 111 mortes do massacre (seis anos para cada homicídio e vinte anos por cinco tentativas de homicídio).[9] No ano seguinte, ele foi eleito deputado estadual por São Paulo após a sentença condenatória, durante o trâmite do recurso da sentença de 2001. Por este motivo, o julgamento do recurso foi realizado pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça, ou seja, pelos 25 desembargadores mais antigos do estado de São Paulo, em 15 de fevereiro de 2006. O Órgão reconheceu, por vinte votos a dois, que a sentença condenatória, proferida em julgamento pelo Tribunal do Júri, continha um equívoco. Essa revisão acabou absolvendo o réu. A absolvição do réu causou indignação em vários grupos de direitos humanos, que acusaram o fato de ser um “passo para trás” da justiça brasileira.[10] No dia 10 de setembro de 2006, o coronel Ubiratan foi assassinado com um tiro na região do abdômen.[11] No muro do prédio onde morava foi pichada a frase “aqui se faz, aqui se paga”, em referência ao massacre do Carandiru.[12] Consequências Sequestro da filha de José Ismael Pedrosa José Ismael Pedrosa foi o ex-diretor da Casa de Detenção de São Paulo por muitos anos, até o massacre dos 111 detentos em 1990. Ele foi responsável de ter autorizado.[13][14] Em abril de 2001, a filha de Pedrosa, de 45 anos, foi sequestrada por integrantes do Primeiro Comando da Capital). Não houve pedido de resgate, os sequestradores sugeriram apenas a troca da liberdade dela pela soltura de alguns dos líderes da facção que se encontravam presos em um dos pavilhões que o aconteceu o massacre.[15] Ele recebia ameaças desde 2000, quando nove presos foram mortos durante uma rebelião na Casa de Custódia, o presídio era sob direção de Pedrosa. e três dos detentos foram decapitados.[16] Pedrosa também foi diretor da Casa de Detenção na época do massacre do Carandiru, em outubro de 1992. Na ocasião, uma ação policial resultou na morte de 111 presos.[17][18][19] Fundação do Primeiro Comando da Capital Ver artigo principal: Primeiro Comando da Capital O massacre causou indignação em detentos de outras penitenciárias, os quais supostamente decidiram formar o Primeiro Comando da Capital (PCC) no ano seguinte ao do evento. Uma das afirmações iniciais do grupo era a de que pretendiam “combater a opressão dentro do sistema prisional paulista” e “vingar a morte dos cento e onze presos”.[20] Entretanto, esta suposta origem do PCC, um dos principais grupos do crime organizado no Brasil, é muito questionada, não havendo provas claras de que haja qualquer ligação entre a facção criminosa e o massacre dos detentos. Na cultura popular Canções “Diário de um Detento” (Mano Brown, Jocenir) – Racionais MC’s em Sobrevivendo No Inferno (1997) “Haiti” (Caetano Veloso, Gilberto Gil) – Caetano Veloso e Gilberto Gil em Tropicália 2 (1993) “Manifest” (Max Cavalera, Sepultura) – Sepultura em Chaos A.D. (1993) A Promessa (Humberto Gessinger e Paulo Cesarin – Engenheiros do Havaí) em Simples de Coração (1995)*”19 Rebellions” (Andrade, Aniruddha Das, Pandit G, Steve Chandra Savale, Delbert Tailor) – Asian Dub Foundation em Enemy of the Enemy (2003) “Roleta Macabra” (Eduardo) – Facção Central em O Espetáculo do Circo dos Horrores (2006) “Aonde o Filho Chora e a Mãe Não Vê” (Eduardo) – Facção Central em O Espetáculo do Circo dos Horrores (2006) “O Retorno ACDC A Prisão” (Sabotage) – Sabotage em “Uma Luz que Nunca Irá se Apagar” (2001) ” 111 Escombros – Invasores de Cérebros” “Homenagem Póstuma” (Eduardo) – Facção Central em O Espetáculo do Circo dos Horrores (2006) “Mandando Bronca” (Rhossi, Doze) – Pavilhão 9 (banda) em Cadeia Nacional (1997) Filmes Carandiru (2003) de Hector Babenco Prisioneiro da Grade de Ferro – autorretratos (2003) de Paulo Sacramento Livros Uma Porta para a Vida, de Celso Bueno de Godoy Junior Carandiru: o Caldeirão do diabo de Celso Bueno de Godoy Junior Diário de um Detento do ex-detento Jocenir Estação Carandiru (1999) de Dr. Dráuzio Varella O outro lado do muro – Ladrões, humildes, vacilões e bandidões nas prisões paulistas, 1997, de Silvio Cavalcante e Osvaldo Valente Pavilhão 9 – O Massacre do Carandiru, de Elói Pietá e Justino Pereira “Vidas do Carandiru – Histórias Reais”, 2003, de Humberto Rodrigues Televisão Carandiru, Outras Histórias (2006, Rede Globo) Ver também Violência policial Primeiro Comando da Capital Referências Terra.com.br Sob ameaça de anulação, julgamento do Carandiru acaba hoje de sexta, 29 de junho de 2001 Ex-secretário de Segurança diz que autorizou entrada da PM no Carandiru. UOL, 16 de abril de 2013 “Não dei a ordem de entrada da PM no Carandiru, mas teria dado”, diz Fleury em júri. UOL, 30 de julho de 2013 ‘Os PMs do Carandiru merecem repouso e meditação’, disse Temer na época do massacre. Brasil Post, 27 de setembro de 2016 [1] Carandiru: PMs são condenados a 624 anos por massacre de sábado, 03 de agosto de 2013 [2] Réus do massacre do Carandiru são condenados a 624 anos de prisão de sábado, 03 de agosto de 2013 «TJ anula júris que condenaram PMs pelo massacre do Carandiru». G1. 27 de setembro de 2016. Consultado em 2 de janeiro de 2017 Alexandre Hisayasu, Marco Antônio Carvalho (29 de setembro de 2016). «Desembargador que anulou Carandiru mandou prender ladrão de salame». Estadão. Consultado em 30 de setembro de 2016 «CMI Brasil – Coronel Ubiratan: condenado a 632 anos de prisão tem sentença anulada». www.midiaindependente.org. Consultado em 8 de fevereiro de 2010 «Folha Online – Cotidiano – TJ inocenta coronel Ubiratan por massacre do Carandiru – 15/02/2006». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 8 de fevereiro de 2010 «Veja cronologia do caso da morte do coronel Ubiratan -». noticias.terra.com.br. Consultado em 8 de fevereiro de 2010 «Muro em frente à casa de coronel Ubiratan é pichado -». noticias.terra.com.br. Consultado em 8 de fevereiro de 2010 «Ex-diretor de Segurança do Carandiru diz que Rota chegou ao presídio atirando». Agência Brasil. Consultado em 9 de dezembro de 2014 «Acusados de matar ex-diretor de Casa de Custódia de Taubaté serão julgados hoje». oglobo. Consultado em 9 de dezembro de 2014 «”Tropa já chegou invadindo e metralhando”, diz ex-diretor do Carandiru». Agência Brasil. Consultado em 9 de dezembro de 2014 «Ex-diretor do Carandiru é assassinado após votar». Terra.com. Consultado em 9 de dezembro de 2014 «Justiça de Taubaté condena acusados de matar ex-diretor do Carandiru». Estadão. Consultado em 9 de dezembro de 2014 «Advogado de acusado de matar ex-diretor da Casa de Custódia de Taubaté desiste de defesa». oglobo. Consultado em 9 de dezembro de 2014 Luis Kawaguti (ed.). «Matança no Carandiru motivou formação de facção criminosa». BBC.com. Consultado em 9 de dezembro de 2014 «Matança no Carandiru motivou formação de facção criminosa – BBC – UOL Notícias». UOL Notícias Ligações externas «Massacre do Carandiru, que deixou 111 mortos, completa dez anos» web.archive.org observatoriodaimprensa.com.br dhnet.org.br clubedeautores.com.br O governador, a censura e “a raça em extinção” [Esconder]vde Massacres e chacinas no Brasil século XIX Massacre da Gravata Vermelha (1897) século XX Massacre do Caldeirão de Santa Cruz do Deserto (1937)Massacre do Pau de Colher (1938)Massacre de Ipatinga (out-1963)Massacre de São Bonifácio (dez-1987)Massacre do Capacete (mar-1988)Chacina de Acari (jul-1990)Massacre do Carandiru (out-1992)Massacre de Haximu (1993)Chacina da Candelária (jul-1993)Chacina de Vigário Geral (ago-1993)Massacre de Corumbiara (ago-1995)Massacre de Eldorado do Carajás (abr-1996)Massacre no Morumbi Shopping (nov-1999) século XXI Chacina dos Portugueses (ago-2001)Chacina de Colombo (fev-2003)Chacina de Unaí (jan-2004)Chacina da Sé (ago-2004)Chacina da Baixada (mar-2005)Massacre de Realengo (abr-2011)Chacina da Grande Messejana (nov-2015)Chacina de Costa Barros (nov-2015)Chacinas em presídios (2016—2019)Familicídio em Campinas (dez-2016)Massacre de Janaúba (out-2017)Massacre do Goyases (out-2017)Chacina das Cajazeiras (jan-2018)Ataque na Catedral de Campinas (dez-2018)Massacre de Suzano (mar-2019)Massacre em Altamira (jul-2019)Chacina em Saudades (mai-2021)Chacina do Jacarezinho (mai-2021) Portal do Brasil Portal dos direitos humanos Portal da história Portal de São Paulo Portal da cidade de São Paulo Categorias: Massacres em São PauloRebeliões prisionais no Brasil1992 em São PauloViolência policial no BrasilCrimes envolvendo forças policiais do BrasilMortes por armas de fogo no BrasilCrimes em São PauloAssassinados na década de 1990 no BrasilAssassinados na América do Sul em 1992Brasileiros assassinadosPessoas assassinadas no BrasilRacismo no Brasil Esta página foi editada pela última vez às 11h14min de 26 de fevereiro de 2022. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) da Creative Commons; pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de utilização. “Vai acontecer um milagre na sua vida”, afirmou o policial calmamente enquanto engatilhava a escopeta calibre 12, apontada para a cabeça do detento Sidney Sales, então com 24 anos. “Estou com esse molho de chaves do andar todo aqui. Vou escolher uma. Se bater no cadeado, girar e a porta abrir você vive. Se não, vou te executar. Você morre aqui mesmo no corredor”. O preso fechou os olhos e começou a recitar na cabeça os salmos que conhecia. “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei…”. Antes que pudesse terminar a prece um barulho ecoou por todo o corredor do quinto andar do pavilhão 9 da Casa de Detenção do Carandiru, zona norte de São Paulo. Era o som do pesado cadeado da cela 504-E se abrindo. Sales garantiu sua vida no girar de uma chave. Naquele 2 de outubro de 1992 ele se tornou um sobrevivente do episódio conhecido como Massacre do Carandiru, o maior da história do sistema prisional brasileiro: estima-se que ao menos 111 presos foram assassinados por policiais durante uma ação desastrada da tropa. Uma tragédia de erros que marcou o Brasil, que até hoje não consegue admitir ou apontar nem mesmo os autores dessa barbárie: em abril deste ano, o julgamento que havia condenado os 74 policiais que participaram daquela operação foi anulado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. “Foi uma carnificina aquele dia, eu comparo o que aconteceu com Auschwitz [campo de concentração nazista], Camboja [onde o Khmer Vermelho matou quase 2 milhões de pessoas nos anos de 1970] e outras tragédias que eu via só em filme ou livro”, afirma Sales em conversa com o EL PAÍS na terça-feira. Os acontecimentos que levaram a polícia a invadir o pavilhão 9, que abrigava em torno de 2.500 detentos de um total de 8.000 do presídio, começaram cerca de três horas antes. O sobrevivente Sidney Sales. O sobrevivente Sidney Sales. JOEL SILVA/FOLHAPRESS Por volta das 15h o clima era de alegria no pátio: o placar estava praticamente definido, bem como o título de campeão do Carandiru. Sales, ponta-esquerda habilidoso mesmo jogando no terrão do pátio, estava feliz apesar de não ter marcado. O sol brilhava forte durante a tarde daquela sexta-feira, e sua equipe, chamada de time do Cascudinho, batia o rival por 2 a 1. Nos minutos finais da partida ele ainda precisou recuar e cobrir um buraco na defesa provocado pela expulsão de um zagueiro que deu uma botinada no rival e levou cartão vermelho. O juiz apitou e os jogadores em festa saíram comemorando rumo ao pavilhão 9 do presídio. Mas a alegria durou pouco. MAIS INFORMAÇÕES Indenização a preso decidida pelo STF é gatilho para enxurrada de ações Do Carandiru a Manaus, Brasil lota presídios para combater tráfico sem sucesso Justiça de São Paulo anula julgamentos de PMs pelo massacre do Carandiru 111 mortos e um par de salames “O grande consumidor de cocaína e maconha está nos condomínios” “Começaram a rolar uns rumores de que estava tendo uma briga no segundo andar do pavilhão entre dois presos, o Barba e o Coelho”, lembra Sales. Até então “tudo normal”, conflitos eram comuns no prédio, que abrigava réus primários e “inexperientes” em seus cinco pavimentos. Um dos envolvidos na briga ficou gravemente ferido e não foi removido pelos agentes penitenciários, o que gerou revolta na população carcerária. “Ele tinha muitos companheiros, e deixaram ele lá, sangrando no chão. Aí começou a revolta”, afirma. Rebeliões também eram comuns naquele tempo: “Eu já tinha participado de outras duas na Casa de Detenção, então sem novidade”. De acordo com Sales, um incêndio nas cozinhas precipitou a invasão do pavilhão. À medida que a tropa ia subindo, presos dos andares inferiores começavam a chegar ao quinto andar. “Eles diziam que a polícia não estava usando balas de borracha”, afirma. Sales correu para sua cela, de número 504-E, para pegar uma carta enviada pela mãe uma semana antes. Evangélica, ela havia enviado o salmo 91 da bíblia manuscrito em um papel branco: “Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia, nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia. Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti”. “Eu desacreditei, eu não era muito religioso, mas estava tão desesperado que só pensava em pegar a carta”, diz. No começo da invasão Sales pedia calma aos demais detentos. “Mas não tinha como. Da forma como fomos surpreendidos pela tropa, qualquer um entrava em pânico”, lembra. Pouco antes dos policiais chegarem ao quinto andar, ele e um grupo de detentos tentaram se refugiar em uma espécie de caixa d’água no telhado. Uma rajada de metralhadora fez com que mudassem de ideia: “Um helicóptero da polícia deu um rasante atirando sem dó, aí desistimos e voltamos pra dentro”, afirma. Quando os policiais finalmente chegaram ao quinto andar, Sales e outros presos se fecharam na cela. “Tinha 10 pessoas dentro da cela, todas agachadas rezando cada um pro seu deus. Eu não fiz diferente. Me ajoelhei e comecei a orar o salmo 91”, lembra. Um policial disparou algumas balas pela portinhola de abertura da porta. Uma delas ricocheteou na parede e terminou na nuca de um dos presos. “Estevão morreu do meu lado sem dar um grito, foi morte instantânea. Começou a se formar uma poça de sangue, e aí veio o pânico”, afirma. O policial autor dos disparos perguntou quantos detentos estavam no local. Assustados, os presos se calaram. “Ele disse que ia atirar de novo se ninguém respondesse, e foi aí que eu falei que éramos em 10 lá dentro”, diz. Dezenas de corpos estirados no chão, “alguns ainda vivos, gritando e gemendo” O policial deu ordem para que todos se despissem e saíssem da cela. Ao sair, Sales se deparou com uma cena horrenda. Dezenas de corpos estirados no chão, “alguns ainda vivos, gritando e gemendo”. Quando estava caminhando sobre os corpos, uma voz familiar chamou seu nome: “Ney, ney!”. “Era um amigo meu. Ele havia sido baleado no rosto e estava totalmente deformado. Não tive coragem de parar para ajudar nem de olhar para ele, estava horrível, um olho havia sido arrancado”, lembra com a voz embargada. Ao se aproximar das escadas, os policiais haviam se posicionado dos dois lados do corredor, e agrediam os detentos com cassetetes e coronhadas. O elevador do pavilhão havia sido danificado durante a rebelião pelos detentos. “Os policiais abriram as portas, e de cada 10 presos que passavam eles empurravam dois ou três no fosso. Imagina, uma queda de cinco andares… Quando vi que estavam fazendo isso mudei meu lugar na fila pra ficar mais perto da escada e escapar do vão”, conta. O faxina empilhando corpos Sales era um faxina, nome dado aos presos responsáveis por providenciar alimentação dos demais presos e mediar conflitos internos. “Eu acordava 5h da manhã pra pegar na portaria o café da manhã, tambores de 50 a 100 litros, e subia até o pavilhão para distribuir”, afirma. Cabia a ele e mais cerca de 200 presos que detinham o mesmo título impor a ordem entre a população carcerária. “O pessoal costuma dizer que o faxina é o voz ativa dentro do presídio. Coordenava, fazia com que as situações ficassem mais favoráveis para os presos, tinha a questão do errado se passar pelo certo e vice versa”, explica. “Éramos como que funcionário do Estado entre aspas: éramos assistentes sociais e psicólogos ao mesmo tempo também”, brinca. “Um preso pegava os braços e outro as pernas. Carreguei uns 25 corpos. Descíamos eles dos andares e amontoávamos no pátio” Após o massacre, coube a alguns detentos carregar os corpos das celas corredores até o pátio, onde seriam retirados em carros do Instituto Médico Legal. “Um preso pegava os braços e outro as pernas. Carreguei uns 25 corpos. Descíamos eles dos andares e amontoávamos no pátio”, lembra. Alguns ainda estavam vivos ao serem levados: “A gente tentava ignorar esses gritos dos que ainda viviam. Colocávamos presos mortos em cima deles pra ver se paravam de gemer”. Sales ainda estava ajudando a carregar cadáveres e presos vivos, quando percebeu, no fundo de uma cela, o corpo baleado de um outro detento que estava desempenhando a mesma função. “Aí eu pensei: ‘pronto, estão fazendo queima de arquivo”, diz. Ele correu para as escadas e subiu até o quarto andar. “Aí eu vi aquela poça de sangue no corredor, escorrendo pelos degraus e fiquei com medo de colocar o pé”, explica. O HIV era comum dentro do presídio, e os litros de sangue derramado pela chacina ajudaram a disseminar ainda mais a doença. “Aí eu desviei do quarto andar e subi pro quinto. Quando cheguei lá me deparei com três policiais”, diz. Foi neste momento que sua vida foi decidida no girar de uma chave, sob a mira de uma escopeta. “Aí eu entrei. O policial bateu a porta nas minhas costas e eu fiquei lá até o dia seguinte. Tinha umas 40 pessoas lá dentro.” Encarceramento em massa e facções Sales havia sido condenado por assalto a mão armada cometido três anos antes. “Artigo 157, roubo de carga”, conta. Preso e condenado a quatro anos de prisão, aterrissou direto no Carandiru. Antes disso nunca havia tido passagem por nenhuma penitenciária, nem pela finada Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor (Febem). “Não tenho mais pesadelos, mas trás uma revolta lembrar disso tudo né? Quem sobreviveu fica revoltado. Desacredito do Estado até hoje” Ao sair após o término de sua pena, Sales enfrentou a dura realidade do ex-presidiário. “Eu era negro, egresso do sistema penitenciário, sobrevivente do massacre do Carandiru, dependente químico e semianalfabeto. Na hora de fazer um currículo, na hora de procurar um emprego, apresentava antecedentes criminais e ninguém me queria”, afirma. Sem nunca ter sequer mexido em um computador, o ex-detento só encontrou portas fechadas, e voltou rapidamente ao crime. Em um acerto de contas, foi baleado na coluna se tornou paraplégico. Foi preso novamente depois. “Era terrível. Lembro de acordar algumas noites no presídio, depois de ter evacuado em mim mesmo. Era triste…”, lembra. Cumpriu mais dois anos em regime fechado, totalizando seis anos de reclusão. Hoje, vive para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade. Sales tem três centros para acolhimento de moradores em situação de rua e dois para recuperação de usuários de drogas. Por suas instituições já passaram mais de 7.000 pessoas. “Não tenho mais pesadelos, mas traz uma revolta lembrar disso tudo né? Quem sobreviveu fica revoltado”, diz. Para ele, a sensação é de que “não havia Justiça”. “Eu sou desacreditado do Estado até hoje”, afirma. Sales é crítico ao modelo de encarceramento em massa vigente no Brasil. “Dos mais de 600.000 presos, 40% são provisórios, ou seja, não foram nem julgados e condenados ainda”, afirma. Ele defende que estes detentos aguardem o julgamento fora do cárcere. “E é preciso ampliar as penas alternativas, que não envolvem restrição total de liberdade”, diz. Estas medidas ajudariam a “desafogar o sistema prisional”. “A maioria dos presos por tráfico são dependentes químicos, que devem ser tratados, e foram pegos com pequenas quantidades. Eles não são aquele traficante que volta da Colômbia com cinco quilos de pó na mochila”, afirma. Para ele, o atual modelo só fortalece as facções criminosas, porque “lá dentro estes presos primários são adorados por estes grupos e saem de lá com um bacharelado no crime”. “O sistema penitenciário está esquecido desde quando foi inventado”, diz. Sales relaciona a ausência do poder público nos presídios e a superlotação ao crescimento das facções. “O Estado não garante a proteção nem produtos básicos para os detentos. Aí os grupos criminosos usam essa brecha para se infiltrar, recrutar e se fortalecer”. Mais informações Familiar de um preso em frente à Cadeia Pública de Manaus. Uma crise prisional que já extrapola as prisões brasileiras AFONSO BENITES | BRASÍLIACasa de Detenção de São Paulo Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Esta página cita fontes, mas estas não cobrem todo o conteúdo. Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico) (Agosto de 2021) Casa de Detenção de São Paulo Na década de 1970. Localização São Paulo Tipo Presidio Fechamento 2002 Rebeliões Massacre do Carandiru, última rebelião deixou 111 detentos mortos em 2 de outubro de 1992 por PMs do Choque de São Paulo. A Casa de Detenção de São Paulo,[1] popularmente conhecida como Carandiru por localizar-se no bairro homônimo da cidade de São Paulo, foi uma penitenciária que se localizava na zona norte de São Paulo. Foi inaugurada em 21 de abril de 1920[2] e sua construção é do engenheiro-arquiteto Samuel das Neves. A denominação de Casa de Detenção foi dada pelo interventor federal Ademar Pereira de Barros que em 5 de dezembro de 1938, pelo decreto estadual 9.789, extinguiu a Cadeia Pública e o Presídio Político da Capital. Este decreto previa separação de réus primários de presos reincidentes e separação dos presos pela natureza do delito. Já chegou a abrigar mais de oito mil presos, sendo considerado à época o maior presídio da América Latina. Foi o local do massacre do Carandiru em 2 de outubro de 1992. Foi desativado e parcialmente demolido em 2002, no governo de Geraldo Alckmin, dando lugar ao Parque da Juventude. Em 2019, os edifícios e estruturas remanescentes do Complexo Penitenciário (os pavilhões remanescentes, o portal da Penitenciária, as estruturas remanescentes das muralhas do presídio e o edifício da prisão-albergue) foram tombados pela Prefeitura de São Paulo, considerando-se que a preservação do complexo é fundamental para a história prisional do Brasil. Segundo a arquiteta Anna Beatriz Ayroza Galvão, professora da Escola da Cidade e ex-superintendente do IPHAN, não se deve “apagar a memória da dor”. “Se fosse isso, todos os campos de concentração teriam sido destruídos; é importante deixar as marcas dessa dor para que não se repitam atrocidades como essa na nossa história”, explicou. [3] Índice 1 Histórico 2 Período 1920-1940 2.1 1940-2000 2.1.1 O massacre de 1992 2.1.2 Julgamento dos policiais envolvidos 2.2 Desativação 3 Características 3.1 Pavilhão 2 3.2 Pavilhão 4 3.3 Pavilhão 5 3.4 Pavilhão 6 3.5 Pavilhão 7 3.6 Pavilhão 8 3.7 Pavilhão 9 4 Na cultura popular 4.1 Televisão 4.2 Literatura 5 Filmografia 6 Referências 7 Bibliografia 8 Ver também 9 Ligações externas Histórico Ambox scales.svg A neutralidade deste artigo foi questionada. Discussão relevante pode ser encontrada na página de discussão. O Complexo Penitenciário do Estado de São Paulo começou na década de 1920 com a criação da Penitenciária do Estado, sobre os cuidados de Ramos de Azevedo.[4][5][6] Esta unidade tinha capacidade para abrigar mais 2000 presos, e chegou a passar por reformas para abrigar sentenciados do sexo feminino e teria o nome modificado para Penitenciária de Santana. Na década de 1950 com o governador da época Jânio Quadros foi criada a Casa de Detenção Profº. Flamínio Favero, que popularmente foi conhecida como a Casa de detenção do Complexo do Carandiru. No início foram construídos três pavilhões: 2, 5, 8 todos com capacidade total para 3500 presos provisórios. Mas a criminalidade naquela época teve um crescimento absurdo, e os Distritos Policias da Capital, o Presídio do Hipódromo (extinto em 1994) e o Presídio Tiradentes estavam super lotados. A Casa de Detenção de São Paulo, foi entregue à população em 11 de Setembro de 1956 para abrigar todos os presos provisórios da capital paulista. Inaugurada, foi considerada por vários órgãos de Segurança do Brasil e de outros países como o 2º maior presídio do mundo e o mais seguro. Porém, a realidade foi outra. No meio dos presos provisórios, havia também presos condenados em regime fechado. E como não havia mais vagas em outros locais para cumprimento de penas, a Casa de Detenção de São Paulo, se transformou em um verdadeiro depósito de presos. Cada Governador que entrava mandava construir mais um pavilhão e reformar os que estavam se deteriorando. Com a chegada da década de 1960 foram entregues mais quatro pailhões: o 4, o 7 e o 9, sendo este o último entregue e destinado a presos primários entre 18 e 25 anos e de alta periculosidade. Durante anos a Casa de Detenção de São Paulo, foi alvo de muitas histórias horríveis: rebeliões com mortes, estupros entre os presos, extorsões, mortes entre presos, agressões, fugas espetaculares, etc. O fato que marcou o Brasil e outros países foi o conhecido Massacre do Carandiru em 2 de Outubro de 1992, resultando em 111 presos mortos. E nesta data havia mais de 9.800 presos em todo o complexo. Como também a mega-rebelião do Primeiro Comando da Capital (PCC) em 8 de Fevereiro de 2001 que dentro do maior presídio da América Latina, conseguiram sincronizar 30 unidades prisionais ao mesmo tempo para se rebelarem. A mega-rebelião resultou em 16 presos mortos, além de familiares de presos feridos em circunstâncias um pouco confusas. A Casa de Detenção fechou suas portas em meados de Setembro de 2002, após 46 anos de funcionamento, e no dia 9 de Dezembro de 2002, os pavilhões 6, 8 e 9 foram implodidos. Os demais pavilhões, 2, 4, 5 e 7, seriam reformados e transformados em Centro de Estudos Tecnológicos, cultural, entre outros. Em 2005 o governador Geraldo Alckmin determinou que os pavilhões 02 e 05 fossem implodidos, ficando somente o Pavilhão 4 (enfermaria) e o Pavilhão 7 para o Museu do Computador, AcessaSP. Período 1920-1940 O Complexo Penitenciário do Carandiru, que se notabilizou recentemente por sua superlotação, má administração e pelos massacres violentos que ali ocorreram, foi – por ocasião de sua