Desentupidora e Desentupimento ? (11) 98776-7059 | OMAR

Desentupidora No Pari 98776-7059 / 99739-5404

Pari Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Esta página cita fontes, mas estas não cobrem todo o conteúdo. Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico) (Dezembro de 2008) Pari Rua Barão de Ladário Pari.JPG Área 2,9 km² População (94°) 17.299[1] hab. (2010) Densidade 55,67 hab/ha Renda média R$ 1.344,31 IDH 0,863 – elevado (43°) Subprefeitura Mooca Região Administrativa Leste Área Geográfica Centro expandido Distritos de São Paulo Bandeira da cidade de São Paulo.svg Pari é um distrito situado na região central do município brasileiro de São Paulo, a nordeste do chamado Centro Histórico da Capital. Trata-se de um dos menores distritos da Capital, abrangendo o bairro do Canindé, onde se situa o estádio da Associação Portuguesa de Desportos e o Shopping D. O bairro possui também a sede da CEFET-SP (Atual IFSP). Tradicionalmente a comunidade do bairro participa dos desfiles de Carnaval com a sua Escola de Samba Colorado do Brás. O distrito é atendido pela Linha 1 (Azul) do Metrô de São Paulo, que passa dentro de seus limites, embora não haja nenhuma estação ali. Porém, quem frequenta o bairro pode se utilizar da Estação Armênia, que fica a três quarteirões do Estádio do Canindé, por exemplo. Futuramente o distrito será atendido também pela Linha 19 (Celeste) do Metrô, cujo projeto prevê uma estação homônima na região. Apesar de ser um distrito relativamente pequeno (possui 2,75 km²), suas ruas são largas e asfaltadas, sendo que algumas possuem canteiro central com vegetação. Por ocupar a várzea do Rio Tietê, é um bairro quase inteiro plano, sendo também considerado um bairro “baixo”, pois em sua área existem muitos poucos prédios acima de quatro andares, sendo predominantes as casas, prédios de dois ou três andares, além de vários galpões e garagens de ônibus no Largo do Pari (Feirinha da Madrugada) e Galpão da Associohorti na rua Sta Rosa.[2] Índice 1 Formação 2 Século XX 3 Paróquia Santo Antônio 4 Institutos educacionais 4.1 Colégio Bom Jesus 4.2 Colégio da Polícia Militar 5 Limites 5.1 Distritos limítrofes 5.2 Subdistritos 6 Ver também 7 Referências 8 Ligações externas Formação O Pari é um distrito antigo do município de São Paulo, cravado entre os rios Tamanduateí e Tietê. Formou-se em fins do século XVI e tem uma história interessante em torno do seu nome: pari era uma cerca de taquara ou cipó, estendida de mar a mar para pescar peixes[3]. No caso, eles eram pescados principalmente nos rios Tietê e Tamanduateí, que ficavam próximos e eram rios piscosos, próprios para a instalação de “paris”. Constituído essencialmente por pescadores, seus habitantes eram formados por índios, portugueses e mamelucos. Situado em uma região de alagamentos, Pari foi uma parte importante para a sobrevivência e o crescimento da cidade durante seus primeiros séculos, enquanto a alimentação dos moradores era resultado da pesca. Em 1867, foi inaugurado, pela São Paulo Railway, um pátio ferroviário denominado Pari, hoje erradicado, que auxiliava nas manobras e na estocagem dos materiais que não podiam permanecer na Estação da Luz, possuindo também uma pequena estação de embarque e desembarque de mercadorias. Porém, apesar do nome, o pátio situava-se fora do atual distrito, entre as atuais ruas São Caetano, Monsenhor Andrade, Mendes Caldeira e a Avenida do Estado, no Distrito do Brás. Neste distrito, também também se situa o denominado Largo do Pari, logradouro da confluência da Avenida do Estado com a Rua Santa Rosa e, por aí, se percebe que a delimitação do distrito não respeitou a antiga compreensão que se tinha do Bairro do Pari. Século XX Igreja Santa Rita de Cássia do Pari. Vista parcial do distrito. No início do século XX, a cidade de São Paulo, passa por um intenso processo de urbanização e a vinda de um grande fluxo de imigrantes europeus. O Pari por ser um bairro operário, recebe grandes contingentes de italianos, espanhóis, portugueses e gregos, nesse período os imigrantes italianos, nos fins de semana, ocupavam a praça Padre Bento, para cantar e dançar a “tarantela”. Para tentar acabar com os constantes transbordamentos nos arredores do rio Tamanduateí, a prefeitura mandou, em 1908, solevar uma grande extensão da várzea do rio. Foram cobertos com dois metros de terra as planícies do Brás, passando por Pari, até a Mooca. Na década de 1940, sírios e libaneses passam a integrar o bairro multi-étnico. Nos anos 60, assim como toda a região central de São Paulo, o Pari passou por um processo de degradação e esvaziamento populacional, na década de 1980 o bairro passou a abrigar um grande contingente da colônia coreana e, a partir da década de 1990 o bairro começa a receber um grande número de imigrantes bolivianos, que se reúnem aos domingos na praça Kantuta. Nos últimos anos do século o bairro mudou seu perfil urbano, e suas antigas fábricas passaram a ser substituídas por novos empreendimentos residenciais. Atualmente o bairro do Pari é conhecido como um dos maiores polos da indústria de confecções do país, sendo visitado diariamente por consumidores vindos de diversas regiões do Brasil e até do exterior, para adquirir confecções e produtos de vestuário nas centenas de lojas que comercializam tanto no atacado como no varejo, localizadas principalmente nas ruas Silva Teles, Maria Marcolina, Oriente entre outras, se estendendo até o bairro do Brás, formando com o comércio deste bairro vizinho um único centro comercial. Paróquia Santo Antônio A paróquia Santo Antônio do Pari foi fundada no dia 2 de fevereiro de 1914, por dom Duarte Leopoldo e Silva, e seu primeiro pároco foi o português Frei José Rolim. Proprietário de