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Problemas com entupimentos acontecem em todos os lugares, por isso abrimos uma filial de serviços de Desentupidora em Santana perto de você. Pois diariamente acontecem muitos casos de entupimento, isto é, os motivos são diversos, assim sendo pode acontecer por conta de descartes de pequenos objetos e alimentos em pias, ralos e vasos sanitários como papel higiênico, fio dental, fios de cabelos, óleos, gorduras, restos de comida; ou seja tentativas errôneas de desentupimento; falta de higienização nas tubulações, entre outros. Assim sendo, se você precisa de uma Desentupidora na Zona Norte , a  Serviços pode lhe atender e muito bem, por certo é a sua melhor opção para solucionar os problemas de entupimento em sua residência. Ligue agora!  PRECISO DE UMA DESENTUPIDORA DE RALO EM SANTANA? Entupiu o ralo? Então precisa de uma empresa desentupidora na Zona Norte, neste caso temos um profissional e o equipamento adequado para que seja feita a desobstrução. Bairros atendidos pela Desentupidora em Santana: Serra da Cantareira Ponta Grande Perus Jardim Barro Branco Freguesia do Ó Parque Edu Chaves Brasilândia Vila Medeiros Vila Maria Vila Guilherme Tucuruvi Tremembé Parada Inglesa Mandaqui Jardim França Jaçanã Carandiru Jardim São Paulo Jardim Peri Casa Verde Cachoeirinha Santana Bairro do Limão Alto de Santana Água Fria Desentupidora na região de Santana SP com unidade de atendimento próximo a Anhanguera, Brasilândia, Casa Verde, Cachoeirinha conta com profissionais em desentupimento, dedetização, limpeza de caixa d’água, limpeza de coletoras de prédio, caixas de esgoto, pia, ralo, rede pluvial, mictórios fazemos desentupimentos de diversos locais, vaso sanitário, saída de esgoto da caixas de inspeção ou passagem, rede de esgoto de banheiras e muito mais. DESENTUPIMENTO RALO DE LAVANDERIA EM SANTANA O Ralo da lavanderia é muito utilizado, tendo em vista que toda a água e usada em máquinas de lavar, tanques e tanquinhos elétricos, é descartada em um mesmo ralo. O entupimento desse ralo pode ocorrer muitos motivos: queda de objetos na tubulação, como panos, moedas e botões de roupa são os principais, porém restos de sabão em pedra e resíduos da lavagem de roupa também podem contribuir para a obstrução do ralo. Conheça a  Serviços de Desentupidora em Santana DESENTUPIMENTO POR HIDROJATEAMENTO EM SANTANA Para tubulações obstruídas por resíduos como os de obras: cimento e areia empedrada ou gordura, a Desentupidora em Santana conta com uma frota de caminhões de hidrojateamento com alta pressão e pressão controlada, indicados para remover, com uma super lavagem, qualquer resíduo que esteja impedindo a vazão de efluentes na tubulação. Em nossa frota temos caminhões conjugados, que tem a função de jatear e esgotar resíduos. Nosso caminhão compacto (2,20 de altura) permite trabalhar em garagens, subsolos e lugares de difícil acesso. Segurança para Desentupidora em Santana Utilizamos os equipamentos necessários de proteção individual para realizar o serviço com segurança e levamos os resíduos para descarte sempre em local adequado para poupar o meio ambiente. Nossa empresa é autorizada pelos órgãos ambientais competentes para esse tipo de transporte. É importante que essas exigências sejam cumpridas, bem como, as licenças obrigatórias para estar em conformidade com a regulamentação. Em toda região da Zona Norte você pode contar com nossos serviços de desentupimento, limpa fossa Zona Norte SP ou o que mais você precisar, ligando e solicitando um orçamento gratuito nessa localidade. Desentupidora em Santana Serviços oferecidos pela Desentupidora em Santana – SP: Desentupidora de vaso sanitário+ Santana; Desentupidora de esgoto+ Santana; Desentupidora de pia+ Santana; Desentupidora de fossas+ Santana; Desentupidora de Ralos+ Santana; Desentupidora de Colunas+ Santana; Laudo Técnico+ Santana; Desentupidora de Caixa de gordura+ Santana; Desentupidora de Conduítes+ Santana; Caça vazamento+ Santana; Esgotamento de fossa+ Santana; Desentupimento de Tanques+ Santana; Desentupimento de Privadas+ Santana; Hidrojateamento+ Santana; Caça Vazamentos+ Santana; Limpeza de Fossa Séptica+ Santana; Limpa Fossa+ Santana; Desentupidora 24 horas+ Santana; Onde