inauguração – considerado um presídio, tendo sido projetado para atender às novas exigências do Código Penal republicano de 1890, de acordo com as melhores recomendações do Direito Positivo da época. O projeto do presídio que venceu a licitação foi inspirado no Centre pénitentiaire de Fresnes, na França, no modelo “espinha de peixe” (que ainda existe – em funcionamento até hoje – nos arredores de Paris) e recebeu o título de “Laboravi Fidenter”. Foi elaborado pelo engenheiro Giordano Petry, tendo, no decorrer de sua execução, sofrido algumas adequações feitas por Ramos de Azevedo, razão pela qual esse último costuma ser citado, incorretamente, como sendo seu autor. A construção dos dois pavilhões originais do presídio ficou a cargo do Escritório Técnico Ramos de Azevedo e foi executada segundo as mais modernas técnicas existentes na época, utilizando os melhores materiais, a maioria deles importados. O custo da obra, inicialmente orçado em cerca de sete mil contos de réis, atingiu cerca de catorze mil contos de réis. Para se ter uma ideia do que significavam esses valores, na época, uma cadeia comum podia ser construída por mil contos de réis. Por duas décadas, de 1920 a 1940 – ano em que atingiu sua capacidade projetada máxima de 1 200 detentos – o presídio, então chamado Instituto de Regeneração, foi considerado um padrão de excelência nas Américas, atraindo a visita de inúmeros políticos, estudantes de direito, autoridades jurídicas italianas e até mesmo personalidades como Claude Lévi-Strauss, que vinham a São Paulo para visitá-la. Em 1936, Stefan Zweig – amigo pessoal de Sigmund Freud – escreveu, em seu livro, Encontros com homens, livros e países “que a limpeza e a higiene exemplares faziam com que o presídio se transformasse em uma fábrica de trabalho. Eram os presos que faziam o pão, preparavam os medicamentos, prestavam os serviços na clínica e no hospital, plantavam legumes, lavavam a roupa, faziam pinturas e desenhos e tinham aulas.” [7] A penitenciária do Carandiru era aberta à visitação pública e chegou a ser considerada um dos cartões postais da cidade de São Paulo. A partir de 1940 – quando excedeu sua lotação máxima – a penitenciária começou a passar por sucessivas crises. 1940-2000 Numa das várias tentativas de resolver esses problemas de superlotação foi construída a Casa de Detenção, concluída em 1956, no governo de Jânio Quadros, elevando a capacidade do complexo para 3 250 detentos. Todavia, tratava-se de um prédio anexo, cuja arquitetura não se adequava totalmente ao projeto original do conjunto, embora fosse adequado aos padrões da época. Desde então a história do Carandiru passa a não ser nada mais que uma sucessão de crises e rebeliões, que culminaram com o massacre de 1992. Naquele ano, lá se encontravam amontoados, em péssimas condições, cerca de oito mil detentos. O massacre de 1992 Ver também: Massacre do Carandiru Ato em memória dos mortos no massacre (2016) Em 1992, 111 detentos foram mortos pela Polícia Militar de São Paulo (PMSP) durante uma rebelião. Esse fato teve grande repercussão nacional e internacional. A canção “Diário de um detento”, do grupo de rap Racionais MC’s, descreve a vida dos detentos e, principalmente o episódio cohecido como “massacre do Carandiru”. Em 2000 foi criado o grupo 509-E no interior do presídio. O grupo gravou dois álbuns dentro do presídio, obtendo uma vendagem alta de cópias para o mercado brasileiro de rap. Julgamento dos policiais envolvidos Segundo muitos presos, o número oficial de mortos, durante a invasão da PMSP, é inferior ao real – que seria de, pelo menos, 250 detentos. O comandante da operação, coronel Ubiratan Guimarães, enfrentou um júri popular em 2001 e foi condenado a seis séculos de prisão, mas recorreu, alegando ter agido no estrito cumprimento do seu dever, e foi absolvido em 2006. A ação policial teve o julgamento agendado pela Justiça de São Paulo para 28 de janeiro de 2013 e entre os réus figuravam 28 dos mais de cem policiais acusados.[8] Após ser adiado duas vezes, o primeiro dos quatro julgamentos de policiais acusados pelo massacre do Carandiru começou em abril 2013.[9] Naquele mês, 23 policiais envolvidos no massacre foram condenados a 156 anos de prisão cada um, pelo assassinato de 13 detentos.[10] Em agosto de 2013, outros 25 policiais envolvidos no massacre foram condenados a 624 anos cada um, pela morte de 52 detentos.[11] Em abril de 2014, 15 outros policiais acusados pela morte de oito detentos e tentativa de homicídio contra outros dois foram julgados culpados. Cada um dos réus foi condenado a 48 anos de prisão, sendo 12 por cada uma das quatro mortes e absolvidos de outras quatro, já que estas vítimas morreram com a utilização de arma branca. Foram também inocentados das acusações de tentativa de homicídio. A decisão previa o cumprimento da pena em regime fechado, mas facultava aos acusados o direito de recorrer em liberdade, tal como haviam respondido ao processo até aquele momento.[12][13] Embora a ONU tenha instado o Brasil a fazer justiça aos mais afetados pelo massacre em setembro de 2016, o tribunal declarou nulo o julgamento do massacre do Carandiru.[14][15] O tribunal julgou que o massacre foi um ato de autodefesa e que havia falta de provas que ligassem os policiais, individualmente, aos assassinatos.[16] Na sequência, o promotor entrou com um recurso, e o processo continua em andamento. Nenhum dos policiais condenados cumpriu suas penas.[17] Desde o massacre, o governo federal brasileiro aprovou nova legislação para reformar o sistema penitenciário, que ainda não foi aplicada.[18] Restos da muralha da penitenciária transformados em passarelas. Desativação Em 2002, iniciou-se o processo de desativação do Carandiru, com a transferência de presos para outras unidades. Hoje o presídio já se encontra totalmente desativado (com exceção apenas da ala hospitalar ainda ativa atualmente), com alguns de seus prédios já demolidos e outros que foram mantidos, para serem posteriormente reaproveitados. Atualmente o local abriga instituições educacionais e de cultura, o Parque da Juventude e a Biblioteca de São Paulo. E, em dois pavilhões reformados, foram criadas duas escolas técnicas estaduais, a ETEC de Artes e a ETEC Parque da Juventude. No parque, que conta com quadras de esporte e pistas de skate, ainda é possível ver os primeiros alicerces (abandonados) do que seria o Carandiru II, que serviria para ampliar os prédios já existentes. Características Com desenhos muito semelhantes, os pavilhões se diferenciavam pela população que os habitava, cada uma com suas peculiaridades. Comum a todos eles, era a existência de corredores chamados de “rua Dez”. Localizada em frente às escadas, a rua Dez era propícia a acertos de contas, brigas mais violentas e mesmo assassinatos. Nessas ocasiões, olheiros postados nos corredores de acesso avisavam os envolvidos, caso os carcereiros se aproximassem. Pavilhão 2 Lugar para onde iam os detentos recém-chegados, que primeiramente passavam por esse pavilhão, para que fossem registrados e fotografados. Também recebiam o corte de cabelo característico e uma calça bege (única cor permitida); assistiam a uma palestra de apresentação das regras da prisão e eram encaminhados a outros pavilhões. Pavilhão 4 O mais “desejado” entre os novos presos, por não ser tão populoso e contar com celas individuais. Esse pavilhão foi criado com a intenção de ser uma área médica e, apesar de nunca tê-lo sido de forma exclusiva, acabou por manter essa característica. No térreo, ficavam os presos tuberculosos; no segundo andar, os doentes mentais (ou aqueles que fingiam sê-lo) e, no quinto andar, ficava a enfermaria. No térreo desse pavilhão existia uma ala conhecida como masmorra ou setor “amarelo”. Com celas apertadas, úmidas e escuras, ali ficavam os detentos jurados de morte por outros presos e que não podiam ser transferidos para outros pavilhões. Essas celas foram motivo de frequentes polêmicas com a imprensa e organizações humanitárias; todavia, eram a única alternativa segura oferecida a esses presos, que preferiam não sair dali, a não ser para outro presídio. Pavilhão 5 O mais populoso dos pavilhões, também considerado o mais humilde de todos, sendo seus habitantes olhados com certo desdém pelos detentos de outros pavilhões. No primeiro andar, ficavam as celas de castigo. Semelhantes às masmorras, ali eram trancafiados por cerca de trinta dias os infratores internos (por porte de drogas, armas, desacato etc.). No terceiro andar, eram alojados estupradores, justiceiros (matadores profissionais) e indivíduos expulsos de outros pavilhões. A população do quarto andar era similar à do terceiro, tendo porém a presença de muitos travestis. Ali havia um setor conhecido como “Rua das flores”, por ser habitado por homossexuais. O quinto andar era conhecido como “amarelo” e abrigava, de forma precária, muitos presos jurados de morte. Esses presos, já que estavam sob ameaça, não saíam para o banho de sol e por isso adquiriam uma coloração de pele amarelada, o que deu origem ao apelido do setor. Por todos esses fatores, esse pavilhão foi sempre considerado o mais complexo e perigoso. Pavilhão 6 Era onde ficava a antiga cozinha, desativada muitos anos antes, e o antigo cinema (destruído durante uma rebelião) transformado em um grande auditório no segundo andar. Salas da administração ficavam no segundo e terceiro andares. Celas, no quarto e quinto andares, sendo que no quinto andar ainda havia uma área destinada a abrigar presos com o mesmo perfil que o “amarelo”, dada a superpopulação do pavilhão 5. Pavilhão 7 Era considerado o mais calmo de todos, chegando a permanecer dois ou três anos sem mortes. Criado com o intuito de ser um pavilhão de trabalho, o Pavilhão 7 permaneceu habitado por detentos com ocupações laboriosas, como confecção de bolas, pipas, barcos e outras atividades. Este também era o preferido por aqueles que pretendiam fazer escavações e tentar a fuga, por ser a edificação mais próxima das muralhas. Pavilhão 8 Provavelmente o lugar onde moravam os presos mais respeitados. Por serem reincidentes, conheciam muito bem as regras prisionais e sabiam como se comportar neste ambiente. Nem por isso o pavilhão deixava de ser tenso e violento. Ao lado do Pavilhão 8, ficava o maior campo de futebol da Casa. Pavilhão 9 Ficou famoso, fora da Casa de Detenção, pois uma torcida organizada do Sport Club Corinthians Paulista com o mesmo nome (Pavilhão 9) foi formada por detentos do nono pavilhão, que eram réus primários. Além da Torcida Pavilhão 9 do Corinthians, foi formada uma banda de rap, conhecida como Pavilhão 9, e que foi um dos principais nomes do rap brasileiro, nos anos 1990, tendo gravado discos importantes do gênero, tais como Procurados Vivos ou Mortos e Se Deus Vier, Que Venha Armado. Na cultura popular Televisão A terceira temporada da série de televisão americana Prison Break foi inspirada na Casa de Detenção de São Paulo e na Penitenciária de San Pedro na Bolívia. Na série, a penitenciária se chama Sona (Penitenciária Federal de Sona).[19] O local também ficou conhecido por uma polêmica e rara edição do Domingo Legal, onde contou com a visita da médium Socorro Leite e do então apresentador Gugu Liberato na área, já desativada, durante o mês de maio de 2002.[20] Tal episódio ficou marcado pelos gritos de medo da sensitiva e no tom sensacionalista da reportagens, levando a mesma a impedir a veiculação desse feito em qualquer mídia. Atualmente há apenas uma das partes da visita de Socorro disponível no YouTube.[21][22] Literatura Estação Carandiru de Dráuzio Varela Diário de um detento de Jocenir Vidas do Carandiru – Histórias Reais de (Humberto Rodrigues) Às Cegas de Luís Alberto Mendes Sobrevivente André du Rap, do Massacre do Carandiru de André du Rap Código de Cela, o mistério das prisões de Guilherme S. Rodrigues Memórias de um Sobrevivente de Luís Alberto Mendes Cela Forte mulher de Antônio Carlos Prado Pavilhão 9, Paixão e morte no Carandiru de Hosmany Ramos Carandirú: o Caldeirão do diabo – Celso Bueno de Godoy Uma porta para a vida – Celso Bueno de Godoy Filmografia O Prisioneiro da Grade de Ferro (Autorretratos), de Paulo Sacramento (2003). Documentário realizado pelos próprios presos, um ano antes da desativação da Casa de Detenção do Carandiru. Referências História do Carandiru Granato, Fernando (21 de abril de 2020). «Carandiru, que faria cem anos, foi de prisão modelo a palco de massacre». Folha de S. Paulo. Consultado em 21 de abril de 2020 Complexo Penitenciário do Carandiru é tombado pela Prefeitura de SP. Por Abrahão de Oliveira. G1, 10 de novembro de 2019. História do Carandiru História da Penitenciária de São Paulo História do Sistema Penitenciário Paulista ZWEIG, Stefan; Encontros com homens livros e países. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1942. «Massacre em prisão do Brasil aguarda julgamento há 20 anos». Jornal de Notícias. 2 de outubro 2012. Consultado em 23 de agosto de 2021 Após adiamentos, julgamento do Carandiru tem início em São Paulo. BBC, 15 de abril 2013. «Brazil police sentenced over Carandiru jail massacre». BBC News. 21 de abril de 2013 «Brazil Carandiru jail massacre police guilty». BBC News. 3 de agosto de 2013 «15 police guilty in Brazil prison killings». eNCA. 3 de abril de 2014 PMs são condenados na última etapa do julgamento do caso Carandiru. 