terrenos no bairro, Arthut Vautier, vendo o esforço e o trabalho de Rolim, doou um terreno para a construção de uma igreja. A matriz de Santo Antônio do Pari começou a ser construída em agosto de 1922 e foi entregue à população em 13 de junho de 1924. Na madrugada de 14 de junho de 2006, um incêndio destrói uma das torres e a totalidade da ala direita da igreja. A igreja passou por um processo de restauração. Institutos educacionais Colégio Bom Jesus Iniciou suas atividades em 3 de fevereiro de 1919, com o nome de Escola Parochial José de Anchieta, por iniciativa de Frei Olivério Kraemer, Franciscano, vigário da Paróquia Santo Antônio na época. Prestou um grande serviço a comunidade, ensinando gratuitamente milhares de filhos de imigrantes operários. No início, ensinava crianças de 6 a 10 anos em um pequeno espaço na rua Maria Marcolina. Em Setembro de 2013 o colégio anuncia o encerramento de suas atividades educacionais . Em 19 de Outubro de 2013, moradores da região, estudantes e alunos protestam contra o fechamento do mesmo e reivindicam o tombamento do prédio pertencente ao colégio que possuía 94 anos de existência. No ano seguinte em 2014 algumas instalações que pertenceram ao Colégio foram derrubadas para dar lugar a um centro comercial. Conhecido por Colégio Santo Antônio do Pari, foi administrado pela rede Bom Jesus de ensino até o dia de seu fechamento oficial. Colégio da Polícia Militar A história da escola se inicia em 1978 quando é fundada a primeira unidade na avenida Cruzeiro do Sul, na época o projeto da escola era centrado em abrigar e dar ensino a estudantes que eram órfãos e/ou dependentes de militares. Com o passar do tempo, devido ao número de vagas existentes na instituição, o colégio passou a dar ensino para qualquer aluno. Limites Norte: Rio Tietê. Leste: Rua Paulo Andrighetti e Rua Santa Rita. Sul: Rua Bresser, Rua Silva Teles e Rua João Teodoro. Oeste: Avenida do Estado e Avenida Cruzeiro do Sul. Distritos limítrofes Santana e Vila Guilherme (Norte). Belém (Leste). Brás (Sul). Bom Retiro (Oeste). Subdistritos Canindé Alto do Pari Ver também Lista de distritos de São Paulo População dos distritos de São Paulo (Censo 2010) Área territorial dos distritos de São Paulo (IBGE) Telecomunicações em São Paulo Referências População Recenseada, Taxas de Crescimento Populacional e Densidade Demográfica Panoramio – Foto do Galpão Santa Rosa no Largo do Pari http://www.fflch.usp.br/dlcv/tupi/vocabulario.htm Ligações externas Museu do Transporte Público Gaetano Ferolla. As Treze Delícias do Pari (Veja São Paulo, 12/09/2007). A Restauração da Ala Interna da Igreja Santo Antônio História da Comunidade Italiana em São Paulo Brasileiras Muçulmanas Rejuvenescem Religião Projeto de Mega-Prédio no Pari chega a Câmara Paróquia Santo Antonio do Pari Gazeta do Pari Bairro do Pari Conseg Pari [Expandir]vde SP – São Paulo – Zona Sudeste – Subprefeitura da Mooca [Expandir]vde Bandeira da cidade de São Paulo.svg Subdivisões da cidade de São Paulo Ícone de esboço Este artigo sobre Geografia de São Paulo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. Categoria: Distritos de São Paulo (cidade) Esta página foi editada pela última vez às 06h16min de 2 de agosto de 2021. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) da Creative Commons; pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de utilização.Desentupidoras no Grajaú Desentupidora Jardim Almeida Prado, Desentupidora Jardim Alvorada, Desentupidora Parque América, Desentupidora Inocoop Bandeirantes, Desentupidora Barro Branco, Desentupidora Jardim Belato, Desentupidora Jardim Borba Gato, Desentupidora Ilha do Bororé Desentupidora Jardim Brasília, Desentupidora Conjunto Habitacional Brigadeiro Faria Lima, Desentupidora Jardim Campinas, Desentupidora Chácara Cantinho do Céu, Desentupidora Jardim Castro Alves, Desentupidora Chácara Cocaia, Desentupidora Parque Cocaia, Desentupidora Sítio Cocaia, Desentupidora Chácara das Corujas, Desentupidora Jardim Edda, Desentupidora Jardim Eliana, Desentupidora Jardim Ellus, Chácara Gaivota, Desentupidora Parque Grajaú, Desentupidora Jardim Guanabara, Desentupidora Jardim Icaraí, Desentupidora ardim Itajaí, Desentupidora Jardim Itatiaia, Desentupidora Jardim Lucélia, Desentupidora Jardim dos Manacas, Desentupidora Jardim Marilda e Jardim Myrna. Desentupidoras no Jardim Angela Desentupidoras no Jardim SãoOsasco (pronúncia AFI: [o’zaskʊ]) é um município brasileiro localizado na Região Metropolitana de São Paulo,[9][10] no estado de São Paulo, no Brasil. Nascido como um bairro da capital paulista no final do século XIX, tornou-se município emancipado após um plebiscito em 1962.[11] Ocupa uma área de 64,954 km², e sua população estimada no ano de 2019 era de 698 418 habitantes,[12] sendo o 8º mais populoso do estado de São Paulo Possui importante atividade econômica nos setores industrial, comercial e de serviços. Conforme o censo do IBGE, com dados de 2017, Osasco possui o 6º maior Produto Interno Bruto do Brasil e o 2º maior do Estado de São Paulo,[13] ficando à frente de muitas capitais estaduais brasileiras, como Salvador, Fortaleza e Recife,[14] sendo a cidade não capital com o mais alto PIB da nação naquele ano. O lema da cidade é Urbs labor, frase latina que significa Cidade trabalho,[15] e seu padroeiro é Santo Antônio, sendo 13 de junho (data comemorativa do santo) feriado municipal.