Atendemos: Desentupidora em Santana para Residências (casas e apartamentos) Desentupidora em Santana para Condomínios (residenciais e empresariais) Desentupidora em Santana para Estabelecimentos comerciais (lojas, shoppings, galerias) Desentupidora em Santana para Hospitais, clínicas e consultórios médicos Desentupidora em Santana para Hotéis, motéis e hostels Desentupidora em Santana para Faculdades e escolas Desentupidora em Santana para Fábricas e indústrias Desentupidora em Santana para Órgãos públicos municipais, estaduais e federais Desentupidora em Santana para Empresas em geral Bairros atendidos da Desentupidora em Santana Alguns dos bairros que a Desentupidora atende na zona norte: Santana, Freguesia do Ó, Vila Maria, Vila Guilherme, Tremembé, Horto, Cantareira, Imirim, Casa Verde, Tucuruvi, Mandaqui, Jaçanã, Jaraguá, Vila Brasilândia, Vila Nova Cachoeirinha, Água Fria, Parada Inglesa, Jardim São Paulo, Lauzane Paulista. Formas de pagamento da Desentupidora em Santana Dinheiro Cheque Boleto Cartão de crédito Desentupidora Esgoto em Santana Está tendo problema de entupimento de esgoto em seu imóvel? a Desentupidora em Santana pode te ajudar, isto acontece porque com o passar dos tempos, o encanamento acaba diminuindo o espaço de vazão, pois os resíduos de esgoto acabam aderindo a lateral da tubulação e impedindo um fluxo contínuo, nesses casos temos que fazer a desobstrução do encanamento com máquina. Desentupidora de ralo em Santana A Desentupidora em Santana SP pode ser chamada para resolver rapidamente os problemas de entupimento em casas, fábricas, escolas, shoppings, escritórios e onde mais ocorrer problema com entupimentos. O uso de equipamento correto deve ser manuseado por profissional treinado e experiente nesse tipo de serviço. O descarte dos resíduos deve ser feito em local adequado, por isso conte sempre com empresas licenciadas e responsáveis para seguir as normas e respeitar o meio ambiente. Chame a  SERVIÇOS agora mesmo e agende sua visita para caçar esse vazamento ou entupimento Desentupidora Caixa de Esgoto em Santana Caixa de Esgoto entupida, saiba que a caixa de esgoto é responsável pelo recolhimento de todo o esgoto produzido no imóvel, quando isto acontece todos os encanamentos de esgotos interligados na caixa de esgoto ficaram entupidos, para solucionar o problema de entupimento de caixa de esgoto é necessário utilização de máquina de desentupimento, a mesma é inserida na tubulação fazendo a desobstrução da caixa de esgoto Desentupidora de vaso em Santana Desentupidora de vasos sanitários na Zona Norte e toda São Paulo. Oferecemos serviço de desentupimento com equipamentos adequados e técnicos experientes para remover toda a sujeira da tubulação que podem obstruir os vasos. Hidrojateamento de Esgoto em Santana Hidrojateamento de esgoto em Santana é um sistema utilizado para fazer a restauração interna da tubulação, é inserido dentro da tubulação uma mangueira de alta pressão que contem um bico especial na ponta que quando acionado dispara um jato de água na parte interna, com isso todos os resíduos que estão aderidos dentro da tubulação é removido restaurando o diâmetro interno em 100%. Serviços de Desentupidora em Santana no bairro Serviços da Desentupidora em Santa próximo a Rua Alfredo Pujol que se conecta a rua Rua Amaral Gama, que atende com serviços de Desentupidora no bairro nas ruas: Rua Conselheiro Moreira de Barros, Rua Conselheiro Saraiva, Rua Doutor César, Rua Doutor Zuquim, Rua Pedro Doll, e presta serviços de Desentupidora de esgoto em geral próximo a Rua Voluntários da Pátria Limpeza Fossa Séptica em Santana Limpeza Fossa Séptica em Santana, em muitos lugares onde não há rede coletora de esgoto é utilizado a fossa séptica para o acolhimento do esgoto, com o passar dos anos a mesma necessita ser limpa e para isso é necessário a utilização de caminhão limpa fossa, com isso é feito a sucção do esgoto, este esgoto tem que ser levado para uma estação de tratamento, por isso é muito importante a contratação de empresas, cadastradas no órgão competentes Um pouco sobre o bairro de Santana onde a Desentupidora em Santana atua Santana é o principal bairro e um dos mais antigos da Zona Norte do município de São Paulo, no Brasil. Pertence ao