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Ver também Carandiru, filme de Hector Babenco (2003) Etec Parque da Juventude Massacre na Casa de Detenção de São Paulo Parque da Juventude Ligações externas Caso Carandiru (links para notícias sobre o caso do massacre), no site Jus Brasil Repressão e Controle Prisional no Brasil: Prisões Comparadas – Cancelli História da construção do Carandiru, Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo A Penitenciária do Estado: a preservação da ordem pública paulista Resenha: SALLA, Fernando. As prisões em São Paulo: 1822-1940. São Paulo: Annablume/Fapesp, 1999. Ícone de esboço Este artigo sobre prisões, cadeias e presídios é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. Categorias: Construções demolidas da cidade de São PauloPrisões de São Paulo Esta página foi editada pela última vez às 23h10min de 6 de março de 2022. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) da Creative Commons; pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de utilização. Menor preço do mercado Facilitamos o pagamento Atendimento imediato Executamos: Desentupimento de caixa de esgoto Desentupimento cano PVC para esgoto 100mm Desentupimento cano PVC para esgoto 4″ Desentupimento de caixa de gordura ​Desentupimento de caixa de inspeção Desentupimento de caixa de passagem Desentupimento de canalização de esgoto Desentupimento de cano com gordura Desentupimento de cano com lama Desentupimento de cano com pedra Desentupimento de cano com resto de obra Desentupimento de cano de esgoto com cimento Desentupimento de cano de cimento Desentupimento de cano de ferro Desentupimento de cano de PVC Desentupimento de tubulação de esgoto Desentupimento de encanamento antigo Desentupimento de encanamento de esgoto Desentupimento de esgoto com gordura Desentupimento de esgoto com hidrojateamento Desentupimento de esgoto com lama Desentupimento de esgoto com pedra Desentupimento de esgoto com resto de obra Desentupimento de manilha Desentupimento de tubo de 100mm de esgoto Desentupimento de tubo de 4″ de esgoto Desentupimento de tubulação de esgoto Esgotamento de caixa de esgoto Esgotamento de caixa de gordura Limpeza de cano com lama Limpeza de caixa de água Limpeza de caixa de esgoto Limpeza de encanamento de esgoto Limpeza de caixa de gordura Limpeza de poço de esgoto Limpeza de rede de esgoto Vídeo Inspeção para localizar obstrução na rede Equipamentos utilizados: Máquina elétrica de desentupimento em Santana Máquina elétrica de desentupimento Utilizamos máquinas elétricas para desentupimento de esgoto, que é um equipamento que auxilia não só na solução de problemas de entupimentos em geral, mas também ajuda a preveni-los se usadas regularmente para não deixar que o acúmulo de sujeiras e detritos causem danos. Muito recomendadas aos comércios, restaurantes, escolas e ambientes nos quais os detritos representam risco para os encanamentos. As máquinas utilizam cabos tipo molas flexíveis e ponteiras especificas para cada tipo de problema. A utilização desse equipamento consegue desentupir a rede de esgoto, passando com facilidade pelas curvas das tubulações sem quebrar. Para evitar danos nos canos de esgoto, evite sempre a utilização de alternativas como barras de ferro para desentupir a rede de esgoto, isso quase sempre causa a quebra da tubulação nas curvas e canos, que pode fazer com que o esgoto vaze contaminando o solo. Caminhão de desentupimento em Santana Caminhão para desentupimento Para desentupimentos de rede de esgoto maior porte temos caminhões hidrojato, que possuem mangueiras de alta pressão, que com um potente jato de água consegue desobstruir qualquer tipo de obstrução e ao mesmo tempo limpar internamento o cano sem danifica-lo. Ponteira de hidrojateamento em Santana Ponteira de hidrojateamento O hidrojato possui ponteiras especiais para desobstruir qualquer tipo de entupimento. Essas ponteiras perfuram as placas de gordura ou material solidificado da rede de esgoto, dissolvendo qualquer material e ao mesmo tempo limpa toda a tubulação. Equipamento de vídeo inspeção em Santana Equipamento de vídeo inspeção Com o equipamento de vídeo inspeção, uma sonda com uma mini câmera acoplada na ponta e introduzida na tubulação da rede de esgoto, e o operador acompanha no monitor externo a situação dentro dos canos. Toda a filmagem pode ser gravada para posterior análise e fotografada para documentar o trabalho antes e depois da realização de um serviço por exemplo. Esse tipo de equipamento auxilia enormemente a determinação exata do local da obstrução, principalmente em locais onde não existe a planta hidráulica e ninguém mais conhece o percurso exato da tubulação de esgoto. Nós também alugamos o equipamento de vídeo inspeção, fale conosco. Evite quebras da rede de esgoto de Santana Não permita que pedreiros quebrem seu patrimônio, procurando por caixa de esgoto, caixa de gordura ou até mesmo uma fossa. Chame a desentupidora  Serviços SP, que tem equipamentos com tecnologia de localização, resguardando a integridade do ambiente. Evite quebras na sua rede de esgoto, não contrate amadores para fazer manutenção na sua residência ou empresa, a desentupidora  Serviços SP possui os melhores equipamentos e profissionais do mercado. 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Desentupimento Esgoto em Santana (11) 3313-1732 Fale com as nossas atendentes “O burro nunca aprende, o inteligente aprende com sua própria experiência e o sábio aprende com a experiência dos outros.” Desentupidora em Santana Desentupidora Santana 07/05/20 Desentupidora Banheiro Santana Desentupidora Cozinha Santana Desentupidora de Ralo de Banheiro Santana Desentupidora de Ralo de Box Santana Desentupidora em Santana Desentupidora no Bairro Santana Desentupidora Orçamento Grátis Santana Desentupidora Pia Santana Desentupidora Poço de Recalque Santana Desentupidora Privada Santana Desentupidora Ralo de Chuveiro Santana Desentupidora Ralo Santana Desentupidora Rede Água Pluvial Santana Desentupidora Rede de Esgoto Santana Desentupidora Santana Desentupidora Santana 24 Horas Desentupidora Tanque Santana Desentupidora Vaso Sanitário Santana Desentupidora Vídeo Inspeção Santana Desentupimento Caminhão Santana Desentupimento com Hidro Jato Santana Desentupimento Condomínio Santana Desentupimento de Banheiro Santana Desentupimento de Cano em Santana Desentupimento de Vaso Sanitário Santana Desentupimento em Santana Desentupimento Empresa Santana Desentupimento Pia de Cozinha em Santana Desentupimento Ralo Quintal Santana Desentupimento Residência Santana Desentupimento Visita Grátis Santana Encanador em Santana Limpa Fossa Santana Limpeza Caixa de Gordura Santana Limpeza de Fossa Santana Melhor Preço Desentupidora Santana Santana Desentupidora Santana Desentupimento Santana Limpa Fossa Todas Desentupidoras em Santana Peça agora um orçamento Nome E-mail Telefone Serviço Descrição Palavras Mais Buscadas: Limpa Fossa na Zona Sul | ABCD | Água Pluvial | Alphaville | Aluguel de Caminhão | Artigos | Atibaia | Banheiro Locação | Barueri | Base Móvel | Bertioga | Biritiba Mirim | Bragança Paulista | Cabreúva | Caça Vazamento Zona Sul | Caieiras | Cajamar | Campinas | Campo Limpo Paulista | Carapicuiba | Centro | Cotia | Cubatão | Dedetizadora Zona Sul | Desentupidora na Zona Leste | Desentupidora na Zona Norte | Desentupidora na Zona Oeste | Desentupidora na Zona Sul | Desentupidora no Centro | Desentupidora Posto de Gasolina | Desentupimento | Desentupimento de Calhas | DESENTUPIMENTO DE ESGOTO | DESENTUPIMENTO DE RALO | DESENTUPIMENTO DE VASO SANITÁRIO | Desentupimento em São Paulo | Desentupimento em SP | Desentupimento na Zona Leste | Desentupimento na Zona Norte | Desentupimento na Zona Oeste | Desentupimento na Zona Sul | Desentupimento no Centro | Diadema | Dicas | Doenças transmitidas pela água | Embu das Artes | Embu-Guaçu | Emergência | Equipamentos | Esgotamento | Eventos | Ferraz de Vasconcelos | Francisco Morato | Granja Vianna | Guarujá | Guarulhos | Hidrojateamento | Histórico de Notícias e Dicas | Hortolândia | Indaiatuba | Itanhaém | Itapecerica da Serra | Itapevi | Itaquaquecetuba | Itatiba | Itú | Itupeva | Jacareí | Jandira | Jarinu | Jundiai | Juquitiba | Leste | Limpa Fossa | Limpa Fossa Estradas | Limpa Fossa na Grande São Paulo | Limpa Fossa na Zona Leste | Limpa Fossa na Zona Norte | Limpa Fossa na Zona Oeste | Limpa Fossa no Centro | Limpa Fossa Zona Leste | Limpa Fossa Zona Sul | Limpadora de Caixa de Água | Limpeza de caixa de gordura | Limpeza de Caixa de Gordura na Zona Oeste | Limpeza de Caixa de Gordura no Centro | Limpeza de Fossa | Limpeza de fossa na Zona Sul | Limpeza Residencial | Limpezas | Louveira | Mairiporã | Mauá | Menor Preço | Mogi | Mogi das Cruzes | Mongaguá | Mulher | Nazaré Paulista | Obras | Osasco | Peruibe | Pirapora do Bom Jesus | Poá | Poço de Inspeção | Poço de Recalque | Poço de Visita | Praia Grande | Ribeirão Pires | Rio Grande da Serra | Sanitização | Sanitização Zona Oeste | Sanitização Zona Sul | Santa Isabel | Santana do Parnaíba | Santo André | Santos | São Bernardo do Campo | São Caetano do Sul | São José dos Campos | São Lourenço da Serra | São Vicente | Sul | Suzano | Taboão da Serra | Valinhos | Vargem Grande Paulista | Várzea Paulista | Video Inspeção | Vinhedo | Zona Oeste | Zona Sul 1 | Zona Sul 2Atendemos todas as ruas e avenidas de Santana, na zona norte de São Paulo, para serviços de desentupimento, esgotamento e limpeza de rede de esgoto e de água pluvial. Alameda Afonso Schmidt Avenida Água Fria Avenida Águas de São Pedro Avenida Bráz Leme Avenida Conselheiro Moreira de Barros Avenida Cruzeiro do Sul Avenida Engenheiro Caetano Alvares Avenida General Pedro Leon Schneider Avenida Imirim Avenida Leôncio de Magalhães Avenida Luiz Dumont Villares Avenida Marechal Eurico Gaspar Dutra Avenida Moysés Roysen Avenida Nova Cantareira Avenida Olavo Fontoura Avenida Otto Baumgart Avenida Paulo Silva Araújo Avenida Santos Dumont Avenida Zaki Narchi Largo Conselheiro Moreira de Barros Largo de Santana Parque Domingos Luís Praça Antônio Zunkeller Leite Praça Belém da Cachoeira Praça Condessa Siciliano Praça Coronel Hélio Franco Chaves Praça Domingos Correia da Cruz Praça Domingos da Conceição Praça Doutor Antônio Mercado Praça Doutor José Augusto César Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira Praça Iauti Praça Josafhat Filho Praça Lions Clube Vila Guilherme Praça Mashiach Now Praça Menotti Martini Praça Nakhle Khouri Gharib Praça Olga de Paiva 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Machado Rua Antônio dos Santos Neto Rua Antônio Francisco da Costa Rua Antonio Guganis Rua Antônio Lourenço Rua Antônio Lustosa Rua Antônio Nadruz Dib Rua Antônio Pereira de Souza Rua Antônio Ribeiro Rua Aprigio Guimarães Rua Ararimã Rua Areia Branca Rua Armanda Rua Armando de Mendonça Rua Armênia Rua Artur Rua Assuí Rua Atalanta Rua Augusto Tolle Rua Augusto Tortorelo de Araújo Rua Aurélia Fiorentini Rua Aureliano Leal Rua Aurelio da Silva Rua Aviação Rua Aviador Gil Guilherme Rua Banco das Palmas Rua Bararque Rua Barra de São João Rua Batista da Mata Rua Belchior Paulo Rua Benedito Xavier Pinheiro Rua Benta Pereira Rua Bento Arruda Rua Bento da Conceição Rua Bento de Alvarenga Rua Benvinda Aparecida de Abreu Leme Rua Bernardo Viana Rua Brigadeiro Gomes Pereira Rua Brusque Rua Caetano Goncalves Rua Caeté-Açu Rua Caetezal Rua Cambaquara Rua Canção do Pescador Rua Cândido de Souza Rua Cantídio Dantas Rua Canto do Junco Rua Capitão Alberto Mendes Júnior Rua Capitão Amaral Rua Capitão Manoel Novaes Rua Capitão Rabelo Rua Carlos Camargo Aranha Rua Carlos de Laet Rua Carlos Escobar Rua Carmen Cinira Rua Caruaru Rua Casa Forte Rua Castro Maia Rua Cataguases Rua Cerqueira Leite Rua César Zama Rua Charles Terry Rua Chemin Del Pra Rua Cícero Valadares Rua Cinco Rua Cipriano de Souza Rua Cirilo de Oliveira Rua Claáudio Rodrigues Lopes Rua Clara Camarão Rua Clara de Oliveira Rua Claudino Alves Rua Comendador Joaquim Monteiro Rua Conceição da Barra Rua Conde de Santa Fé Rua Condessa Siciliano Rua Cônego Manuel Vaz Rua Conselheiro Pedro Luís Rua Conselheiro Saraiva Rua Copacabana Rua Corneteiro Jesus Rua Coronel Aires de Campos Castro Rua Coronel Albues Rua Coronel Antônio de Carvalho Rua Coronel Antunes Chaves Rua Coronel Carvalho Sobrinho Rua Coronel Chananeco Rua Coronel Evaristo de Campos Rua Coronel Higino Borges dos Santos Rua Coronel José Leite de Barros Rua Coronel Lúcio Rosales Rua Coronel Vieira de Castro Rua Cristóvão Vaz Rua Crixás Rua Custódio de Mendonça Rua Dacache Rua Damasio Mascarenhas Rua Damiana da Cunha Rua Damião Simões Rua Daniel Rossi Rua Darzan Rua das Colônias Rua das Cotovias Rua Demócrito Rua Deolinda da Encarnação Martins Rua Derviche Djouki Rua Diogo Bueno Rua Diogo Cabrera Rua Diogo de Brito Rua Dionísio Gomes Pereira Rua Dom Antônio dos Santos Cabral Rua Dom Henrique Mourão Rua Dom José Maurício Rua Domingos Baiao Rua Domingos