[16] Índice 1 Et  , Estádio do Canindé Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. As referências deste artigo necessitam de formatação. Por favor, utilize fontes apropriadas contendo título, autor e data para que o verbete permaneça verificável. (Setembro de 2020) Coordenadas: 23°31’13.89″S, 46°37’7.35″W Canindé Estádio Doutor Oswaldo Teixeira Duarte Estadio Portuguesa1.jpg Canindé Nomes Nome Estádio Doutor Oswaldo Teixeira Duarte Apelido Canindé Antigos nomes Ilha da Madeira Independência Características Local Canindé, São Paulo, SP Brasil Coordenadas 23°31’13.89″S, 46°37’7.35″W Gramado Grama natural (105 × 68 m) Capacidade 21 004 pessoas [1] Construção Data 1953 Inauguração Data 11 de novembro de 1956 Partida inaugural Portuguesa 3–2 Combinado Palmeiras–São Paulo Primeiro gol Nelsinho (São Paulo) Recordes Público recorde 25 662 pessoas[2] Data recorde 10 de outubro de 1982 Partida com mais público Portuguesa 1–3 Corinthians Outras informações Remodelado 1972 e 1973 Proprietário Associação Portuguesa de Desportos Administrador Associação Portuguesa de Desportos Arquiteto Hoover Américo Sampaio Mandante Associação Portuguesa de Desportos, Portuguesa FA O Estádio Doutor Oswaldo Teixeira Duarte, mais conhecido como Estádio do Canindé, é um estádio de futebol localizado na Marginal Tietê no limite norte do bairro do Canindé, na cidade de São Paulo, cuja propriedade é da Associação Portuguesa de Desportos. Dividindo o terreno do clube, encontra-se também o complexo social-poliesportivo. Índice 1 História 1.1 Aquisição e Construção 1.2 Ampliação 1.2.1 Antes da candidatura a sede da Copa 1.2.2 Após o anúncio da candidatura a sede da Copa 1.3 Dívidas e crise no Canindé 1.3.1 Leilão do estádio por dívidas trabalhistas 1.4 Alternativas para evitar o leilão do estádio 1.4.1 Tombamento 1.4.2 Modelo de parceria para cessão do Canindé 1.5 Morte de jogador das categorias de base 1.6 Estado atual 2 Grandes públicos 2.1 Maiores públicos da Portuguesa no estádio [41] 3 Galeria de fotos 4 Ver também 5 Referências 6 Ligações externas História A construção do atual Canindé foi concluída em 1972 Aquisição e Construção A Associação Alemã de Esportes (AAE), clube da colônia alemã em São Paulo, alugava um imóvel no bairro do Canindé, onde praticava os mais variados esportes.[3] Mas, com a Segunda Guerra Mundial, o Brasil rompeu relações com os países do Eixo e começou uma perseguição a clubes das colônias desses países, inclusive a alemã.[3][4] A AAE, assim como diversos outros clubes, sofreu pressão da Diretoria de Esportes do Estado de São Paulo (DEESP) para sofrer um processo de nacionalização, em que ela se tornaria uma sociedade brasileira.[3] Assim, Nelson Fernandes, do DEESP, e Henrique Schenk, da AAE, procuraram o São Paulo Futebol Clube em fevereiro de 1942, para conversar sobre uma possível incorporação, que acabaria votada e aprovada em 13 de março.[3] O São Paulo Futebol Clube já tinha resolvido seu problema com estádio para jogos, adotando o Estádio do Pacaembu, mas ainda não tinha um local para treinamento.[3][5] Com a incorporação, o São Paulo passou a ser o locatário das instalações, que seriam efetivamente compradas da família Vannucci em 1944, por 740 mil cruzeiros.[3] Os sócios da AAE aderiram ao São Paulo. Em 1956, a Portuguesa adquiriu o imóvel no bairro do Canindé, do seu proprietário, Wadih Sadi,[6] um sócio do São Paulo, que comprara o imóvel do próprio clube, que usou o dinheiro nas obras do Estádio do Morumbi. No local havia apenas uma pequena infraestrutura, que incluía um campo para treinos, um pequeno salão, vestiários e outras dependências de treinamento. Para que pudessem ser realizadas partidas oficiais no local e atender às exigências da Federação Paulista de Futebol, foram realizadas várias reformas, levantados alambrados e uma arquibancada provisória de madeira. Estas primeiras arquibancadas acabaram conferindo ao estádio o apelido carinhoso de “Ilha da Madeira” — título que, além de ser alusivo à condição da edificação, também se refere à ilha portuguesa, tendo as suas arquibancadas de madeira existido até 1962.[7] Com tais características, o Canindé recebeu sua primeira partida oficial em 11 de novembro de 1956, quando a Portuguesa venceu um combinado dos rivais Palmeiras e São Paulo por 3 a 2. Nelsinho do São Paulo fez o primeiro gol desta partida no estádio ainda de madeira. Com o nome de Estádio Independência, o Estádio do Canindé foi inaugurado oficialmente em 9 de janeiro de 1972, com a partida Portuguesa 1×3 Benfica.[8] Nessa inauguração oficial, já contou com arquibancadas de concreto, mas sua capacidade ainda era de apenas dez mil espectadores. O árbitro foi Oscar Scolfaro, com gols de Vitor Batista, Jordão, Marinho Peres (pênalti) e Simões (pênalti). A Portuguesa jogou com Aguilera, Deodoro, Marinho Peres, Calegari e Fogueira; Lorico e Dirceu (Luís Américo); Ratinho (Xaxá), Cabinho, Basílio e Piau; o Benfica, com José Henrique, Da Silva, Messias, Rui Rodrigues e Adolfo; Toni e Vitor; Nenê (Artur), Vítor Batista, Jordão e Simões. Em 1979, o presidente Manuel Mendes Gregório rebatizou o estádio com o atual nome de Estádio Dr. Oswaldo Teixeira Duarte, homenageando seu predecessor na presidência do clube.[9] A capacidade total foi ampliada para 28.500 espectadores sentados. Anteriormente à construção deste estádio, porém, foi encomendado ao arquiteto João Batista Vilanova Artigas (que já havia projetado o Estádio do Morumbi na década anterior) um estudo para o estádio-sede do clube, no mesmo local. Este estudo — caracterizado por arquibancadas triangulares e por estar aberto às marginais —, porém, foi descartado em favor do projeto que constitui o atual estádio. Ampliação Estádio do Canindé foi estudado para ser sede paulista da Copa do Mundo Antes da candidatura a sede da Copa Antes da candidatura a estádio-sede da Copa do Mundo de 2014, a diretoria da Portuguesa trabalhava em um projeto para ampliar a capacidade do Canindé para 40 mil espectadores e transforma-lo numa confortável arena multiuso. A localização privilegiada na cidade de São Paulo, as avenidas e as estações de metrô e de ônibus (inclusive com linhas interestaduais) que o cercam o tornam um estádio sempre requisitado para vários eventos além do futebol. Bingos, encontros religiosos, shows musicais e diversas festas sempre ocorrem no Canindé. O projeto original é do arquiteto Hoover Américo Sampaio, ex-aluno e professor da Arquitetura Mackenzie.