distrito homônimo e é administrado pela Subprefeitura de Santana/Tucuruvi Surgiu em 1782 e seu aniversário é comemorado no dia 26 de julho. Foi um dos primeiros bairros a ter um dia oficial (Lei 11 169, de 30 de março de 1992, sancionada pela prefeita Luiza Erundina). Originado da Fazenda de Sant’Ana, propriedade da Companhia de Jesus que foi pela citada primeira vez em 1560 pelo padre José de Anchieta, funcionou como o cinturão verde da “São Paulo dos Campos de Piratininga”. As terras da fazenda foram divididas em sesmarias no início do século XIX. O Império do Brasil começou a nascer na Rua Alfredo Pujol, onde ficava a sede da fazenda, pois foi ali que a família dos Andradas se estabeleceu e o lugar onde José Bonifácio de Andrada e Silva redigiu o manifesto paulista que ajudou na declaração do Dia do Fico por parte de dom Pedro I (posteriormente, houve a independência do país, em 1822). Um pequeno núcleo se formou no entorno da antiga fazenda. Na planta de 1897, já aparece um traçado de ruas, mas as casas concentravam-se exclusivamente ao longo de algumas destas. O século XX marcou a integração de Santana à metrópole, dos bondes puxados a burros do século XIX à inauguração da primeira estação do metrô na década de 1970. Com esse processo de desenvolvimento e avanços em sua infraestrutura, o bairro transformou-se em um dos principais polos comerciais da zona norte e da cidade. Atualmente, o bairro apresenta considerável adensamento populacional e o fenômeno da verticalização em virtude da valorização dos terrenos destinados às classes média, e alta. Compartilhe isso: FacebookPinterestMais Relacionado Desentupidora em São Caetano Desentupidora em São Caetano Empresa Desentupidora na Liberdade, pode chamar a Desentupidora na Liberdade? Se você chegou nessa página é porque esta procurando uma desentupidora perto de você. 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Índice 1 História 2 Atualidade 3 Referências 4 Bibliografia História O bairro recebeu este nome por causa de Teresa de Lisieux (Alençon, 2 de janeiro de 1873 — Lisieux, 30 de Setembro de 1897) que foi uma religiosa carmelita francesa. É conhecida como Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face ou, popularmente, Santa Teresinha. Paróquia Santa Teresinha. O pequeno bairro da zona norte é prova do crescimento do distrito de Santana. Até o início do século XX, a região era um aglomerado de fazendas e sítios, devido a inundações periódicas da várzea do Tietê, que tornavam o solo fértil. Santa Teresinha fazia parte de uma imensa fazenda pertencente a Pedro Doll, que hoje dá nome a uma importante rua no bairro de Santana e a Francisco Frances. Assim, a região acabou ficando com ares interioranos, mesmo estando localizada na Capital. Por volta dos anos 1920 surgiram alguns loteamentos que foram produzindo um lento crescimento. Um desses lotes era dos Salesianos que adquiriram uma chácara onde construíram estruturas para os alunos do Liceu passearem e brincarem, num ambiente de ar puro, pois muitos deles convalesciam da “grande gripe,” ou “gripe espanhola,” que assolou o mundo depois da Primeira Guerra Mundial e matou milhares de pessoas em São Paulo. Até então, a região era conhecida como “Chora Menino,” por haver no bairro um cemitério onde varias crianças foram enterradas no século XIX por terem contraido varíola e onde familiares “choravam por seus meninos.” Típica rua do bairro e ao fundo os edifícios do Alto de Santana. Talvez para fugir ao estigma de o bairro ter o nome ligado a doenças, em 1933, Padre Orlando Chaves teve a ideia de mudar o nome de uma parte do bairro de “Chora Menino” para Santa Teresinha e abaixo-assinados foram circulados entre o povo. Padres Quintiliano e Bruno conversaram com responsáveis pela garagem de ônibus “de linha” e obtiveram autorização para afixar nos vidros dos ônibus pequenos cartazes onde se lia: “BAIRRO SANTA TERESINHA”. Na mesma década, construi-se a igreja de Santa Teresinha e, em 1934, a estação do tramway da Serra da Cantareira teve seu nome mudado de “Chora Menino” para “Santa Terezinha,” com “z,” de acordo com a ortografia antiga. Com o passar dos anos, o bairro cresceu, surgindo mais casas, pequenas indústrias, edifícios e uma gama de estabelecimentos comerciais. Hoje é ainda um bairro tranquilo, familiar, pouco distante do metrô, mas de livre acesso à Santana, ao centro e Marginal Tietê. Muitos portugueses fizeram do bairro sua residência, tanto que a rua Nova dos Portugueses surgiu como homenagem a esses imigrantes que ajudaram a construir o pequeno mas produtivo bairro.