da Costa Mata Rua Dona Beatriz Correa Rua Dona Elfrida Rua Dona Josefina Zogbi Esper Rua Dona Luisa Tolle Rua Dona Maria Custódia Rua Dona Martinha Rua dos Abacateiros Rua dos Timoneiros Rua Doutor Alcides Prestes Rua Doutor André Nunes Junior Rua Doutor Artur Guimarães Rua Doutor Artur Leite de Barros Júnior Rua Doutor César Rua Doutor Faria Pereira Rua Doutor Gabriel Piza Rua Doutor Gabriel Resende Filho Rua Doutor Genésio Pereira Rua Doutor Guilherme Cristoffel Rua Doutor João Batista Soares Faria Rua Doutor José Alves de Aranha Rua Doutor José Manoel de Figueiredo Neto Rua Doutor Luis Lustosa da Silva Rua Doutor Olavo Egídio Rua Doutor Paulo Gatti Rua Doutor Soares de Gouveia Rua Doutor Umberto Salomone Rua Doutor Zuquim Rua Duarte de Azevedo Rua Durval Clemente Rua Embaixador João Neves da Fontoura Rua Eneida da Costa Morais Rua Engenheiro César Rua Engenheiro Mac Lean Rua Engenheiro Mariano Jatahy Ferraz Rua Engenheiro Paulo Mauriti Rua Enguaçu Rua Erval Grande Rua Estefania Mendes Pereira Rua Estêvão Helwadjian Rua Eudoro Lemos de Oliveira Rua Eudoro Lemos Rua Eugênio Colber Rua Eugenio Fortes Coelho Rua Ezequiel Freire Rua Faustina Rua Faustino Pereira Matias Rua Feliciano Bicudo Rua Felício Ciaccio Rua Felipe Gadelha Rua Félix Pacheco Rua Fernandes Sampaio Rua Fernando Renzo Rua Fernando Sandreschi Rua Fernão de Carvalho Rua Florindo Braglia Rua Florinéia Rua Força Pública Rua Francisca Biriba Rua Francisca Júlia Rua Francisco Baruel Rua Francisco Peruche Rua Franco Paulista Rua Frei Melchior Rua Frei Vicente do Salvador Rua Gabriel Prestes Rua Garção Tinoco Rua Gaspar Soares Rua General Bagueira Rua General Francisco Ramos Rua General Frederico Solon Rua George Oetterer Rua Gilberto Sampaio Rua Goulart de Andrade Rua Gracianópolis Rua Graciema Nobre de Campos Rua Gramadinho Rua Guajurus Rua Guatiaia Rua Guilherme Paraense Rua Guiomar Teixeira Rua Helena Dorleans Tucci Ricci Rua Hélio Zilman Rua Heliodora Rua Helvidio Gouveia Rua Henrique Bernardelli Rua Horácio Scrosoppi Rua Hortênsia Rua Ianá Rua Ibiratinga Rua Igapira Rua Iguape Rua Ildefonso Albano Rua Ilha Grande Rua Imabu Rua Imaculada Rua Imperatriz Rua Ipeuva Rua Irmãos Forner Rua Isabel do Couto Rua Isidoro de Laet Rua Ismael Neri Rua Itaguaçaba Rua Itaici Rua Itamarati Rua Jacob Daldão Rua Jair de Moraes Rua Jamil João Zarif Rua Jardim Hollywood Rua Jardim Imirim Rua Jardinesia Rua Jauari Rua Jaundá Rua Jerônima Dias Rua Jetibá Rua João Cabral Rua João de Castelhanos Rua João Masser Rua João Navarro Botelho Rua João Pizarro Gabizo Rua João Turra Rua João Zech Rua Joaquim Couto Rua Joaquim Norberto Rua Joaquim Pereira de Souza Rua Joaquim Pita Rua José Barbosa de Almeida Rua José Castelo Rua José Coelho de Freitas Rua José de Albuquerque Medeiros Rua José Debieux Rua José Doll de Moraes Rua José Farhat Rua josé Leal da Silva Rua José Leite de Almeida Rua José Margarido Rua José Peixoto Lobo Rua Jovita Rua Juami Rua Jucuma Rua Juiciá Rua Julia Lopes de Almeida Rua Júlio Minozzi Rua Jupia Rua Juquiratiba Rua Justino Pereira Rua Laerte Rua Lagoa Verde Rua Larival Geá Sanches Rua Leite de Morais Rua Leonor Cruz Cunha Rua Lidía Coelho Rua Lina Rua Linete Reis Rua Lúcia Goulart Cerqueira Rua Lúcia Rossi Rua Lucinda Gonçalves de Souza Rua Luís Antônio dos Santos Rua Luis Augusto Rua Luíz Cardamone Rua Luso Brasileiro Rua Macaiá-Mirim Rua Machado Pedrosa Rua Major Caetano da Costa Rua Major Oscar Guimaraes Rua Major Sampaio Rua Manoel de Soveral Rua Manuel da Cunha Rua Manuel de Matos Rua Manuel de Souza Rua Manuel dos Santos Neto Rua Marcio Humberto Gandolpho Rua Marechal Fontoura Rua Marechal Hermes da Fonseca Rua Marechal Leitão de Carvalho Rua Marechal Odylio Denys Rua Margarido da Silva Rua Maria Aparecida Amaral Godoi Rua Maria Casali Bueno Rua Maria Curupaiti Rua Maria de Carvalho e Castro Rua Maria do Carmo Senne Rua Maria Elisa Rua Maria Helena Rua Maria Prestes Maia Rua Maria Rosa de Siqueira Rua Maria Silveira Rua Maria Simões Rua Maria Vitória Rua Mário Araújo Rua Mário dos Anjos Rua Mário la Torre Rua Mariquinha Viana Rua Martins Fernandes Rua Massinet Sorcinelli Rua Mateus Leme Rua Matheus Leme Rua Miguel Delgado Rua Mimoso do Sul Rua Minas Hevoldjian Rua Ministro João Gomes de Araújo Rua Mirante Rua Mirassolândia Rua Monsenhor Gonçalves Rua Monsenhor Marcondes Nitsch Rua Nabuco Araújo Rua Nanau Rua Narandiba Rua Natalino Garibe Rua Naul de Souza Montovani Rua Neblina Rua Nicolas Vedia Rua Nicolau de Biasi Rua Nogueira Acioli Rua Nova dos Portugueses Rua Nunes Garcia Rua Nuno Pinto Rua Orlando Sardi Rua Otavio dos Santos Rua Otávio Marques Rua Outeiro da Cruz Rua Paderewsky Rua Padre Agostinho Poncet Rua Padre Azevedo Rua Padre Clemente Henrique Moussier Rua Padre Donizete Tavares de Lima Rua Padre Ildefonso Rua Padre João Gualberto Rua Padre José dos Santos Rua Padre Paulo Ravier Rua Paineira do Campo Rua Palméia Rua Paschoal Mastroeni Rua Pato Branco Rua Patrocínio do Sapucaia Rua Paulo da Silva Gordo Rua Paulo Goncalves Rua Paulo Setúbal Rua Pedro Cacunda Rua Pedro Carvalho de Oliveira Rua Pedro de Campos Rua Pedro Doll Rua Pedro Madureira Rua Pedro Ribeiro Rua Pedro Romero Rua Pelegrino Rua Pereira de Freitas Rua Perina Rua Pero Leme Rua Perpétuo Júnior Rua Pessoa de Barros Rua Pierre Bienvenu Noailles Rua Piracanguá Rua Piracema Rua Pontins Rua Porto Velho Rua Professor Alfredo Bresser Rua Professor Antonio Pena Rua Professor Batista Brito Rua Professor Batista de Brito Rua Professor Carlos Gama Rua Professor Colombo de Almeida Rua Professor Fabio Fanucchi Rua Professor Joaquim Osório de Azevedo Rua Professor José Miziara Rua Professor Lourival Gomes Machado Rua Professor Luís Rosanova Rua Professor Milton Rodrigues Rua Professor Rocha Vaz Rua Progressista Rua Racionalismo Cristão Rua Rafael de Oliveira Rua Raimundo de Morais Rua Raul Vieira de Carvalho Rua Roberto Hans Rua Roberto Loos Rua Ronaldo de Carvalho Rua Ronaldo de Morais Rua Rosa D’agostino Rua Rosina Loos Rua Rubiácea Rua Salete Rua Salvador Lombardi Neto Rua Santa Eulália Rua Santa Regina Rua Santa Rita de Cássia Rua Santo Egidio Rua São Leôncio Rua Sargento Mor Ramalho Rua Satuba Rua Sebastião Gonçalves Rua Seis Rua Senhor do Monte Rua Serra do Guirra Rua Sete Rua Sidnei Francisco Ferreira Rach Rua Silos Rua Silvio Delduque Rua Simões Rua Sóror Angélica Rua Tabira Rua Tenente Blum Rua Tenente Manoel Vicente Rua Tenente Rocha Rua Território do Acre Rua Tibiri Rua Tijuca Paulista Rua Tobias Moscoso Rua Tomé Ferreira Rua Tome Raposo Rua Toranja Rua Três Mosqueteiros Rua Tupiguaes Rua Ulisses Esteves Costa Rua Urupiara Rua Valdomiro Silveira Rua Vale da Ribeira Rua Valencio Natal Rua Vasco Cinquini Rua Verde Mar Rua Vicente Biondo Rua Vicente Soares Rua Viri Rua Vitória Perpétua Rua Viveiros de Castro Rua Voluntários da Pátria Rua Waldir Figueiredo Pelicano Rua Wilson Dupont Rua Xavier da Veiga Travessa Agenor Gallassi Travessa Alphonse Benjamim Chauvin Travessa Antonia Fernandes de Oliveira Travessa Antônio Rossi Travessa Aris Kodjaian Travessa Armando Neves Travessa Aurélio Bonelli Travessa Aurora Miranda Travessa Ayres da Mata Machado Filho Travessa Benedito Acácio Gonçalves Travessa Bruno Andreon Travessa Calêndula Travessa Carlos Fabbri Travessa Carlos Montuori Travessa Carmelinda Marques Pereira Travessa Chapadinha Travessa Cobrodó Travessa Cordeiros Travessa Coronel Geraldo Paglia Travessa Coronide Travessa Cristina Ruffa Travessa da Estrela Fugaz Travessa Dagmar Travessa Danças Caipiras Travessa Dona Amélia Vieira Pita Travessa Duarte de Azevedo Travessa Engenheiro Fernando Puccetti Travessa Ferdinando Antônio Martini Travessa Fernando Aldana Travessa Francisco Flores Travessa Francisco Maria Moraes Parra Travessa Genésio Murta Travessa Jaraucu Travessa Jardim Wollywood Travessa João Francisco Travessa João Sobrinho Travessa José Aprile Travessa José Cavallaro Travessa José Joaquim Lagoa Travessa José Peiro Travessa José Sancho Travessa Katia de Souza Rodrigues Travessa Limoeiro Travessa Luís Gonçalves Travessa Luiz Antônio Tormes Travessa Manoel Ferreira da Silva Travessa Marcos Balcarce Travessa Marechal Hermes da Fonseca Travessa Maria Alves Travessa Marici Travessa Messias Ferreira Azevedo Filho Travessa Nagib Chohfi Travessa Olympio Alexandre Travessa Oswaldo Nazareno Lupattelli Travessa Padre Rosano Stofella Travessa Paulo Castaldelli Travessa Pedro Romero Travessa Professora Lindya Clemente Travessa Rosemary Marques Siqueira Travessa Rozaria Amâncio do Nascimento Travessa Ruth Nowottne Noronha Travessa Sargendo Domingos Arnaldo Pirollo Travessa Silvio Fernandes Travessa Smirante Flosi Travessa Tanasia Travessa Timoneiros Viela Balthazar Rodrigues Viela Belchior de Medeiros Viela Marisa Viela Serena Viela Vigario Baruel Viela Vigário Marcos Mendes Limpa Fossas em Santana Desentupidora em Santana Desentupimento DESENTUPIDORAS NA ZONA NORTE Desentupidora Cantareira Desentupidora Chácara do Encosto Desentupidora Chácara São João Desentupidora Conjunto Habitacional Jova Rural Desentupidora Conjunto Residencial Montepio Desentupidora Conjunto Residencial Santa Terezinha Desentupidora Conjunto Residencial Santo Antonio Desentupidora Guapira Desentupidora Horto Florestal Desentupidora Imirim Desentupidora Jaçanã Desentupidora Jardim Aliança Desentupidora Jardim Cabuçu Desentupidora Jardim Carlu Desentupidora Jardim Emília Desentupidora Jardim Itatinga Desentupidora Jardim Jaçanã Desentupidora Jardim Malba Desentupidora Jardim Maninos Desentupidora Jardim Modelo Desentupidora Jardim Ormendina Desentupidora Jardim Paraíso Desentupidora Jardim Picolo Desentupidora Jardim Santa Inês Desentupidora Jardim Vieira de Carvalho Desentupidora Lauzane Paulista Desentupidora Mandaqui Desentupidora Parque Edu Chaves Desentupidora Parque Mandaqui Desentupidora Pedra Branca Desentupidora Vila Amélia Desentupidora Vila Aurora Desentupidora Vila Basileia Desentupidora Vila Carolina Desentupidora Vila Constância Desentupidora Vila Ester Desentupidora Vila Germinal Desentupidora Vila Guaca Desentupidora Vila Isabel Desentupidora Vila Laura Desentupidora Vila Milagrosa Desentupidora Vila Nelson Desentupidora Vila Nilo Desentupidora Vila Nova Galvão Desentupidora Vila Romero Desentupidora Vila Santa Terezinha Desentupidora Vila Santo Antônio Desentupidora Vila Santos Desentupidora Vila Vitorio Mazzei TAMBÉM NAS CIDADES PRÓXIMAS Desentupidora em Bragança Paulista Desentupimento em Cotia Desentupimento em Embu das Artes Desentupimento em Embu-Guaçu Desentupimento em Itapecerica da Serra Desentupimento em Juquitiba Desentupimento em São Lourenço da Serra Desentupimento em Taboão da Serra Desentupimento em Vargem Grande Paulista Atendimento expresso para desentupimento doméstico da rede sanitária. Plantão 24 horas, Atendimento Imediato. Se preferir agende uma visita. Frota própria com rastreamento e encanadores especialistas em desentupimentos, limpezas e caça vazamentos. Visita e orçamento totalmente sem compromisso. Experimente. Limpa Fossa Zona Norte PRONTO ATENDIMENTO 24 x 7 365 DIAS DO ANO Desentupidora 24 Horas Santana Parcerias para atendimento 24 horas Dicas Para Evitar Entupimento 1. Pia de cozinha Utilize “ralinho japonês” no ralo da pia de cozinha para evitar que entre na rede de esgoto materiais que deveriam ir para o lixo como restos de comida, pedaços de plásticos de etiquetas, guardanapos, palitos e caroços de frutas. 2. Tanque de lavar roupa Utilize sempre o tampão do ralo do tanque para não deixar que pequenas peças de roupas entrem no cano de esgoto. Muita gente também limpa a caixa de areia de gatos e cachorros no tanque o que faz com que restos de areia vão para o esgoto. 3. Vaso sanitário Lugar de lixo é no lixo. Não jogue papel higiênico, absorvente, preservativo e restos de medicamento pelo vaso sanitário pois isso não dissolve na água e causa entupimentos frequentemente. 4. Ralo de banheiro Limpe regularmente o ralo do banheiro para evitar que o acúmulo de fios de cabelo cause um entupimento com o tempo. O aparecimento das famosas moscas de ralo é um importante indicador que o ralo do banheiro deve ser limpo com mais frequência. 5. Caixa de gordura Se a sua cozinha já tem uma caixa de gordura instalada lembre-se que esse sistema deve ser limpo regularmente. Em uma cozinha de restaurante por exemplo é recomendado que a limpeza se faça semanalmente. 