[10] Após o anúncio da candidatura a sede da Copa Motivado pela indefinição sobre a sede paulista para a Copa do Mundo de 2014, a Portuguesa oficializou, no dia 14 de julho de 2010, o interesse de ter o Canindé como estádio paulistano para o Mundial que foi recebido pelo Brasil.[11] A proposta apresentada pelo presidente Manuel da Lupa à Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente, realizada na Câmara Municipal de São Paulo, que aà primeira vista foi encarada como piada[12], acabou sendo aceita, e o campo lusitano tornou-se oficialmente um dos candidatos a receber a Copa. O que primeiro pareceu piada, logo foi adotado pelos presentes, inclusive pelo vereador e dirigente do São Paulo Futebol Clube, Marco Aurélio Cunha (PSD), que afirmou apoiar a proposta. “Fui a primeira pessoa a sugerir o Canindé. Se a Portuguesa tiver oportunidade de fazer um projeto com verba privada e autossustentável, tem o meu total apoio. Até porque não vejo opção mais bem localizada. Talvez até mesmo que o próprio Cícero Pompeu de Toledo.”[12] Como constatado pela Prefeitura, o Canindé apresentou o melhor conjunto de vantagens para sediar a Copa. Uma delas foi o estacionamento. Há uma área de 33 mil metros quadrados que pertence à Prefeitura ao lado do estádio, que poderia ser usada para estacionar os carros durante os jogos.[12] Para ressaltar as qualidades do Canindé, Manuel da Lupa apresentou dados sobre o tamanho do local — de acordo com o mandatário, a área física do clube possui cem mil metros quadrados.[13] Dependências do estádio paulista deveriam passar por reformas para abrigar a Copa do Mundo Outro ponto favorável ao campo da Portuguesa e destacado está na localização. O fato de o Canindé estar localizado na Marginal Tietê, principal via de São Paulo, e a proximidade com o Terminal Rodoviário Tietê, as estações de metrô Armênia e Portuguesa-Tietê e até um aeroporto (Campo de Marte), favoreciam o Canindé. Além disso, acrescia-se o fato de que o estádio possui ligação direta com os aeroportos de Cumbica e Congonhas,[14] e possui em seu entorno ampla rede hoteleira, além de hospitais e três shopping centers.[15] De acordo com diretoria do clube, o Canindé, que atualmente conta com capacidade para 21 mil pessoas, passaria a ter sessenta mil lugares, atendendo assim ao padrão exigido pela Fifa para abertura da competição.[14] “Hoje, o Canindé fica localizado no lugar ideal para se ter um estádio para a Copa. É claro que atualmente ele não tem condições de receber algo desse porte, mas uma nova arena, construída para o Mundial, poderia ser a saída para São Paulo”, afirmou Da Lupa. O mandatário da Portuguesa afirmou que a construção do novo Canindé seria realizada por intermédio de parcerias com empresas privadas, negando a utilização de dinheiro público, como ocorreria no caso de Pirituba ser escolhida a sede paulista para o torneio. Segundo Da Lupa, a construção do novo estádio seria bancada pela iniciativa privada. Votorantim e Banif teriam demonstrado interesse, além da Kyocera.[12] Os custos desse projeto também representam uma vantagem do Canindé sobre as outras propostas. Considerado o mais economicamente viável dos projetos, a nova arena da Lusa, com capacidade de 60 mil lugares, custaria apenas R$ 250 milhões, em comparação com os R$ 630 milhões do projeto de reforma do Morumbi aprovado pela Fifa, dos R$ 350 milhões do estádio de 40 mil pessoas proposto pelo Corinthians[16] e dos R$ 700 milhões da proposta do Piritubão de 65 mil lugares.[17] A proposta, que foi reforçada após uma visita de inspetores da FIFA,[15] previa a construção do novo Canindé em até 3 anos.[12] Eventualmente a proposta foi preterida e a Arena Corinthians foi escolhida para a abertura da Copa do Mundo. Dívidas e crise no Canindé Detalhe de símbolo da Portuguesa dentro do gramado do Canindé Em 2015, com a Portuguesa passando por grave crise financeira que chegou à penhora do Canindé, a diretoria do clube decidiu por iniciar uma reforma que reduziria a capacidade do estádio para quinze mil espectadores e permitiria maior exploração comercial do terreno.[18] O ginásio do Canindé chegou a ser alugado para uma igreja.[19] Após ser rebaixada três vezes consecutivas no Campeonato Brasileiro, a Portuguesa passou a viver grande crise esportiva e financeira. As dívidas do clube beiram os duzentos milhões de reais. A alternativa encontrada pela Justiça para que as pendências sejam pagas foi leiloar a área do estádio do Canindé pertencente à Portuguesa. As alternativas encontradas para evitar o leilão foram o tombamento da sede lusitana ou um modelo de negócio no qual a área do estádio seria gerido por diferentes empresas. Dentre este período, que se sucedeu entre setembro e novembro de 2016, um jogador das categorias de base da Portuguesa morreu dentro das dependências do Canindé.[20] Leilão do estádio por dívidas trabalhistas Em novembro de 2016, o estádio do Canindé quase deixou de ser da Associação Portuguesa de Desportos. Afundada em crise financeira, que beira os R$ 200 milhões,[20] a Lusa teve que enfrentar o risco de dois leilões do local neste período. A área foi penhorada para o pagamento de dívidas trabalhistas que ultrapassam R$ 55 milhões.