[1][2][3] Colégios Salesiano Santa Teresinha, Mazzarello e a vista panorâmica do bairro. Atualidade O bairro é relativamente pequeno, começa aproximadamente no trecho médio da Rua Conselheiro Moreira de Barros, perto da Alameda Afonso Schmidt e termina na Avenida Engenheiro Caetano Álvares. Suas principais vias são: a Alameda Afonso Schmidt e as ruas: Santo Egídio, Copacabana, Augusto Tolle, Conselheiro Moreira de Barros, Domingos da Costa Mata, Dom Henrique Mourão e Luis Antônio dos Santos. Mediante a carência de terrenos para a construção de edifícios de alto padrão em regiões pioneiras neste segmento, como o Alto de Santana, houve uma migração desse tipo de moradia ao bairro, mudando sua característica original estritamente horizontalizada. Há também uma mudança de perfil socioeconômico na região que está se enobrecendo ás custas de investimentos privados, seja pela modernização de sobrados ou pela construção de edifícios de luxo.[4] Na pesquisa Onde estão os imóveis novos mais caros de SP? de 2011 feita pela revista Exame a Rua Santo Egídio apresentava o segundo metro quadrado mais caro da Zona Norte, 5.175 reais.[5] Compass rose pale-50×50.png Lauzane Paulista Lauzane Paulista Mandaqui vde Compass rose pale-50×50.png Chora Menino North Alto de Santana West Santa Teresinha East South Vila Ester Santana Santana Referências «Colégio Salesiano Santa Teresinha». Consultado em 14 de julho de 2009 «Paróquia de Santa Terezinha». Consultado em 14 de julho de 2009 Ponciano, Levino (2001). Bairros paulistnaos de A a Z. São Paulo: SENAC. pp. 107–108. ISBN 8573592230 ‘Puxadinho’ de luxo, Santa Teresinha tem m² mais caro Preços na zona norte são os menores da cidade[ligação inativa] Bibliografia Ponciano, Levino (2001). Bairros paulistanos de A a Z. São Paulo: SENAC. pp. 107–108. ISBN 8573592230 [Expandir] Santa Teresinha (bairro de São Paulo) Portal do Brasil Portal de São Paulo Ícone de esboço Este artigo sobre Geografia de São Paulo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. Categoria: Bairros de Santana Esta página foi editada pela última vez às 22h26min de 20 de maio de 2019. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) da Creative Commons; pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de utilizaçãDisambig grey.svg Nota: Para outros significados, veja Copacabana (desambiguação). Coordenadas: 22° 58′ 15″ S, 43° 10′ 54″ W Copacabana Bairro do Rio de Janeiro Bandeira da cidade do Rio de Janeiro.svg Praia de Copacabana – Rio de Janeiro, Brasil.jpg Área 4,10 km² (em 2003)[1] IDH 0,956[2](em 2000) Habitantes 146 392 (em 2010)[3] Domicílios 81 188 (em 2010) Limites Botafogo, Ipanema, Lagoa, Leme e Humaitá[4] Distrito Copacabana Subprefeitura Zona Sul Região Administrativa Copacabana Wikimedia | © OpenStreetMap ver Copacabana é um bairro situado na Zona Sul do município do Rio de Janeiro, no Brasil. É considerado um dos bairros mais famosos e prestigiados do Brasil e um dos mais conhecidos do mundo. Tem o apelido de Princesinha do Mar e Coração da Zona Sul. Faz limites com os bairros da Lagoa, Ipanema, Botafogo, Leme e Humaitá.[4] Em termos populacionais, é o bairro mais populoso da Zona Sul, com mais de 140 000 habitantes em 2010,[3] dos quais cerca de 1/3 (cerca de 43 000 habitantes[5] em 2010) é composta por idosos, com idade igual ou superior a 60 anos de idade.[5][6] De fato, Copacabana é por vezes apontado como “o bairro com população mais idosa” do país.[5][6] Copacabana atrai um grande contingente de turistas para seus mais de oitenta hotéis, que ficam especialmente cheios durante as épocas do ano-novo e do carnaval. No fim de ano, a tradicional queima de fogos na Praia de Copacabana atrai uma multidão. A orla ainda é lugar de variados eventos, como shows nacionais e internacionais, durante o resto do ano. Índice 1 Etimologia 2 História 3 Geografia 4 Economia 5 Demografia 6 Infraestrutura 6.1 Transportes 7 Cultura 8 Cinema 9 Ver também 10 Referências 11 Ligações externas Etimologia Há várias hipóteses etimológicas para o nome Copacabana. A primeira alega que o termo teria vindo da língua quíchua falado no antigo Império Inca, significando “lugar luminoso”, “praia azul”[7] ou “mirante do azul”.