6. Descarte de Óleo de Cozinha Nunca jogue na rede de esgoto restos de óleo, tintas, combustíveis, solventes ou outros produtos parecidos, o descarte desse tipo de material deve ser feita de forma apropriada, procure pela internet na sua região onde esses produtos devem ser descartados. Na dúvida acesse o site da Sabesp. SERVIÇOS COM GARANTIA Para evitar danos mais graves ao local, não tente realizar o desentupimento de esgoto por conta própria. Quando tiver problemas nesse sentido, chame a desentupidora  Serviços SP, para que possamos realizar uma inspeção e identificar o que está causando o problema e dar a melhor solução para resolvê-lo com um preço Justo. EXECUTAMOS: Caça vazamentos Desentupimento de caixa de esgoto Desentupimento cano PVC para esgoto 100mm Desentupimento cano PVC para esgoto 4″ Desentupimento de caixa de gordura ​Desentupimento de caixa de inspeção Desentupimento de caixa de passagem Desentupimento de canalização de esgoto Desentupimento de cano com gordura Desentupimento de cano com lama Desentupimento de cano com pedra Desentupimento de cano com resto de obra Desentupimento de cano de esgoto com cimento Desentupimento de cano de cimento Desentupimento de cano de ferro Desentupimento de cano de PVC Desentupimento de cuba de banheiro Desentupimento de tubulação de esgoto Desentupimento de encanamento antigo Desentupimento de encanamento de esgoto Desentupimento de esgoto com gordura Desentupimento de esgoto com hidro jato Desentupimento de esgoto com lama Desentupimento de esgoto com pedra Desentupimento de esgoto com resto de obra Desentupimento de fossa séptica Desentupimento de manilha Desentupimento de pia Desentupimento de privada Desentupimento de ralo de banheiro Desentupimento de rede de esgoto Desentupimento de tubo de 100mm de esgoto Desentupimento de tubo de 4″ de esgoto Desentupimento de tubulação de esgoto Desentupimento de vaso sanitário Esgotamento de fossa Esgotamento de caixa de esgoto Esgotamento de caixa de gordura Limpeza de cano com lama Limpeza de caixa de água Limpeza de caixa de esgoto Limpeza de encanamento de esgoto Limpeza de caixa de gordura Limpeza de fossa Limpeza de poço de esgoto Limpeza de poço de recalque Limpeza de rede de esgoto Limpeza de rede de água pluvial Vídeo Inspeção para localizar obstrução na rede O esgoto não tratado pode prejudicar o meio ambiente e a saúde das pessoas. Os agentes patogênicos podem causar doenças como o cólera, a difteria, o tifo, a hepatite e muitas outras. Mau cheiro de esgoto na propriedade? Estamos prontos para atender qualquer demanda seja em uma residência, condomínio ou empresa. Não perca tempo ligue já e chame a  Desentupidora. DESENTUPIDORAS NA ZONA NORTE Desentupimento Brasilândia Desentupimento Cachoeirinha Desentupimento Casa Verde Desentupimento Freguesia do Ó Desentupimento Jaçanã Desentupimento Jaraguá Desentupimento Jardim Santa Cruz Desentupimento Jardim São Miguel Desentupimento Limão Desentupimento Mandaqui Desentupimento Perus Desentupimento Pirituba Desentupimento Santana Desentupimento São Domingos Desentupimento Tremembé Desentupimento Tucuruví Desentupimento Vila Guilherme Desentupimento Vila Maria Desentupimento Vila Medeiros SANTANA Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre. Santana é um distrito do município de São Paulo, situado na Zona Norte do município, ao norte do rio Tietê e compõe com os distritos de Tucuruvi e Mandaqui a Subprefeitura de Santana/Tucuruvi. Distrito de Santana Distrito de Santana Santana conta com diversos hospitais, consultórios e clínicas. Abriga em seu território hospitais como: Alvorada, CEMA, San Paolo e Aeronáutica. O bairro também é servido pelo Hospital São Camilo (no bairro vizinho de Vila Santana) e pelo Conjunto Hospitalar do Mandaqui, um dos maiores da América Latina. Possui o pronto socorro Doutor Lauro Ribas Braga (Pronto Socorro Santana) e a UBS Joaquim Antonio Eirado (JAE). O bairro possui vários serviços públicos, como: o Centro de Controle de Zoonoses, um quartel do Corpo de Bombeiros, um Centro de Apoio ao Trabalho e o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo. Bairros do distrito de Santana: Água Fria, Chora Menino, Imirim (parte), Jardim Carmem Verônica, Jardim do Colégio, Jardim São Paulo, Santa Teresinha, Santana, Vila Benevente, Vila José Casa Grande, Vila Marisa Mazzei, Vila Matias, Vila Paulicéia, Vila Rabelo, Vila Santa Luzia, Vila Santana, Vila Siciliano, Vila Vitório, Vila Zélia e a região do Alto de Santana. Santana é um bairro que possui amplo comércio, apresentando vários edifícios comerciais, um pequeno shopping (Santana Shopping na Rua Voluntários da Pátria), várias agências bancárias, supermercados, restaurantes fast-food e um grande número de lojas. Há um diverso comércio popular, muito parecido com o da Rua 25 de Março, tendo se consolidado como polo de um comércio de produtos contrabandeados, pirateados e falsificados. Localiza-se na parte central do bairro, ao redor da estação Santana do metrô. A parte alta do bairro apresenta um comércio específico para a classe mais abastada como: padarias gourmet, lojas de grife, clínicas de estética, academias e restaurantes modernos, concentrados principalmente na Rua Pedro Doll e no seu em torno. Por causa da proximidade com o Centro, o Terminal Rodoviário Tietê, o Aeroporto Campo de Marte e o Anhembi Parque, o bairro reúne flats e hotéis, como Holiday Inn, o maior hotel do país. Muro de casa da zona norte desaba com a Chuva. Com as fortes chuvas dos últimos dias, o muro de uma casa desabou na noite de domingo 02/02/20 em Santana, afetando pelo menos três residências. Moradores reportam que a defesa civil interditou a área mais a prefeitura não orientou os moradores para onde ir. Alagamentos em Santana A chuva de 10/02/20 causou vários pontos de alagamentos na cidade de São Paulo, particularmente na zona norte causando o transbordamento do rio Tietê e o bloqueio total da marginal na altura da Ponte das Bandeiras. Alagamento na Ponte das Bandeiras Ponte das Bandeiras Se o seu condomínio ou empresa alagou, chame nossa desentupidora para fazer o esgotamento e limpeza do local. Lembre-se que essa água tem lodo e lama do rio, portanto altamente contaminada. Não toque nesse material sem os equipamentos de proteção individual apropriado. Alagamento no Campo de Marte Alagamento no Campo de Marte Temos caminhões de esgotamento de alagamento, de vários tamanhos, para a solução do seu problema. SERVIÇOS ESSENCIAIS Estamos de plantão em Santana para executar qualquer tipo de desentupimento na zona norte de São Paulo. Nossa missão é manter em funcionamento, mesmo nessa época de pandemia, o sistema de esgoto de residencias, empresas e condomínios. Se você está com problema de entupimento de pia, ralo, vaso sanitário ou fossa entre em contato, temos atendimento 24 horas e expresso para toda a região de Santana. Evite a contaminação, não toque em esgoto doméstico e resolva o mais rápido possível problemas de vazamento. #FiqueEmCasa Nós estamos trabalhando para manter os sistemas essenciais funcionando. Limpeza de Fossa Santana Desentupidora em Santana PARCERIAS: Desentupidora Santana Limpa Fossa Santana 20/07/21 Desentupidora Banheiro Santana Desentupidora Cozinha Santana Desentupidora de Ralo de Banheiro SantanaSantana (bairro de São Paulo) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Coordenadas: 23°30’14″S 46°37’35″W Disambig grey.svg Nota: Para o distrito de mesmo nome, veja Santana (distrito de São Paulo). Para outros significados, veja Santana. Santana Bairro de São Paulo Bandeira da cidade de São Paulo.svg Bairro de Santana.jpg Santana vista do edifício Altino Arantes. Créditos: Samuel Kassapian. Dia Oficial 26 de julho Fundação 26 de julho de 1782 (239 anos) Imigração predominante Portugal Portugal Itália Armênia Alemanha Zona de valor do CRECI Zona B Distrito Santana Subprefeitura Santana/Tucuruvi Região Administrativa Nordeste Wikimedia | © OpenStreetMap ver Santana é o principal bairro e um dos mais antigos da Zona Norte[1] do município de São Paulo, no Brasil.[2] Pertence ao distrito homônimo[3] e é administrado pela Subprefeitura de Santana/Tucuruvi.[4] Surgiu em 1782 e seu aniversário é comemorado no dia 26 de julho. Foi um dos primeiros bairros a ter um dia oficial (Lei 11 169, de 30 de março de 1992, sancionada pela prefeita Luiza Erundina).[5] Originado da Fazenda de Sant’Ana, propriedade da Companhia de Jesus que foi pela citada primeira vez em 1560 pelo padre José de Anchieta, funcionou como o cinturão verde da “São Paulo dos Campos de Piratininga”. As terras da fazenda foram divididas em sesmarias no início do século XIX.[6] O Império do Brasil começou a nascer na Rua Alfredo Pujol, onde ficava a sede da fazenda,[7] pois foi ali que a família dos Andradas se estabeleceu e o lugar onde José Bonifácio de Andrada e Silva redigiu o manifesto paulista que ajudou na declaração do Dia do Fico por parte de dom Pedro I (posteriormente, houve a independência do país, em 1822).[8] Um pequeno núcleo se formou no entorno da antiga fazenda. Na planta de 1897, já aparece um traçado de ruas, mas as casas concentravam-se exclusivamente ao longo de algumas destas.[6] O século XX marcou a integração de Santana à metrópole, dos bondes puxados a burros do século XIX à inauguração da primeira estação do metrô na década de 1970.[9] Com esse processo de desenvolvimento e avanços em sua infraestrutura, o bairro transformou-se em um dos principais polos comerciais da zona norte e da cidade.[10] Atualmente, o bairro apresenta considerável adensamento populacional e o fenômeno da verticalização em virtude da valorização dos terrenos destinados às classes média, média alta e alta.[11][12] Índice 1 Etimologia 2 História 2.1 Fazenda de Sant’Ana 2.2 Século XIX 2.3 Século XX 2.4 Atualidade 3 Geografia 3.1 Localização geográfica 3.2 Relevo 3.3 Hidrografia 3.4 Clima 4 Infraestrutura 4.1 Transportes 4.2 Educação 4.3 Utilidade pública 5 Economia 5.1 Comércio 6 Cultura e lazer 6.1 Solidariedade 7 Santana na mídia 7.1 Santanenses 7.2 Eventos 7.3 Filmes, novelas e livros 8 Ver também 9 Bibliografia 10 Referências Etimologia Placa de um bonde do século XIX em exibição no Museu do Transporte A palavra Santana é a junção de Santa Ana, formada pelo processo de justaposição da língua portuguesa, com fontes registadas desde sua fundação. Ao longo dos séculos, o bairro foi chamado de Sant’Anna, depois Sant’Ana, até o nome atual. Santa Ana, mãe de Maria e avó de Jesus, foi nomeada como “Padroeira de Metrópole de São Paulo” pelo papa Urbano VIII em 25 de maio de 1782. Em 1621, o papa Gregório XV fixou 26 de julho como a data da festa litúrgica de Sant’Ana. A santa também é padroeira do bairro.[13] História Fazenda de Sant’Ana Ver artigo principal: Fazenda de Sant’Ana Fazenda de Sant’Ana Santana é o mais antigo núcleo de povoamento na cidade ao norte do Rio Tietê. O bairro foi conhecido por muito tempo como Fazenda Tietê ou Guaré, no caminho de Atibaia e de Minas Gerais. Os colonizadores portugueses trouxeram índios escravos, se instalando juntamente com jesuítas, que já haviam montado um colégio para a catequização. Foram estes [jesuítas] que trouxeram as primeiras melhorias para a fazenda, como o estabelecimento de alguns centros de plantação e criação de animais. Em 1673, a Fazenda de Sant’Ana passou a se desenvolver mais, tornando-se a fazenda mais importante do Colégio de São Paulo.[8] A sede da fazenda, construída em 1734, ficava onde é hoje o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo.[7] Como reflexo da determinação do Marquês de Pombal de expulsar os jesuítas do Reino de Portugal e de suas colônias, confiscando seus bens, a fazenda passou a ser administrada pelo governo da Capitania de São Paulo, já não mais pela Companhia de Jesus. A fazenda tinha seus limites a partir das imediações do Jardim da Luz, seguindo o Rio Guaré (atual Tietê) e terminando aproximadamente em Mairiporã.[6] Século XIX Solar dos Andradas No início do século XIX, a Coroa tentou fundar um núcleo colonial distribuindo terras em sesmarias. Em 1887, viviam, ali, pouco mais que 130 pessoas, que cultivavam vinha, batata e milho. Anos depois, foi criada a Paróquia de Sant’Ana, tendo, por sede provisória, a Capela de Santa Cruz, no Alto de Santana.[14] Até 1897, as habitações encontravam-se apenas ao longo das atuais ruas Alfredo Pujol e Doutor César. Devido às inundações periódicas da várzea do Tietê, houve uma expansão lenta e a fazenda foi sendo dividida e subdividida, surgindo então o núcleo do atual bairro de Santana.[6][8] Independência Em 1821, a sede da fazenda era chamada de Solar dos Andradas e, em dezembro deste mesmo ano, José Bonifácio de Andrada e Silva, vice-presidente da província, redigiu a representação paulista ao Governo Imperial neste solar.[7] Esta representação contribuiu para dom Pedro I realizar o Dia do Fico, no dia 9 de janeiro de 1822 na capital (Rio de Janeiro). O episódio do Dia do Fico prenunciou a declaração de independência do Brasil no mesmo ano.[6] Trecho da carta: “ É impossível que os habitantes do Brasil que forem honrados e se prezarem de ser homens, e mormente os paulistas, possam jamais consentir em tais absurdos e despotismos. V. A. Real deve ficar no Brasil quaisquer que sejam os projetos das Cortes Constituintes não só para nosso bem geral mas até para a independência e prosperidade futura do mesmo Portugal.[15] ” Chácara Baruel Palacete Baruel, castelo construído no estilo gótico Ver artigo principal: Chácara Baruel, Biblioteca Narbal Fontes e Palacete Baruel No ano 1852, o alferes de milícias Francisco Antônio Baruel, representante de uma das primeiras famílias da Zona Norte, adquiriu terras no bairro. Ele era agricultor, criador de animais, fabricante de farinha e de telhas. Fabricava telhas no Sítio Morrinhos, transportando-as, por canoas, pelo Rio Tietê.[16] Formou a Chácara Baruel, que possuía a área de um alqueire (24 250 m²) e cuja sede situava-se em um castelo de estilo nórdico construído por volta de 1879. A Família Baruel ajudou na construção da Capela de Santa Cruz no Alto de Santana.