[21] O processo que deu início aos leilões foi registrado pela advogada Gislaine Nunes. Cinco jogadores profissionais de futebol – Ricardo Oliveira, Rogério Pinheiro, Tiago Barcelos, Marcus Vínicius e Rafael – se juntaram para requisitar o dinheiro de dívidas trabalhistas feitas no começo dos anos 2000. A área do Canindé colocada a leilão corresponde a 42 mil metros quadrados do local, cerca de 45% do total da sede da Lusa – o restante pertence à Prefeitura de São Paulo, que também já autorizou a venda dessa parte. Em 5 de setembro, a 10ª Vara Cível do Foro Central da Capital anunciou que a sede da Portuguesa seria leiloada em 7 de novembro, com lance inicial de R$ 154.296.529,68, pela Mega Leilões. Em 25 de outubro, a diretoria do clube conseguiu suspender o leilão por uma brecha encontrada no processo.[22] O efeito suspensivo foi conquistado por causa de erro de cálculo no valor de juros da dívida da Lusa. A Portuguesa teria déficit ainda maior do que deveria, portanto o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo decidiu por impugnar o leilão. Após o leilão na vara cível não ser concretizado, a disputa pelo terreno na vara trabalhista ganhou força. Este leilão foi marcado para 18 de novembro. As bases eram parecidas com o próximo citado da vara cível, porém os valores eram diferentes. A sede da Portuguesa foi colocada a venda pelo valor de R$ 74 milhões como lance inicial pela Fidalgo Leilões. Em 30 de outubro, o Canindé apareceu nos classificados do periódico O Estado de S. Paulo no setor de classificados.[23] Na semana que antecedeu o leilão, diretores da Portuguesa fizeram plantão na sede do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, para barrar a tentativa de venda do Canindé.[24] Os dirigentes tentaram encontrar outra brecha, assim como na vara cível, para impugnar o leilão. Desta vez, a justificativa foi o valor inicial da venda do terreno.[25] A Portuguesa contratou um perito judicial no qual avaliou a sede do clube em R$ 360 milhões de reais. O valor inicial dado pela Fidalgo Leilões era de R$ 74 milhões. A acusação foi que a arrecadação do leilão seria injusta e desproporcional. O clube não conseguiu a liminar, e o Canindé foi a leilão no Fórum Trabalhista da Zona Sul.[26] Em 18 de novembro, a tentativa de venda do estádio ocorreu, porém nenhum interessado tentou arrematar o estádio da Portuguesa. Assim, foi marcado para fevereiro de 2017 um novo leilão do Canindé.[27] Alternativas para evitar o leilão do estádio Tombamento O principal motivo por não haver arremates no leilão do Canindé foi o processo de tombamento aberto pela deputada estadual Clélia Gomes (PHS-SP) em 29 de setembro de 2016.[28] A política solicitou ao Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat), órgão do Estado de São Paulo que tem a função de proteger, valorizar e divulgar o patrimônio cultural, que o estádio do Canindé fosse tombado pelo motivo do local ser um patrimônio cultural das raízes portuguesas. No local, ocorrem festas e encontros que visam a divulgação e a manutenção das tradições da colônia portuguesa no Brasil. O conselho da Portuguesa, junto à deputada Clélia Gomes, reuniu documentação para dar prosseguimento ao processo. Gomes visitou o museu do clube paulista para ter mais embasamento no pedido de tombamento.[29] O relatório foi passado ao órgão estadual que analisa a abertura de estudo técnico de viabilidade do tombamento. Durante este processo, o estádio não pode sofrer qualquer intervenção. Em meados de novembro, a deputada ingressou com o mesmo pedido de tombar o Canindé no Conselho de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo, órgão municipal com a mesma função do Condephaat.[30] Um abaixo-assinado na internet foi elaborado por torcedores da Portuguesa para que o tombamento ocorresse.[31] Se houvesse arrematador no leilão, a pessoa física ou jurídica não poderia fazer mudanças na área do estádio do Canindé até o processo de tombamento ser concluído ou negado. Isto ocasionou temor por parte de leiloeiros, que decidiram não ofertar no terreno do clube. Projeto feito pela Conexão 3 para ser o novo Canindé Modelo de parceria para cessão do Canindé Enquanto o leilão estava em trâmite, a Portuguesa buscou caminhos para negociar com a advogada Gislaine Nunes, requerente da ação no valor de R$ 55 milhões referentes a dívidas trabalhistas com cinco ex-jogadores da Lusa. Um dos meios encontrados foi tentar firmar parcerias com empresas para que as mesmas pudessem usufruir da sede do clube por determinado período de tempo, sem concluir uma real compra, o que tiraria o patrimônio do domínio da Portuguesa.[32] As empresas Conexão 3, Planova Planejamento e Fernandes Arquitetura montar uma linha de negócio e apresentaram ao Conselho de Orientação Fiscal (COF) da Lusa. A proposta foi de pagamento de R$ 160 milhões à vista e mais R$ 500 mil por mês para o clube alugar um estádio para jogar enquanto as obras acontecem no Canindé.[33] O tradicional estádio seria derrubado e, em seu lugar, seriam construídos um shopping e um hotel, além de uma arena para a Lusa com capacidade para 15 mil pessoas. O pool formado pelos empresas tentou negociar diretamente com a advogada Gislaine Nunes e os cinco jogadores envolvidos na ação, mas não obteve sucesso. A ideia do grupo era trocar as dívidas trabalhistas da Portuguesa por imóveis. Morte de jogador das categorias de base Na manhã de 20 de outubro de 2016, Lucas Jesus dos Santos, de 16 anos, foi encontrado morto dentro de uma das piscinas do Canindé. Lucas era jogador da equipe sub-17 da Lusa.[34] Segundo peritos do Instituto Médico Legal (IML), o jovem morreu após congestão. De acordo com o laudo, o óbito foi causado por asfixia por regurgitação de alimento.