[8] Outras fontes apontam o termo como originário da língua aimará[9] falada na Bolívia, significando “vista do lago” (kota kahuana). Nesse país, Copacabana é o nome dado a uma cidade situada às margens do Lago Titicaca, fundada sobre um antigo local de culto inca. Existem relatos de que, nesse local, antes da chegada dos colonizadores espanhóis, ocorria o culto a uma divindade chamada Kopakawana, que protegeria o casamento e a fertilidade das mulheres. Inicialmente, a praia e toda a região a sua volta tinham o nome tupi de “Sacopenapã”, que significa “o barulho e o bater de asas dos socós”. No século XVIII, com a inauguração de uma ermida em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, num rochedo no final da praia, o nome da praia e da região foi trocado para “Copacabana”.[10][11] História Copacabana e Leme no início do século XX. A Avenida Atlântica em foto da década de 1910 Vista noturna do bairro de Copacabana durante os anos de 1920 A praia em 1971 Segundo a lenda, após a chegada dos espanhóis à região da Copacabana boliviana, Nossa Senhora teria aparecido no local para Francisco Tito Yupanqui, um jovem pescador, que, em sua homenagem, teria esculpido uma imagem da santa que ficou conhecida como Nossa Senhora de Copacabana: a Virgem vestida de dourado pousada sobre uma meia-lua. No século XVII, comerciantes bolivianos e peruanos de prata (chamados na época de “peruleiros”) trouxeram uma réplica dessa imagem para a praia do Rio de Janeiro então chamada de Sacopenapã (nome tupi que significa “caminho de socós”). Sobre um rochedo dessa praia, construíram uma capela em homenagem à santa. Tal capela, com o tempo, passou a designar a praia e o bairro e demolida em 1918, para ser erguido, em seu lugar, o atual Forte de Copacabana.[8] Outra vertente da história é confirmado por historiadores que relatam que a Igrejinha de Copacabana, que batizou o bairro e a praia (que na época se chamava “Sacopenapã”), foi construída por pescadores no início do século XVIII em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana. A imagem de Nuestra Señora de Copacabana, que ficava na igreja, foi trazido da Bolívia no final do século XVIII. Com a demolição do pequeno templo em 1918, foi transladada para a matriz do bairro. A mesma imagem retornou para a nova Igrejinha de Copacabana, no Posto 6 junto ao Forte, em 8 de dezembro de 1953, quando o novo templo ainda era construído.[12][13][14] No final do século XIX e início do século XX, com o desenvolvimento de sistemas de saneamento mais avançados, as praias da cidade puderam ser limpas, adquirindo valor e tornando-se objeto da procura pelas camadas de mais alta renda.[15] Com a chegada dos bondes e a abertura de vários túneis ligando a praia ao centro da cidade, esta começou a ser mais frequentada pela população.[16] Segundo o mesmo dicionário acima citado, o doutor Figueiredo Magalhães, médico de renome e residente no bairro, o recomendava a pessoas convalescentes, para repouso e, assim, cresceu o número de seus habitantes. Entretanto, somente com a inauguração de um túnel no Morro de Vila Rica (Túnel Velho), em 6 de julho de 1892, pela Companhia Ferro-Carril do Jardim Botânico (atual Light), na pessoa do deputado José Cupertino Coelho Cintra, dito “o Bandeirante de Copacabana”, entre Copacabana e Botafogo, o bairro começou a se integrar ao resto da cidade. Entre os cinco acionistas da Companhia Ferro-Carril do Jardim Botânico se encontra o 1º Conde de Wilson, Edward Pellew Wilson Júnior.[carece de fontes] O segundo Barão de Ipanema, José Antônio Moreira Filho, era um grande proprietário de terras na região do atual bairro de Copacabana. Em sociedade com José Luís Guimarães Caipora, teve um papel importante na urbanização da área com a construção da maioria de seus logradouros. José Antônio Moreira Filho foi o responsável pela urbanização da Vila de Ipanema que deu origem ao bairro do mesmo nome.[17] Entre 1908 e 1914, a Igreja de Nossa Senhora de Copacabana, no final da praia, foi demolida para dar lugar ao atual Forte de Copacabana.