[17] Tempos depois, este palacete, chamado também de “Castelinho de Santana”, se tornou um orfanato dirigido por Pérola Byington. Francisco Baruel foi homenageado com uma rua que situa-se próximo ao palacete.[18] Biblioteca Narbal Fontes, outra casa da Chácara Baruel Outro imóvel que restou da Chácara Baruel foi a casa de dona Maria, filha dos Baruel. Construída em estilo normando com estrutura sólida e rico trabalho arquitetônico, é um patrimônio histórico que preserva a história do bairro.[19] Nos anos 1950, a casa foi apropriada pela prefeitura e a Biblioteca Narbal Fontes foi criada na gestão do prefeito Jânio da Silva Quadros, recebendo, como patrono, o escritor e médico Narbal Fontes. Ocupa área de 1 450 metros quadrados, sendo circundada por um jardim com muitas árvores e bancos.[20] Século XX Dificuldades de acesso a Santana eram históricas e retardaram o desenvolvimento até meados do século XIX. Até então, a região produzia uvas e vinhos. Quando a Companhia Cantareira e Esgotos resolveu captar água na Serra da Cantareira para abastecer o reservatório da Consolação foi necessária a criação de um meio de transporte para locomoção de trabalhadores e materiais de construção. Por isso, o Governo do Estado resolveu construir a pequena linha férrea provisória do Tramway Cantareira.[2] Ao final do ano de 1893, o trem já estava em operação. Passava por Santana na atual Avenida Cruzeiro do Sul transportando passageiros e cargas. Houve uma ampliação do sistema por meio de um ramal até Guarulhos. Este ramal começava na Estação Areal (próximo ao atual Parque da Juventude) e seguia pela Avenida General Ataliba Leonel.[21] A Estação Santana ficava na Rua Alfredo Pujol, entre a Rua Voluntários da Pátria e a Avenida Cruzeiro do Sul, não muito distante de onde, mais tarde, foi construída a Estação Santana do metrô. Além de garantir o acesso, a ferrovia ajudou a desenvolver o bairro rapidamente. Mas, em 31 de março de 1965, após 72 anos de uso, o trem foi desativado, pois frequentemente ocorriam acidentes nas ruas de Santana, oferecendo um risco à segurança dos moradores e também para liberar caminho para o metrô.[6] A energia elétrica permitiu que os trólebus reforçassem o transporte até a chegada da Linha 1 do metrô, em 1975, quando foram inauguradas as estações Santana, Carandiru e Tietê, além do Terminal Santana.[22] Por esses avanços houve um “boom” imobiliário na década levando o bairro a ser um dos principais polos comerciais da cidade.[23] Trem da Linha 1 – Azul do Metrô e, ao lado direito, a antiga Casa de Detenção de São Paulo O Carandiru A Casa de Detenção de São Paulo, popularmente conhecida como “Carandiru” por ter sido construída sobre o córrego de mesmo nome,[24] estava aberta à visitação pública após sua inauguração e chegou a ser considerada como um dos cartões-postais da cidade. Entretanto, após a década de 1940 quando atingiu sua lotação máxima entrou em decadência. Novos pavilhões eram construídos, mas ainda assim aumentava a superlotação. Pelo descaso do governo, no ano de 1992 houve uma intensa rebelião que terminou com 111 presidiários mortos.[25] Esta rebelião é conhecida como o Massacre do Carandiru, foi considerado um dos episódios mais sangrentos da história penitenciária mundial.[26] Somente no ano de 2002 a casa foi desativada e parcialmente demolida transformando-se no que é hoje o Parque da Juventude.[27] Capela de Santa Cruz Primeira transmissão de rádio No dia 3 de junho de 1900, o padre Landell de Moura, considerado “pai brasileiro do rádio”, realizou a primeira transmissão da voz humana por rádio, com registro da imprensa, da Avenida Paulista, provavelmente de onde hoje está situado o Museu de Arte de São Paulo até o bairro de Santana, no Colégio Irmãs de São José (atual Colégio Santana). Na época, o padre era o pároco da Capela de Santa Cruz ao lado do colégio.[28] Em 1916, no ponto onde hoje está o Museu de Arte de São Paulo, existia o Belvedere Trianon, de onde se podia avistar o Colégio Irmãs de São José. Pela notável situação geográfica, é muito provável que tenha sido este ponto, pois a comunicação com o telefone sem fio, que utilizava a luz, não poderia ter obstáculos materiais à frente.[6] O trânsito é o principal problema que aflige a população do bairro[29] Atualidade O bairro é relativamente arborizado e bem atendido no transporte, água, esgoto, moradia e comércio.[15] Apesar dessas características suas ruas são acometidas por congestionamentos, zonas de meretrício da Avenida Cruzeiro do Sul e Rua Voluntários da Pátria na altura do Campo de Marte e Terminal Santana, inúmeras pichações, alagamentos em suas vias mais centrais[30][31] e grande número de moradores de rua em seu centro.[8] Para a diminuição dos congestionamentos em suas vias, o bairro ganhará uma ligação subterrânea, chamada até então de “Elo Norte” pela Companhia de Engenharia de Tráfego. O complexo viário com dois túneis ligará a Avenida Cruzeiro do Sul com a Avenida Engenheiro Caetano Álvares no Mandaqui.[32] O túnel beneficiará os moradores dos bairros de Lauzane Paulista e do Mandaqui, pois, para acessar essas regiões, é necessário atravessar as ruas do Alto de Santana e de Santa Teresinha, áreas congestionadas devido à alta verticalização. Orçado em R$ 338 mi, o projeto removerá 340 imóveis, principalmente os localizados no centro de Santana. A conclusão da obra está prevista para o ano de 2012.[33] Além dos dois túneis estão previstas: uma faixa exclusiva para bicicletas e uma calçada.[34] Todo seu território é urbano com alta taxa de densidade demográfica. O fenômeno da verticalização cresce ano após ano e surge como consequência da valorização dos terrenos existentes.[35] Incorporadoras desenvolvem projetos de edifícios residenciais de médio e alto padrão, tanto que há locais em Santana em que o metro quadrado chega a custar R$ 7 mil.[36] Em virtude da expressiva valorização, o metro quadrado de algumas vias santanenses sofreu acréscimos de pelo menos 100% no projeto do Imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana, exemplo da Avenida Brás Leme.[37] O bairro está localizado no distrito de Santana que possui o maior índice de desenvolvimento humano (0,925) da zona norte da cidade e o 19º maior dentre os 96 distritos.[38] O bairro pode ser dividido basicamente em duas regiões: O Centro de Santana, região comercial do bairro Centro de Santana Ver artigo principal: Centro de Santana É zona mais antiga do bairro. Possui forte concentração comercial, especialmente nas proximidades das ruas Leite de Morais, Doutor César, Alfredo Pujol e Voluntários da Pátria; a última é considerada como centro de comércio popular portando 600 lojas e um pequeno shopping.[39] A região é conhecida pela autossuficiência, já que possui diversos tipos de comércio e serviço, além de trabalho e instituições de ensino.[12] Apresenta baixo grau de verticalização se comparado ao Alto de Santana e ótima infraestrutura de transporte. Está relativamente degradado. Após a construção do Parque da Juventude, aumentou o processo de especulação imobiliária na região. Em 2010, ano de eleições, houve o início de um processo de reurbanização do Centro de Santana. A Subprefeitura de Santana-Tucuruvi fez obras de revitalização visual, remoção de camelôs e gentrificação da Rua Voluntários da Pátria e suas adjacências.[40] Destaca-se a Avenida Brás Leme, via residencial e comercial arborizada, ocupada por edifícios de classe média. É uma das atrações na temporada natalina, por sua decoração. A região é classificada pelo conselho regional de corretores de imóveis como “zona de valor C”, tal como os bairros de Barra Funda, Tatuapé e Butantã.[41] Alto de Santana, região nobre do bairro Alto de Santana Ver artigo principal: Alto de Santana Local onde Landell de Moura realizou a primeira experiência de transmissão de ondas de rádio[42] e também via de acesso de trólebus que ligavam o alto de Sant’Ana (como era chamado na época) aos bairros da Lapa, Freguesia do Ó e Penha.[43] Atualmente, é uma zona residencial muito verticalizada, delimitada pelas ruas Conselheiro Moreira de Barros e Pedro Doll, onde tem ocorrido expressiva valorização nos últimos anos. Apresenta edifícios de alto padrão e o metro quadrado em algumas vias chega a 7 000 reais.[44] Por causa da especulação imobiliária, empreendimentos imobiliários localizados em regiões relativamente distantes do bairro, como Mandaqui e Lauzane Paulista, são erroneamente anunciados como “lançamento no Alto de Santana”. “Alto de Santana” também é uma denominação comumente utilizada para se referir não só à parte alta de Santana, mas também ao bairro de Vila Santana. Recebe a classificação “Zona de Valor B” pelo conselho regional de corretores de imóveis, assim como outras áreas nobres da capital como Brooklin, Vila Olímpia, Pinheiros e Jardim Paulistano.[41] Geografia Ver também: Lista das vias do distrito de Santana Compass rose pale-50×50.png Santa Teresinha e Chora Menino Mandaqui e Alto de Santana Água Fria vde Compass rose pale-50×50.png Jardim São Bento e Vila Ester North Carandiru e Jardim São Paulo West Santana East South Casa Verde Bom Retiro e Canindé Vila Guilherme Localização geográfica O bairro é relativamente extenso, de sul ao norte começando aproximadamente no trecho inicial da Avenida Morvan Dias de Figueiredo (Marginal do Rio Tietê) e terminando no alto da Rua Voluntários da Pátria, após a rua Pedro Doll. Santana limita-se ao norte com o Alto de Santana e Mandaqui, a oeste com Santa Teresinha, Vila Ester, Jardim São Bento, Chora Menino e Casa Verde, a leste com Carandiru, Jardim São Paulo e Vila Guilherme e ao sul com o Bom Retiro e o Canindé. Elevação da Rua Voluntários da Pátria Relevo Por encontrar-se próximo à Serra da Cantareira, a maior parte do seu território é acidentado, com diversas altitudes. A topografia do bairro apresenta basicamente dois trechos distintos: da Marginal Tietê, passando pelo Campo de Marte, até os arredores da Estação Santana, a região é plana e mais baixa, pois apresenta baixos terraços pluviais da várzea do rio Tietê, mantidos por cascalhos e aluviões antigos (720-730m). Ao longo várzea há um espesso solo turfoso escuro que estende-se até os sopes mais suaves das colinas. A partir das ruas Conselheiro Saraiva, Alfredo Pujol e do final da avenida Cruzeiro do Sul, começa a apresentar elevação considerável caracterizada por altas colinas e espigões secundários nas abas das primitivas plataformas interfluviais das colinas paulistas de 750 a 810 metros, geologicamente esses terrenos são formados por materiais xistosos e graníticos sendo o topo coberto por material sedimentar. O Córrego Carandiru Hidrografia O histórico Córrego Carandiru (também conhecido como Carajás), que banhava a Fazenda de Sant’ Ana, atravessa o bairro e arredores até desaguar no Rio Tietê. Foi completamente canalizado em 1960 pelo então prefeito Adhemar de Barros.[45] Em 2007, o Programa Córrego Limpo, do governo do estado, deixou-o despoluído.[46] O abastecimento de água em Santana é feito pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Na pesquisa do ano 2000, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística constatou que 95,56% dos domicílios do bairro possuíam rede geral de água.[47] Clima A região mais baixa do bairro, várzea do Rio Tietê, está 722 metros acima do nível do mar (adotando, como referência, o Aeroporto Campo de Marte), além de estar ao sul do Trópico de Capricórnio. Possui assim um clima subtropical, do tipo Cwa segundo a classificação de Köppen. A temperatura média anual é, pela média aritmética das temperaturas mensais mostradas abaixo, de 19,8 °C. Apresenta invernos amenos e verões com temperaturas moderadamente altas, aumentadas pelo efeito da poluição e da alta concentração de edifícios.[48] A precipitação pluviométrica anual é de aproximadamente 1 455 mm, com maior concentração de chuvas nos meses de verão.[49] Santana apresenta uma incidência anual de raios relativamente alta, devido principalmente a fatores como urbanização, asfaltamento, muitos prédios e poluição.[50] [Esconder]Tabela climática de Santana Temperatura e precipitação Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Média Média máxima (°C) 27,0 27,0 27,0 24,0 21,0 21,0 21,0 22,0 22,0 23,0 24,0 26,0 23,75 Média mínima (°C) 19,0 19,0 19,0 17,0 14,0 13,0 12,0 13,0 14,0 16,0 16,0 18,0 15,83 Precipitação (mm) 239 218 160 76 74 56 43 38 81 124 145 201 121,25 Fonte: Weather Underground (temperaturas) e The Weather Channel (precipitação) Infraestrutura Aeroporto Campo de Marte e, ao fundo, o panorama do bairro Transportes Devido às inundações sazonais do Rio Tietê, que causavam transtorno ao acesso do bairro, houve, no início da década de 1940 a construção da Ponte das Bandeiras, estabelecendo a ligação do bairro com o Centro paulistano. Na época, Prestes Maia, o prefeito, considerava a obra como o portão de entrada da cidade. Já na década de 1970, o bairro completou sua integração com o resto da cidade pela construção da linha 1-Azul do Metrô. As três estações do metrô do bairro na Avenida Cruzeiro do Sul Atualmente, o bairro é um dos mais servidos na cidade por estações do metrô. São três estações: Tietê, Carandiru e Santana, duas dessas estações estão ligadas a dois importantes terminais rodoviários da capital, como o Terminal Santana, terminal de grande porte utilizado apenas para o transporte coletivo municipal com linhas destinadas essencialmente à região norte, mas também com destinos às outras regiões de São Paulo e o Terminal Tietê, considerado o maior do Brasil e um dos maiores do mundo, liga a cidade a quase todos os estados brasileiros e a algumas cidades dos países vizinhos.