[35] Houve uma festa nas dependências da Portuguesa para os atletas do time da categoria sub-17. O jovem jogador reclamou de dores na cabeça após banho de piscina após ser retirado da água por amigos. Momentos depois, companheiros de time o procuraram, mas acharam que o colega havia saído das dependências da Lusa. Lucas havia voltado à piscina e sofrido congestão. O jovem não sabia nadar. Havia bebidas alcoólicas perto da churrasqueira onde foi realizada a festa no Canindé. Os participantes da festa dizem que não houve consumo.[35] Lucas estava próximo de realizar o sonho de infância de jogar no Canindé,[36] porém morreu dois dias antes da conquista pessoal. O atleta jogaria no sábado, 22 de outubro de 2016 contra o Diadema, em duelo válido pela partida de ida das quartas-de-final do Campeonato Paulista Sub-17 daquele ano, com a morte do atleta, ainda no dia 20 o duelo acabou sendo imediatamente adiado á pedido de ambas equipes na Federação Paulista de Futebol, o então duelo no Canindé foi realizado apenas no dia 26 de outubro de 2016, a sexta-feira seguinte, às 11h, dia atípico para o futebol das categorias de base. Lucas foi homenageado com faixas e camisetas no gramado do Canindé [37] jogadores da Portuguesa e do Diadema antes do apito inicial se uniram no centro de campo em um emocionante 1 minuto de silêncio como última homenagem ao sonhador atleta. Estado atual Estado atual da principal piscina do Canindé: está fechada para sócios Lixo espalhado, falta de manutenção e piscinas sujas. Os salários atrasados de funcionários fizeram com que o Canindé ficasse em péssimo estado.[38] Os matos não são cortados. As piscinas estão sujas e desabilitadas para os sócios usufruírem. A situação é tão agravante que torcedores se organizaram para fazer dois mutirões, em 12 e 19 de novembro, de limpeza do Canindé. Foram pedidas doações de materiais de limpeza para retirar todo o lixo das dependências do clube, além de limpá-lo.[39] Em 22 de novembro de 2016, o Canindé foi interditado por falta de higiene. Foi feita vistoria no local pelo Laudo de Condições Sanitárias e de Higiene, que não renovou licença para a sede da Portuguesa seguir aberta. A ação, inclusive, gerou punição por parte da Federação Paulista de Futebol (FPF), que proibiu o clube de organizar eventos de futebol no local.[40] Grandes públicos Maiores públicos da Portuguesa no estádio [41] Listados jogos com públicos acima de 20.000 pagantes Portuguesa 1–3 Corinthians, 25 662, em 10 de outubro de 1982 (23.858 pagantes) Portuguesa 3–1 Coritiba(PR), 25 491, em 15 de novembro de 1998 Portuguesa 0–1 Cruzeiro(MG), 25 312, em 9 de dezembro de 1998 Portuguesa 2–2 Palmeiras, 25 050, em 1 de maio de 1982 Portuguesa 2–1 Palmeiras, 23 534, em 15 de agosto de 1982 (21.989 pagantes) Portuguesa 0–1 Flamengo(RJ), 23 570, em 15 de março de 1984 Portuguesa 2–1 Cruzeiro(MG), 22 973, em 5 de dezembro de 1998 Portuguesa 1–1 São Paulo, 22 606, em 23 de abril de 1989 Portuguesa 1–4 São Paulo, 21 980, em 13 de março de 1988 Portuguesa 1–0 São Paulo, 21 965, em 22 de abril de 2001 Portuguesa 1–2 Palmeiras, 21 690, em 1 de maio de 1996 Portuguesa 0–0 Palmeiras, 20 968, em 10 de abril de 1994 Portuguesa 2–0 Ferroviária, 20 429, em 11 de dezembro de 1985 Portuguesa 0–0 Santos, 20 305, em 8 de novembro de 2001 Portuguesa 0–1 Santos, 20 192, em 21 de maio de 1989 Galeria de fotos Entrada dos torcedores Sala de imprensa do Canindé Túnel de acesso para o gramado do Canindé Vista de uma das torres do Canindé Vista do gramado e arquibancada do Canindé Vista do gramado, arquibancadas, e torres de iluminação do Canindé Gramado do Canindé Gramado Arquibancadas Vista da torcida organizada Vista do Canindé pelo lado de fora Pilar de iluminação do Canindé Ver também Lista de estádios de futebol de São Paulo Referências «CNEF da CBF» (PDF). Site Oficial da CBF. Consultado em 9 de março de 2012. Arquivado do original (PDF) em 8 de outubro de 2013 RSSSF Brasil Michael Serra (janeiro de 2020). «São Paulo Futebol Clube 90 anos — onde a moeda cai de pé» (PDF). São Paulo Futebol Clube. Consultado em 15 de julho de 2020. A fusão foi acertada ao final de maio de 1932 e a data de fundação do novo clube estabelecido foi firmada em 1.º de junho daquele ano. E, qual seria o nome de batismo dessa nova entidade? Deutscher Sport Club. Mas o nome fantasia pelo qual ficou conhecido, mais comum à nossa língua, foi Associação Alemã de Esportes – AAE. E sim, desde o primeiro dia, essa nomenclatura já era utilizada pelo clube. […] Desta maneira, a AAE nasceu canindeense. Naquela região, o clube alemão se firmou como potência não somente natação ou no atletismo, como os predecessores, mas também no handebol. «Um Dos Mais Famosos Estádios de São Paulo – O Canindé». SP in Foco. 21 de abril de 2014 «Canindé». www.saopaulofc.net. Consultado em 25 de novembro de 2016 «Estádio do Canindé – Que fim levou? – Terceiro Tempo». Terceiro Tempo. Consultado em 25 de novembro de 2016 Livro Lusa: 100 anos de amor (2020), página 189. «Inauguração do Estádio do Canindé – Acervo da Bola». Acervo da Bola (em inglês). 