[carece de fontes] Com a ampliação das linhas de bonde até o Forte do Leme e à Igreja de Nossa Senhora de Copacabana (onde hoje fica o Forte de Copacabana), o bairro foi ganhando ruas e casas, fator acentuado ainda mais com a inauguração da Avenida Atlântica em 1906, na orla do bairro. O desenho em curvas de sua calçada em padrão mar largo, simulando as ondas do mar, é conhecido no mundo todo. Foi, originalmente, concebido no século XIX, nas calçadas da Praça de Dom Pedro IV, mais conhecida como Praça do Rossio, em Lisboa, em Portugal, para homenagear o encontro das águas doces do Rio Tejo com o Oceano Atlântico, e implantado em 1901 no Largo de São Sebastião, em Manaus, pelos calçadeiros portugueses, em comemoração à Abertura dos Portos do Rio Amazonas (embora esta calçada já estivesse planejada desde a década de 1880, quando o Teatro Amazonas, concluído em 1896, começou a ser pensado). Inicialmente, as ondas tinham orientação perpendicular em relação ao comprimento da calçada. Foram confeccionadas com pedras pretas (de basalto) e brancas (de calcita). Como as pedras vieram, inicialmente, das cercanias de Lisboa, elas receberam o nome popular de “pedras portuguesas”, denominação que se mantém até hoje, apesar de elas já serem extraídas no próprio Brasil, atualmente. No final da década de 1910, surgiram os primeiros postos de salvamento na praia.[18] Em 5 de julho de 1922, a calçada da Praia de Copacabana foi palco de um evento marcante da história do país: a marcha dos dezoito revoltosos do Forte de Copacabana, que percorreram toda a extensão da praia desde o Forte de Copacabana até o Forte do Leme, para enfrentar as forças legalistas, no episódio que ficou conhecido como a Revolta do Forte de Copacabana. Em 13 de agosto de 1923, foi inaugurado o Hotel Copacabana Palace, em frente à praia. Desde então, o hotel tornou-se um símbolo da cidade. No decorrer das décadas de 1930, 1940 e 1950, a praia viveu seu período áureo, quando tornou-se a praia mais frequentada da cidade, suplantando a Praia do Flamengo e recebendo a alcunha de “princesinha do mar”.[19] Arena Copacabana durante o Jogos Olímpicos de Verão de 2016. Na década de 1970, também foi realizado, pela Superintendência de Urbanização e Saneamento (SURSAN), através de dragas nacionais (draga STER) e holandesas (draga TRANSMUNDUM III), um grande aterro hidráulico, comandado pelo engenheiro Hildebrando de Góes Filho, presidente da Companhia Brasileira de Dragagens, que ampliou a área de areia da praia e cujos objetivos principais eram: a ampliação da área de lazer (shows, arenas de vôlei e futebol de praia etc.), o alargamento das pistas da Avenida Atlântica, a passagem por baixo do calçadão central do interceptor oceânico (tubulação que transporta todo o esgoto da Zona Sul até o emissário de Ipanema) e, ainda, para evitar que as ressacas chegassem até a Avenida Nossa Senhora de Copacabana e invadissem as garagens dos edifícios da Avenida Atlântica, como era comum, sendo que as mais fortes chegavam mesmo até a Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Os estudos em modelos físicos hidráulicos desta ampliação foram realizados no Laboratório Nacional de Engenharia Civil, em Lisboa. Nesses modelos, em Lisboa, trabalharam os engenheiros portugueses Fernando Maria Manzanares Abecasis, Veiga da Cunha, Antonio Pires Castanho e Daniel Vera-Cruz e o engenheiro brasileiro Jorge Paes Rios. Posteriormente, foram construídos, na orla, uma ciclovia e alguns quiosques para atendimento ao público. Estátua de Carlos Drummond de Andrade em cena do filme Copacabana Madureira. Em 2002, foi-se instalado na altura do Posto 6 uma estátua em homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade. Pesando cerca de 150 quilos, a estátua se tornou mais um símbolo icônico do bairro, com Drummond sentado de pernas cruzadas de costas para o mar e o horizonte da praia de Copacabana.