[2][51] O bairro possui acesso fácil a importantes vias, como a Marginal Tietê e a Rodovia Presidente Dutra. Os principais acessos ao Centro são feitos pelas pontes Cruzeiro do Sul, das Bandeiras e da Casa Verde. Situa-se, em Santana, o Aeroporto Campo de Marte, construído no início do século XX e que foi a primeira infraestrutura aeroportuária da cidade de São Paulo. Atualmente, abriga a maior frota de helicópteros do Brasil e a maior do mundo desse tipo de aeronave, tendo superado a de Nova Iorque.[52][53] É o quinto do país — após Congonhas, Guarulhos, Brasília e Galeão — em movimento operacional.[54] Colégio Santana, o mais antigo do bairro. No Centro de Santana, encontra-se a maioria dos serviços de utilidade pública Educação Ver também: [[:Lista dos estabelecimentos de ensino]] Santana possui um sistema educacional público e privado que supre adequadamente a demanda por educação básica. Em seus limites há 3 universidades, 10 escolas públicas (que incluem escolas infantis, primárias, secundárias e escolas técnicas), 16 escolas privadas e três bibliotecas públicas.[55] Existem escolas muito tradicionais no bairro, como os colégios: Santana, com mais de 110 anos de existência; SAA, Luiza de Marillac e CEDOM. Além do ensino básico, o bairro oferece inúmeras escolas de idioma e escolas técnicas — com destaque para a recém-inaugurada Etec Parque da Juventude, que oferece inúmeros cursos profissionalizantes e cursos técnicos. Apresenta uma enorme de variedade de cursos, desde moda até uma escola de pilotagem no Aeroporto Campo de Marte (a maior escola de aviação da América Latina).[56] O ensino superior é recente, ministrado somente por instituições particulares. Algumas personalidades como a pintora Tarsila do Amaral e Ayrton Senna estudaram em colégios do bairro, ambos no Colégio Irmãs de São José (atual Colégio Santana).[57] Utilidade pública Santana conta com diversos hospitais, consultórios e clínicas. Abriga em seu território hospitais como: Alvorada, CEMA, San Paolo e Aeronáutica. O bairro também é servido pelo Hospital São Camilo (no bairro vizinho de Vila Santana) e pelo Conjunto Hospitalar do Mandaqui, um dos maiores da América Latina. Possui o pronto socorro Doutor Lauro Ribas Braga (Pronto Socorro Santana) e a UBS Joaquim Antonio Eirado (JAE).[58] O bairro possui vários serviços públicos, como: o Centro de Controle de Zoonoses, um quartel do Corpo de Bombeiros, um Centro de Apoio ao Trabalho e o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo.[2] Economia Rua Voluntários da Pátria Comércio Santana é um bairro que possui amplo comércio, apresentando vários edifícios comerciais, um pequeno shopping (Santana Shopping na Rua Voluntários da Pátria), várias agências bancárias, supermercados, restaurantes fast-food (como McDonald’s e Bob’s) e um grande número de lojas de roupas, sapatos e papelarias, fortemente concentrados na Rua Voluntários da Pátria (600 lojas) e no seu entorno.[39] O Multimídia Trade Center e o Complexo do Anhembi são estabelecimentos onde ocorrem feiras e amostras comerciais de negócios. Há um diverso comércio popular, muito parecido com o da Rua 25 de Março, tendo se consolidado como polo de um comércio de produtos contrabandeados, pirateados e falsificados. Localiza-se na parte central do bairro, ao redor da estação Santana do metrô. A parte alta do bairro apresenta um comércio específico para a classe mais abastada como: padarias gourmet, lojas de grife, clínicas de estética, academias e restaurantes modernos, concentrados principalmente na Rua Pedro Doll e no seu em torno. Por causa da proximidade com o Centro, o Terminal Rodoviário Tietê, o Aeroporto Campo de Marte e o Anhembi Parque, o bairro reúne flats e hotéis, como Holiday Inn, o maior hotel do país.[59] Cultura e lazer Parque da Juventude e, ao fundo, o Panorama urbano do bairro Localiza-se, em Santana, o Parque da Juventude, inaugurado em 2003. É composto pela Biblioteca de São Paulo, por 10 quadras poliesportivas, área de apresentações artísticas, pistas de corrida, uma escola técnica e uma unidade do Acessa São Paulo. Atualmente é uma das melhores áreas de lazer de São Paulo.[60] Também se localiza, em Santana, a Biblioteca Pública Nuto Sant’Anna, que leva o nome do escritor, poeta e historiador Benevenuto Silvério de Arruda Sant’Anna (morador de Santana).[61] Apesar da pouca existência de museus na Zona Norte, o bairro abriga o Museu Aberto de Arte Urbana de São Paulo, o Museu do Dentista, que preserva a história da odontologia no país e o Arquivo Público do Estado‎‎, uma das principais fontes para pesquisas documentais no país, abrigando diversos arquivos documentação textual do período colonial ao Brasil República e um acervo com cerca de um milhão de imagens e microfilmes. Possui ainda um núcleo da Biblioteca Estadual, uma mapoteca e uma hemeroteca.[62] No setor de entretenimento, Santana abriga o Teatro Alfredo Mesquita e um cinema no pequeno centro de compras Santana Shopping. Para a realização de eventos, o bairro é servido pelo Anhembi Parque, o segundo maior centro de eventos da América Latina. Abriga também o Polo Cultural e Esportivo Grande Otelo, projetado por Oscar Niemeyer,[63] além da Arena Skol Anhembi, do Pavilhão de Eventos e do Auditório Elis Regina.[64] Próximo à Via Professor Simão Faiguenboim, situa-se o tradicional clube náutico Esperia, que tem 80 mil metros quadrados de área.[65] Santana também foi berço de dois grupos musicais que fizeram sucesso em suas épocas: o grupo de pagode Jeito Moleque[66] e a dupla Os Vips, maior sucesso da Jovem Guarda,.[67] O Instituto Ayrton Senna foi criado no bairro e estabeleceu-se nele até o ano de 2011 Solidariedade Diversas entidades encontram boa estrutura no bairro pela facilidade de acesso, localização central e rede de serviços. Em Santana, está o Centro Presbiteriano Humanitário de Ação Social, que serve refeições e abrigo para moradores de rua. O centro ainda mantém o Abrigo São Martinho, que acolhe ex-dependentes químicos e que busca empresas que possam propor parcerias para inserção dos atendidos no mercado de trabalho. Outras instituições são a Promove Ação Social, que investe em atividades socioeducativas para a juventude e a Associação dos Amigos da Criança Autista, que oferece assistência a crianças com o distúrbio.[68] A população também se mobiliza anualmente na “Festa Beneficente de Natal do Alto de Santana”, realizada na Rua Pedro Doll. A comemoração tem a função de arrecadar alimentos que serão revertidos às instituições da região.[69] Santana na mídia Santanenses Ver artigo principal: Senhoras de Santana Rua Paderewsky, onde as Senhoras de Santana moravam A população do bairro já foi conhecida em âmbito nacional tanto que no início dos anos 1980 as “Senhoras de Santana” eram um grupo católico que protestava contra cenas despudoradas e abusivas na televisão, especialmente as novelas da Rede Globo e a favor da censura televisiva. Moravam na Rua Paderewsky, uma luxuosa rua no bairro. Logo a coligação ganhou má fama e era alvo de chacotas. Na época a expressão “Senhora de Santana” era usada para se referir a uma pessoa chata e inconveniente.[70] As ideias das tais senhoras que atualmente são idosas permeiam até hoje. Tanto que em 2008 o bairro foi considerado pelo jornal Valor Econômico como o reduto paulistano do moralismo. Nas eleições do mesmo ano, Marta Suplicy, a “inimiga” das senhoras obteve um péssimo apoio da zona eleitoral de Santana, uma queda de 53% em relação às eleições anteriores. Isto expôs um componente constante no bairro, a religiosidade. Desde sua fundação, a Igreja tem presença forte no local, onde a tradição, família e propriedade fundamentam os argumentos contrários a Marta Suplicy em um bairro com forte apelo de católicos conservadores.[6] O candidato favorito do bairro foi Gilberto Kassab que teve o apoio de 82,38% do eleitorado santanense. Ayrton Senna, um dos santanenses mais conhecidos. No ano de 2007, o instituto Datafolha publicou, no jornal Folha de S.Paulo, uma pesquisa feita com o intuito de saber qual o melhor lugar para se morar na cidade. O bairro eleito pelos paulistanos foi a Mooca, com 6% de aprovação; já Santana, Vila Mariana, Tatuapé e Ipiranga receberam individualmente 4% dos votos. A pergunta feita aos pesquisados foi: “Em que bairro da cidade de São Paulo você mais gostaria de morar, independente de suas condições financeiras ou de outras razões?”[71] Alguns bairros citados anteriormente (Santana, Tatuapé e Mooca), possuem uma população bairrista, tanto que lhe são atribuídos informalmente gentílicos como: “santanense”, “tatuapeense” e “moquense” respectivamente. Nasceram, no bairro, diversas personalidades do país, como: o piloto Ayrton Senna,[72][73] o estilista Carlos Miele,[74] o padre Marcelo Rossi[75][76] e o cantor Sérgio Reis.[77][78] Já moraram no bairro: José Bonifácio de Andrada e Silva, o patriarca da Independência,[7] a nadadora Maria Lenk[79] e o inventor Roberto Landell de Moura.[80] Alguns desses moradores foram homenageados com ruas santanenses, a exemplo de Pedro Doll, político e proprietário de lotes[81] e Francisco Baruel, patriarca da influente Família Baruel. Carnaval de São Paulo no Polo Cultural e Esportivo Grande Otelo Comemoração do 1º de Maio da Força Sindical Eventos Após a década de 1970, Santana foi palco de diversos eventos como: o Carnaval de São Paulo, realizado todos os anos no Polo Cultural e Esportivo Grande Otelo, o Salão do Automóvel de São Paulo, a Super Casas Bahia, a Bienal do Livro de São Paulo e grandes feiras de negócios anualmente realizados no Pavilhão de Eventos do Anhembi. O Aeroporto Campo de Marte e seus arredores receberam eventos com milhares de participantes tais como: a Marcha para Jesus, a maior do mundo;[82] as duas visitas do Papa ao país; o show do 1º de Maio da Força Sindical[83] e o Domingo Aéreo no Parque de Material Aeronáutica de São Paulo.[84] Em 2010 sediou uma corrida internacional da Fórmula Indy, a São Paulo Indy 300.[85] O aniversário de Santana (bairro e distrito) anualmente é retratado por jornais regionais, coordenado pela Subprefeitura de Santana-Tucuruvi[86] é composto de caminhadas e diversas atividades de recreação e entretenimento.[87] No ano de 2009 houve uma corrida, missas em celebração ao aniversário, atrações no teatro Alfredo Mesquita e shows das bandas Fresno e Skank que atrairam milhares de fãs ao evento.[88][89] Filmes, novelas e livros Ver artigo principal: Rainha da Sucata e Tiro e Queda O bairro foi cenário da novela de Silvio de Abreu ambientada em São Paulo “Rainha da Sucata”. Os personagens Maria do Carmo (Regina Duarte) e seus pais, Onofre (Lima Duarte) e Neiva (Nicette Bruno), moravam em uma mansão no bairro. A cidade cenográfica do folhetim reproduzia um quarteirão de Santana.[90] Em “Tiro e Queda”, novela da Rede Record gravada em São Paulo, Santana é o lugar onde vivem todos os personagens de classe média da trama. Como o personagem Neco (Giuseppe Oristânio), um garçom português que prosperou na vida e que é dono de uma concorrida padaria do bairro. Sua filha Adriana (Guilhermina Guinle) era alvo de cobiça dos santanenses. O cruzamento de todas as tramas se dá em função do assassinato de um milionário que teria emergido em Santana. Algumas tomadas incluem cenas aéreas e paisagens do bairro.[91][92] Na literatura, a escritora Maria Cecília Teixeira Mendes Torres, em seu livro chamado “Bairro de Santana”, publicado no ano de 1970, retratou a história e o desenvolvimento do bairro. Já no setor cinematográfico, Ugo Giorgetti, nascido no bairro, dirigiu, em 2008, o curta-metragem “Santana em Santana”.[93] No filme Não por Acaso, do diretor Philippe Barcinski, o personagem Ênio, interpretado por Leonardo Medeiros, procura um imóvel de dois dormitórios no Alto de Santana. Fotografia panorâmica do bairro a partir da Praça Campo de Bagatelle. Ver também Alto de Santana Campo de Marte Rua Voluntários da Pátria Santana (distrito de São Paulo) Subprefeitura de Santana-Tucuruvi Bibliografia Gonçalves, André Vinicius Martinez (2006). Dissertação de Mestrado: Manifestações e contradições da metrópole de São Paulo no antigo bairro de Santana: a paisagem, o valor da terra, a intervenção urbana e o fenômeno da deterioração urbana. São Paulo: [s.n.] Associação Comercial de São Paulo Distrital Santana (2002). Revista 220 Anos Santana. 2 — Ano 2. São Paulo: [s.n.] Villaça, Flávio (1998). Espaço intra-urbano no Brasil. São Paulo: Studio Nobel. pp. 107–108 Ponciano, Levino (2001). 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