9 de janeiro de 2016 Oswaldo Teixeira Duarte – Ex-presidente da Portuguesa Um dos projetos de ampliação e revitalização do Estádio do Canindé http://www.abril.com.br/noticias/esportes/futebol/portuguesa/portuguesa-oficializa-caninde-como-candidato-sede-2014-1228263.shtml Portuguesa oficializa Canindé como candidato à sede de 2014 http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/08/19/esportes10_0.asp http://www.abril.com.br/noticias/esportes/futebol/portuguesa/portuguesa-oficializa-caninde-como-candidato-sede-2014-1228263.shtml http://www.lancenet.com.br/noticias/10-08-18/810487.stm http://esportes.terra.com.br/futebol/brasil2014/noticias/0,,OI4646416-EI10545,00-Caninde+recebera+membro+da+Fifa+e+reforca+sonho+por+sede+em.html SP, Juliana Cardilli (30 de agosto de 2010). «Estádio custará R$ 350 milhões, diz presidente do Corinthians». São Paulo. G1 http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/2010/08/07/caminho-aberto-para-o-piritubao-para-sobreviver-kassab-sai-da-frente/ Novo Canindé deve sair do papel ainda este ano «Sem dinheiro, Portuguesa aluga Canindé para igreja evangélica». CidadeVerde.com «”Sem um centavo sequer”, Portuguesa “respira por aparelhos”, diz presidente». sportv.com «Avaliado em R$ 154 milhões, Canindé tem leilão marcado para novembro». globoesporte.com «Portuguesa consegue suspensão de leilão do Canindé por erro de cálculo». globoesporte.com «Canindé aparece sendo leiloado em classificados do Estadão – Esportes – Estadão». Estadão «Presidente da Lusa faz plantão na Justiça para tentar barrar leilão do Canindé | Blog Bastidores FC». globoesporte.com. Consultado em 24 de novembro de 2016 «Com laudo de perito, Portuguesa tentará anular leilão do Canindé». globoesporte.com «Portuguesa tem pedido negado, e leilão do Canindé é mantido – Gazeta Esportiva». www.gazetaesportiva.com. Consultado em 24 de novembro de 2016 «Ninguém faz oferta pelo Canindé, e leilão termina sem venda do terreno». globoesporte.com «Condephaat aceita analisar tombamento do Canindé e inviabiliza o leilão | Blog Torcedor da Portuguesa». globoesporte.com. Consultado em 24 de novembro de 2016 «Primeira entrega dos documentos do tombamento do Canindé acontece nesta terça-feira». Portuguesa. 25 de outubro de 2016. Consultado em 24 de novembro de 2016 «Os novos capítulos do tombamento e da parceria para salvar o Canindé | Blog Torcedor da Portuguesa». globoesporte.com. Consultado em 24 de novembro de 2016 «Condephaat, Secretaria da Cultura, Governo do Estado de São Paulo: Condephaat aprove o tombamento histórico do Estádio da Lusa». Avaaz. Consultado em 24 de novembro de 2016 «Por projeto, Portuguesa autoriza empresas a negociar com credores – Esportes – Estadão». Estadão «Venda do Canindé pode ter novos rumos em reunião nesta quinta-feira». globoesporte.com «Garoto da base da Portuguesa é achado morto em piscina do Canindé». globoesporte.com «Laudo indica que jogador da Portuguesa morreu após congestão». São Paulo. 21 de outubro de 2016 «Jovem morto era torcedor da Lusa e realizaria sonho de jogar no Canindé». globoesporte.com «Em primeiro jogo após tragédia, sub-17 da Portuguesa empata no Canindé». globoesporte.com «Sem funcionários, Portuguesa sofre com abandono do clube». Torcedores.com. 12 de janeiro de 2015 «Torcida da Portuguesa se une para limpar dependências do Canindé». globoesporte.com «Após leilão e morte na piscina, Canindé é interditado por falta de higiene – Futebol – UOL Esporte». UOL Esporte «MAIORES PÚBLICOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DESPORTOS». www.rsssfbrasil.com. Consultado em 25 de novembro de 2016 Ligações externas O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Estádio do Canindé Sítio oficial Estádio Dr. Oswaldo Teixeira Duarte no Google Maps Templos Do Futebol [Expandir]vde Brasão da cidade de São Paulo.svg Cidade de São Paulo Bandeira da cidade de São Paulo.svg [Expandir]vde São Paulo Futebol de São Paulo [Expandir]vde Associação Portuguesa de Desportos Categorias: Mandos do São Paulo Futebol ClubeEstádios de futebol de São PauloEsporte na cidade de São PauloAssociação Portuguesa de DesportosConstruções da cidade de São PauloPatrimônio histórico de São PauloEstádios de futebol inaugurados em 1956 Esta página foi editada pela última vez às 23h26min de 13 de abril de 2022. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) da Creative Commons; pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de utilização , A história do encanamento e outros fatos dez 05 Posted by PortesPosted in Desentupidora A história do encanamento precisa iniciar com a origem da termo encanamento. A termo encanamento vem do latim, que significa chumbo. A termo encanamento se refere aos encanamentos e instalações para distribuição de água e gás e esgoto. Os primeiros esgotos foram construídos em Roma entre 800 a.C. e 735 a.C., antes do primeiro aqueduto ser construído aproximadamente 500 anos antes. A Latrina Máxima é um dos maiores esgotos da antiguidade e ainda está em uso. Foi projetado e construído para transportar as águas superficiais e fornecer drenagem para toda a cidade. O descarte de esgoto tem sido um problema desde os primeiros tempos. A doença estava sendo transmitida pela água e pelo Esgoto por motivo da ignorância. A ciência, logo, desempenharia um grande papel na invenção de maneiras de descartar o esgoto e o Esgoto que não deixassem as pessoas doentes. A história do encanamento na América começou quando os colonos do Nov , A Zona Sul de São Paulo é uma região administrativa estabelecida pela Prefeitura de São Paulo englobando as Subprefeituras da Capela do Socorro, de Campo Limpo, de Cidade Ademar, de Parelheiros, e do M’Boi Mirim. [1] De acordo com o censo de 2000, tem uma população de 2.038.638 habitantes e renda média por habitante de R$ 2.544,50.[2] Até 1935 a região era um município separado, sendo o município de Santo Amaro, após o decreto estadual em fevereiro de 1935, o município de Santo Amaro foi dissolvido e seu território anexado totalmente a capital tendo seu território dividido em vários distritos e onde era o local da antiga prefeitura na praça Floriano Peixoto, hoje é o distrito de Palmeiras.