[20] De 23 a 28 de julho de 2013, a praia de Copacabana sediou todos os eventos centrais da Jornada Mundial da Juventude de 2013. Os eventos realizados na praia foram a missa de abertura, a acolhida ao Papa Francisco, a Via-Sacra, a Vigília e a missa de envio com o Papa, na qual compareceram 3,8 milhões de fiéis, tornando a Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro a segunda maior da história das Jornadas. Nos Jogos Olímpicos de 2016, a praia sediou as competições de vôlei de praia, maratona aquática e triatlo. Desde 2018, o calçadão da praia de Copacabana também se tornou cenário de manifestações da extrema-direita.[21] Geografia Trecho mostra o limite entre Ipanema e Copacabana, com destaque para o Forte de Copacabana Ver artigo principal: Praia de Copacabana O bairro faz limites com Ipanema, Leme, Botafogo, Lagoa e Humaitá.[carece de fontes] Tem 101 quarteirões, 79 ruas, seis avenidas, sete travessas, quatro ladeiras e três favelas (Pavão-Pavãozinho, Cabritos e Ladeira dos Tabajaras) numa área de 7,84 km².[carece de fontes] Nos fins de semana, a faixa de areia fica cheia de moradores e de turistas. A calçada em pedras portuguesas da praia, com seu famoso desenho de ondas em padrão marlargo, ladeado pela ciclovia, é uma concorrida opção de passeio.[carece de fontes] Economia O famoso hotel Copacabana Palace A Avenida Atlântica à noite Fogos de artifício durante as comemorações de ano-novo na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, Brasil Copacabana é repleto de restaurantes, bares, cafés, hotéis, bancos, igrejas, colégios, dentre eles está o Colégio Sagrado Coração de Maria, um dos mais tradicionais da cidade, sinagogas (tradicionalmente abriga a comunidade judaica carioca), lojas, teatros e feiras de arte nos finais de semana. O comércio é bastante diversificado, com lojas de alto padrão misturadas a outras de perfil mais popular, além de camelôs.[carece de fontes] O prédio mais famoso do bairro é o Copacabana Palace, o mais tradicional hotel da cidade. Inaugurado em 1923, o prédio principal se destaca pela elegância e imponência: seu projeto arquitetônico foi desenhado pelo arquiteto francês Joseph Gire, que se inspirou no Hotel Negresco, de Nice e no Hotel Carlton, de Cannes. Em seus quartos, já se hospedaram muitas celebridades nacionais e internacionais.[19] As areias de Copacabana são sede de grandiosos eventos, como campeonatos mundiais de futebol de areia, campeonatos mundiais de vôlei, shows de até 1 000 000 de pessoas (como o dos Rolling Stones em 18 de fevereiro de 2006)[22] e uma das maiores festas de ano-novo do mundo, com mais de 2 milhões de pessoas.[23] No dia 28 de julho de 2013, a praia recebeu o seu recorde de público durante a Missa de Envio da 28ª Jornada Mundial da Juventude com o Papa Francisco, tendo o público sido estimado em mais de 3,5 milhões de pessoas.[24] Demografia A partir da década de 1960, a fama crescente atraiu mais moradores do que a área poderia comportar de forma confortável e Copacabana sofreu com a especulação imobiliária, até se tornar repleta de altos prédios de apartamentos próximos uns aos outros. A população de Copacabana é, em sua maior parte, das classe média-alta e média.[carece de fontes] Atualmente, o bairro tem a maior concentração populacional da Zona Sul carioca, tendo em torno de 150 000 habitantes em 2013. Também abriga a maior quantidade de idosos do município e um dos maiores do país (proporcionalmente falando), com 16,7% da população acima de sessenta anos.[carece de fontes] Infraestrutura Bairros do Rio de Janeiro Christ on Corcovado mountain.JPG Centro[Expandir] Norte[Expandir] Sul[Expandir] Oeste[Expandir] Ilhas[Expandir] Favelas[Expandir] vde Transportes O bairro oferece três estações de metrô (Cardeal Arcoverde, Siqueira Campos e Cantagalo) e mais de oitenta linhas de ônibus municipais e intermunicipais.[carece de fontes] As principais vias do bairro são as a Avenida Atlântica (a avenida que margeia a Praia de Copacabana) e as avenidas Nossa Senhora de Copacabana (principal avenida, cruzando o bairro, sendo uma das mais congestionadas de toda a zona sul do Rio de Janeiro); Princesa Isabel (interliga os bairros de Copacabana, Leme e Botafogo); Rainha Elizabeth da Bélgica (interliga os bairros de Copacabana e Ipanema); Prado Júnior e a Rua Barata Ribeiro (cruza Copacabana, sendo a segunda via com trânsito mais intenso no bairro).[carece de fontes] Cultura Existem diversas músicas brasileiras e estrangeiras que homenageiam Copacabana, de diversos autores, como Billy Blanco, Tom Jobim, Dick Farney e Braguinha. Copacabana é considerada o berço da bossa-nova, como relata Ruy Castro no seu livro Chega de saudade.[carece de fontes] Em 1994, o britânico Rod Stewart se apresentou na festa de réveillon para um número estimado de 3,5 milhões de pessoas, isso o tornou o show com a maior plateia da historia[25] A célebre exposição dos United Buddy Bears realizou-se de maio a fim de julho de 2014 nessa praia carioca, apesar de protestos da FIFA durante toda a Copa do Mundo de futebol. Os ursos puderam ser vistos no famoso calçadão de Copacabana, no bairro do Leme.[26] Contou-se com a presença de mais de um milhão de visitantes. Fizeram parte da exposição mais de 140 esculturas de ursos, cada uma com mais de 2 metros de altura, realizadas por artistas de mais de 140 países, representando 140 nações do mundo.[27] Cinema Por ser um dos bairros mais reconhecidos do Brasil e com horizonte marcante, Copacabana é frequentemente usada como cenário em filmes do cinema brasileiro e estrangeiro. Alguns dos filmes incluem: Interlúdio (1946) de Alfred Hitchcock Copacabana (1947) de Alfred E. Green Copacabana Mon Amour (1970) de Rogério Sganzerla Edifício Master (2002) de Eduardo Coutinho Copacabana – Auschwitz (2018) de Jaiê Saavedra Copacabana Madureira (2019) de Leonardo Martinelli Ver também Regiões administrativas do Rio de Janeiro Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro (cidade) Referências «Rio Prefeitura – Bairros cariocas – Copacabana». Consultado em 14 de junho de 2009. Arquivado do original em 2 de setembro de 2013 Tabela 1172 – Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH), por ordem de IDH, segundo os bairros ou grupo de bairros – 2000 Prefeitura do Rio de Janeiro (ed.). «Bairros Cariocas». Consultado em 18 de novembro de 2017. Arquivado do original em 2 de setembro de 2013 Bairros do Rio O Estado de S. Paulo, ed. (1 de julho de 2011). «Copacabana é o bairro com maior número de idosos do País, diz Censo». Consultado em 18 de novembro de 2017 G1, ed. (1 de julho de 2011). «Copacabana, na Zona Sul do Rio, é o bairro mais ‘idoso’ do País, diz IBGE». Consultado em 18 de novembro de 2017 “Dicionário de Curiosidades do Rio de Janeiro” http://amigosdecopa.vilabol.uol.com.br/ VALLE, Cid Prado (2013). Rocambole de Carne a Copacabana 1 ed. Rio de Janeiro: Litteris. p. 156-173. ISBN 9788537401941 Copacabana. Disponível em www.marcillio.com/rio/encopaca.html. Acesso em 4 de setembro de 2015. Mapas antigo, histórias curiosas. Disponível em http://serqueira.com.br/mapas/copa.htm. Acesso em 4 de setembro de 2015. Isabela Mota e Patricia Pamplona. «Livro Vestígios da Paisagem Carioca: 50 lugares desaparecidos do Rio de Janeiro, páginas: 409 a 414». Google Livros. Consultado em 18 de Agosto de 2021 «A Igrejinha de Copacabana – edição de 28 de julho de 1957, páginas 18 e 19». Jornal Correio da Manhã. Consultado em 18 de Agosto de 2021 Silvio Cioffi. «Santa boliviana rebatizou “Sacopenapã”». Jornal Folha de S. Paulo – Turismo. 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Consultado em 17 de novembro de 2017 Fantástico, ed. (28 de julho de 2013). «Último dia da JMJ levou 3,5 milhões à Copacabana, segundo organização». Consultado em 17 de novembro de 2017 Kremurg, Sabrina (30 de janeiro de 2020). «Você sabia que o maior show da história foi em Copacabana?». Admirável Curioso. Consultado em 9 de maio de 2021 DW, 01.07.2014: “Ursos de Berlim fazem sucesso em Copacabana” «Jornal da Barra: “E xposição ‘Buddy Bears – A Arte da Tolerância’ faz sucesso no Leme, Rio”». Consultado em 16 de julho de 2014. Arquivado do original em 25 de julho de 2014 Ligações externas O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Copacabana Bairros Cariocas – Diretoria de Informações Geográficas Mapa do bairro no OpenStreetMap en:Rio Othon Palace [Expandir]vde Brasão da cidade do Rio de Janeiro.svg Cidade do Rio de Janeiro Bandeira da cidade do Rio de Janeiro.svg Portal do Rio de Janeiro Portal da cidade do Rio de Janeiro Categoria: Copacabana Esta página foi editada pela última vez às 16h27min de 31 de março de 2022. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) da Creative Commons; pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de utilização.