[3] Integrantes da Zona Centro-Sul, as subprefeituras: de Santo Amaro, de Vila Mariana, do Jabaquara e seus respectivos distritos[1] são popularmente integrados a essa região. A Subprefeitura do Ipiranga também está integrada popularmente à região, assim como os distritos de Morumbi e Itaim Bibi. Referências Mapa oficial , Desentupidora No Pari. Desentupidora No Pari, Na Região Central –SP. Nossos serviços de [Desentupimento No Pari],desentupidora em No Pari, Desentupidora No Pari, desentupidora No Pari, Desentupidora No Pari, Desentupidora Centro de No Pari, temos o melhor preço, atendimento imediato e orçamento Grátis para desentupir No Pari e regiões qualquer encanamento. Executamos serviços de desentupidora No Pari, desentupidora de esgotoNo Pari, desentupidora de ralo No Pari, desentupidora de vaso sanitário No Pari, desentupidora de caixa de esgoto No Pari, desentupidora de caixa de gordura No Pari, desentupidora de tanque No Pari, desentupidora de banheiro No Pari, Desentupidora de ralo de quintal No Pari, desentupidora de cano No Pari, [encanador No Pari] e de qualquer tubulação que precisar desentupir. Veja abaixo localização da base de desentupidora No Pari: De São Paulo – SP- Brasil. Temos orgulho de ser uma das melhores desentupidoras No Pari– De São Paulo – SP, o desentupimento No Pari é realizado em toda a região em qualquer tipo de tubulação. 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Como agir em caso de entupimento No Pari. Em caso de entupimento No Pari você deve agir conforme as instruções a seguir para que o desentupimento ocorra de forma correta, é primordial não despejar nenhum produto químico na tubulação de esgoto ou pluvial, pois o mesmo pode corroer a parte interna dos canos causando assim um problema ainda maior, não usar hastes de ferro, pois nas curvas dos encanamentos geralmente tem rosca ou cola se você forçar pode deslocar causando um vazamento interno. Recomendamos sempre chamar uma desentupidora No Pari mais próxima de você para desentupir ralo, desentupir esgoto, desentupir pia, desentupir vaso sanitário, desentupir ralo de quintal, desentupir Box de banheiro, desentupir caixa de gordura, e assim sanar esse problema. Estamos sempre pronto para atender qualquer chamado de desentupidora No Pari–De São Paulo – SP. Qual o preço para desentupir No Pari? Em todos os casos enviamos uma equipe técnica em desentupimento em No Pari, para avaliar a dimensão do entupimento e passar um orçamento com transparência e honestidade. Cada caso é um trabalho diferente não sabemos que iremos encontrar, portanto enviaremos nossos profissionais em desentupimento para iniciar a investigação e passar o preço para desentupir. Caso seja aprovado iremos realizar o desentupimento de pia, desentupimento de esgoto, desentupimento de ralo de quintal, desentupimento de tanque, desentupimento de vaso sanitário, desentupimento de caixa de gordura, desentupimento de caixa de esgoto, desentupimento de canos em geral. Estamos sempre pronto para atender qualquer chamado de desentupidora No Pari. Como realizamos o desentupimento No Pari: Com profissionais treinados e qualificados em desentupimento só temos uma certeza a que vamos realizar o trabalho, pois possuímos as mais modernas maquinas que existe no ramo das desentupidoras em São Paulo e no Brasil. Estamos sempre pronto para atender qualquer chamado de desentupidoras No Pari. Como efetuar Pagamentos para desentupidora No Pari: Os pagamento podem serem efetuados através de: Cartão Crédito e Débito / A vista / Cheque Sob Consulta / Boleto Sob Consulta para pessoa jurídica. Veja Alguns de nossos serviços de desentupidora No Pari: Tucuruvi,Paraíso,Higienópolis,Butantã,Guarulhos,São Miguel,Suzano,Arujá,Lapa,Itaquera,Santo Amaro,Santana,Barra Funda,Leopoldina,Itaim Paulista,Vila Curuça,Tatuapé,Brasilândia,Freguesia do Ó,Ponte Rasa,Cangaíba,São Mateus,Vila Guilherme,Penha,Morumbi,Moema,Mooca,Mogi,Itaquaquecetuba,desentupimento em Guarulhos,Itaim bibi,Vila Olímpia,Pinheiros,Alto de Pinheiros,Alto da Lapa,Vila Mariana,Jabaquara,Ipiranga ,Desentupidora  Outros serviços que realizamos entre em contato e peça agora um técnico. Hidrojatemento /Limpeza de Fossa / Caça Vazamento/ Dedetização Alguns de nossos parceiros nas regiões para atender ainda mais rápido a desentupidora No Pari: desentupidora Hidro Prime, Desentupidora São Paulo, desentupidora na Penha,Desentupidora no Tatuapé, desentupidora na Mooca,Desentupidora em No Pari,Desentupidora em De São Paulo,Desentupidora em Suzano,Desentupidora Santana Hm,Desentupidora Tucuruvi Hm, [Desentupidora No Pari]-[Desentupimento No Pari] – [Desentupir No Pari] – [Desentupidoras No Pari] – [Encanador No Pari] – [Desentupidor No Pari] Bairros da Região Central que atendemos: Desentupidora na Aclimação Desentupidora na Bela Vista Desentupidora na Consolação Desentupidora na Liberdade Desentupidora na Luz Desentupidora na Republica Desentupidora na Santa Efigênia Desentupidora na Praça da Sé Desentupidora na Vila Buarque Desentupidora na Santa Cecilia Desentupidora no Cambuci Desentupidora no Centro Desentupidora no Glicério Desentupidora no Pari Desentupidora no Anhangabaú Desentupidora no Canindé Desentupidora na Marechal Deodoro Desentupidora no Bom Retiro Desentupidora no Brás DESENTUPIDORA ZONA NORTE Desentupidora Anhanguera Desentupidora Bairro do Limão Desentupidora Brasilândia Desentupidora Cachoeirinha Desentupidora Casa Verde Desentupidora em Damasceno Desentupidora em Imirim Desentupidora em Parada Inglesa Desentupidora em Paulistano Desentupidora em Perus Desentupidora em Pirituba Desentupidora em Taipas Desentupidora em Tremembé Desentupidora em Vila Maria Desentupidora em Vila Mazzei Desentupidora Freguesia do Ó Desentupidora Jaçanã Desentupidora Mandaqui Desentupidora na Cantareira Desentupidora na Zona Norte Desentupidora no Carandiru Desentupidora no Horto Florestal Desentupidora no Jardim São Paulo Desentupidora no Parque Anhanguera Desentupidora no Pq. Anhembi Desentupidora no Pq. da Juventude Desentupidora no Pq. 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